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10 mitos sobre o envelhecimento

10 mitos sobre o envelhecimento

Para muita gente, envelhecer significa uma variedade de novos obstáculos como o isolamento e a resistência à mudança. No entanto, existem muitos clichés sobre a velhice que são apenas mitos e não a realidade.

Quando pensamos na velhice, temos tendência a prever um abrandamento da atividade, a ter a imagem de uma pessoa a dormir a sesta num banco de jardim ou a jogar às cartas no parque.

A tendência para julgar o estado de espírito de outra pessoa, ações ou comportamentos com base nas nossas próprias experiências, estado de espírito, ações ou comportamentos, facilita a criação de conceitos errados e generalizados sobre o envelhecimento.

Ao contrário do que se possa pensar, não há um perfil de uma pessoa idosa típico. A personalidade básica de uma pessoa é formada provavelmente antes dos seis meses de idade, mas é modificável.

Os conceitos errados e generalizados, atitudes negativas e suposições sobre as pessoas idosas, contribuem muitas vezes para uma má visão da velhice e algo a evitar o mais possível.

Embora existam provas substanciais sobre as muitas contribuições que os idosos fazem para a sociedade, as pessoas idosas são frequentemente estereotipadas como dependentes, frágeis, fora de moda ou um fardo.

Estas perceções deturpadas limitam a liberdade das pessoas idosas para viverem as vidas que escolhem e a nossa oportunidade de usufruir da grande capacidade humana que as pessoas idosas representam.

Há muita diversidade entre as pessoas mais velhas. Os idosos podem exigir diferentes níveis de cuidados e podem participar em diferentes atividades dependendo de múltiplos fatores.

Uma ideia comum que se tem da velhice é que se vai sentir muito a idade que se tem nessa fase da vida, mas muitas vezes o oposto também é verdade. O fosso entre a idade cronológica e a idade sentida aumenta quanto mais velha uma pessoa fica.

Muitas pessoas que se encontram na faixa etária dos 50 anos e acima disso, manifestam que se sentem entre dez a 20 anos mais novos do que a sua idade real.

Outras pessoas têm a impressão errada sobre o que significa envelhecer. Os anos na fase mais tardia da vida de um indivíduo podem, na realidade, ser um tempo muito ativo para muitas pessoas, com novas experiências e novas ligações sociais.

O objetivo essencial deve ser melhorar a vida de todas as pessoas mais velhas, independentemente das suas capacidades.

Muitos idosos podem sentir que já não são úteis, produtivos ou apreciados nos seus últimos anos de vida, mas a velhice pode ser cheia de significado e propósito para os que optam por explorar as possibilidades.

Conceitos equivocados sobre envelhecimento

Muitas ideias feitas ou mitos sobre o envelhecimento são apenas conceitos equivocados ou falta de informação.

Eis alguns exemplos:

Não há uma pessoa idosa típica

A idade avançada caracteriza-se por uma grande diversidade. Algumas pessoas de 80 anos de idade têm níveis de capacidade física e mental que se comparam favoravelmente com os de 20 anos de idade.

Outros da mesma idade podem exigir cuidados e apoio extensivos para atividades básicas como vestir e comer. O foco deve ser melhorar a capacidade funcional de todas as pessoas idosas, sejam elas robustas, dependentes de cuidados ou intermédias.

A diversidade na velhice não é aleatória

Uma grande parte da diversidade da capacidade e das circunstâncias observadas na fase final da vida é o resultado do impacto cumulativo de vantagens e desvantagens na vida das pessoas.

Os ambientes físicos e sociais em que vivemos são influências que têm um grande impacto para um envelhecimento saudável.

No entanto, a relação com o ambiente circundante é moldada por fatores muito diversos como a família e o ambiente familiar, o sexo, a etnia e os recursos financeiros.

Assim, muitas vezes as pessoas mais velhas com maiores necessidades de saúde, por exemplo, têm frequentemente os menores recursos económicos e sociais disponíveis para as satisfazer.

Nem todas as pessoas idosas são dependentes de cuidados

Nem todas as pessoas idosas dependem de outras pessoas para receber cuidados. Estas pessoas podem contribuir de muitas formas para as famílias e sociedades.

Estudos realizados no Reino Unido e Irlanda do Norte em 2011 estimaram que, as contribuições das pessoas idosas feitas através de impostos, despesas de consumo e outras atividades, valiam quase 40 mil milhões de libras mais do que as despesas com pensões, assistência social e cuidados de saúde combinados.

No Quénia, por exemplo, a idade média dos pequenos agricultores é de 60 anos, o que os torna críticos para garantir a segurança alimentar.

Os pontos de vista estereotipados com base na idade conduzem muitas vezes à discriminação contra indivíduos e grupos simplesmente porque