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Quais são as 5 fases do envelhecimento?

Quais são as 5 fases do envelhecimento

Envelhecer é um processo longo que leva anos a decorrer.

Durante este processo, acontecem muitas alterações relacionadas com a idade e cerca de 70% das pessoas necessitarão de alguma forma de cuidados de saúde a longo prazo, ao longo das diferentes fases do envelhecimento.

O processo de envelhecimento é diferente para todos e não existe uma lista rigorosa de eventos que estão garantidos para acontecer.

Como cada situação é diferente, é impossível prever quanto e que tipo de cuidados as pessoas vão necessitar à medida que envelhecem. No entanto, há fases típicas de envelhecimento que a maioria dos adultos passa.

Fases do envelhecimento

O envelhecimento não acontece da noite para o dia. É um processo gradual que pode sentir-se como mais cíclico do que linear.

Geralmente o envelhecimento é descrito em cinco fases básicas:

  • Independência
  • Interdependência
  • Dependência
  • Gestão de crises
  • Fim da vida

Estas etapas seguem vagamente as décadas de idade. Embora se possam misturar fluidamente, dependendo dos acontecimentos da vida.

Independência

Esta fase geralmente ocorre entre 50 e 60 anos. Nesta etapa, é possível lidar com as necessidades diárias de forma independente.

Mobilidade, finanças pessoais, cuidados de saúde e tarefas domésticas não representam um grande desafio. A atividade mental e física pode apresentar um pequeno declínio, mas não o suficiente para ter impacto na vida destas pessoas.

Em alguns casos, as pessoas mantêm este nível de independência quando têm 70 ou até mesmo 80 anos.

Para as mulheres, esta fase engloba frequentemente as mudanças hormonais significativas da menopausa. Os homens envelhecidos também têm por esta altura, os níveis de testosterona um pouco diminuídos.

Nesta fase as pessoas são autossuficientes e capazes de lidar com os seus próprios assuntos. A sua qualidade de vida, nesta altura, é frequentemente bastante elevada.

Interdependência

Esta fase começa algures entre os 70 e os 80 anos.

Um idoso interdependente pode precisar de um prestador de cuidados, ou apoio ao domicílio, para tratar de certas atividades mensais, semanais ou diárias. Atividades como, pagar contas, cortar a relva ou conduzir, entre outras.

Por esta altura, os idosos ainda podem fazer quase tudo sozinhos, mas mais devagar.

Os idosos nesta situação podem beneficiar de algumas horas de ajuda todas as semanas para manter o seu estilo de vida. Este período pode ser um pouco complicado, porque os idosos tendem a ser resistentes à noção de necessidade de ajuda.

As redes de apoio tornam-se muito importantes nesta fase. Com um sistema de apoio suficientemente amplo, os idosos podem obter toda a ajuda de que necessitam sem necessitarem de contratar ajuda.

Nesta fase muitas pessoas idosas podem temer o declínio mental.

É importante nesta etapa, estimular os idosos a serem proativos. Podem utilizar as suas ligações sociais para se manterem envolvidos em jogos, artesanato, música, leitura e de um modo geral, aprenderem o mais possível.

Outros fatores importantes são manter em dia os check-ups físicos, fazer testes neurológicos, ir a consultas médicas, ter uma alimentação rica em fruta e vegetais e fazer exercício moderado.

Dependência

A partir dos anos 80 anos entra-se na fase de envelhecimento de dependência. Nesta fase, os idosos têm dificuldade em lidar sozinhos com bastantes tarefas quotidianas.

Esta fase é normalmente menos dependente da idade e mais dependente da forma como o estado de saúde progride.

Muitas vezes, um problema de saúde grave precipita uma mudança marcada no estilo de vida. Nesta altura é quando a maioria das pessoas começa a precisar de uma assistência mais significativa e a sua qualidade de vida pode piorar.

Os idosos dependentes requerem frequentemente uma ajuda moderada de um ou vários prestadores de cuidados de saúde, que pode ser um médico, enfermeiro, fisioterapeuta, entre outros.

As tarefas podem incluir a gestão de medicamentos, monitorização física regular e preparação de refeições.

Algumas pessoas idosas recebem este apoio numa instituição e outras através de um serviço de apoio ao domicílio.

E em certos casos, como com a demência em fase avançada ou Alzheimer, uma instituição pode ser a melhor solução para assegurar que a pessoa idosa receba os cuidados de que necessita.

No entanto, muitos idosos nesta situação acabam por se sentir desorientados e até deprimidos.

Poderá ser necessário fazer alterações em casa para acomodar o idoso nesta fase. Alguns exemplos são:

O apoio ao domicílio nesta fase pode ajudar com:

Gestão de crise

Esta é a fase final do envelhecimento, que engloba também a fase final de vida.

Quando a grande maioria das pessoas chega a estas duas últimas fases da vida, precisam de ser monitorizadas 24 horas por dia.

Devido a isto, muitas vezes a estadia em lares ou mesmo cuidados hospitalares tendem a ter precedência sobre os cuidados domiciliários, a não ser que se possa usufruir de hospitalização domiciliária.

À semelhança da fase de dependência, muitos idosos chegam a estas duas últimas etapas por volta dos finais dos 70 anos.

No entanto, como o envelhecimento tem uma natureza não linear, algumas pessoas podem chegar a esta fase mais cedo. Enquanto outros idosos podem chegar muito mais tarde na vida.

Por esta altura a exigência de cuidados pessoais ultrapassou os cuidados informais prestados pela família e amigos e os cuidados profissionais podem ser necessários e também demasiado dispendiosos.

 Fim da vida

A fase de fim de vida ocorre quando pode não existir outra escolha senão a ida para uma instituição ou lar.

É o momento em que o idoso precisa de ajuda pessoal extensiva, embora também possa ser dada no seu domicílio, se assim o desejar e existirem as condições necessárias.

Os cuidados de fim de vida requerem o apoio de assistentes de apoio ao domicílio, pessoal do lar de idosos, prestadores de cuidados paliativos e médicos de cuidados paliativos.

Conclusão

Para as pessoas em geral, um envelhecimento saudável não depende apenas da saúde física.

Está também dependente da manutenção de atitudes positivas sobre o envelhecimento. E, para isso é útil entender as fases do envelhecimento.

Pensar através das diferenças em cada fase e identificar ações positivas que possam ser implementadas, pode ajudar o idoso a antecipar as suas necessidades em fases de mudança.

À medida que os seres humanos envelhecem, passam por diferentes fases da vida. É útil perceber também o contexto destas fases.

Um percurso de vida é o período desde o nascimento até à morte, incluindo uma sequência de eventos de vida previsíveis, tais como a maturação física.

Cada fase vem com diferentes responsabilidades e expectativas, as quais, naturalmente, variam de acordo com o indivíduo e a cultura. Muitas pessoas aguardam a velhice como um momento maravilhoso para desfrutar da vida sem terem a pressão do trabalho e da vida familiar.

Como as responsabilidades do trabalho diminuem, a velhice pode ser um tempo para explorar hobbies e atividades que não havia tempo para fazer mais cedo na vida.

Mas para outras pessoas, a velhice não é uma fase pela qual anseiam, algumas pessoas temem a velhice e fazem tudo para a evitar, procurando soluções médicas e cosméticas para os efeitos naturais da velhice.

Estas diferentes visões sobre o curso da vida são o resultado dos valores e normas culturais em que as pessoas são socializadas, mas na maioria das culturas, a idade tem estatuto, influenciando os papéis e as interações sociais.

Através das fases da vida, os níveis de dependência e independência mudam. A velhice afeta todos os aspetos da vida humana como, os aspetos biológicos, sociais e psicológicos.

As atitudes culturais moldam a forma como a nossa sociedade vê a velhice e a morte. Mas, embora a tecnologia médica tenha aumentado as expectativas de vida, não pode erradicar o envelhecimento e o fim da vida.

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Referências:

  • Clinics in Geriatric Medicine
  • liveinplacedesigns.com

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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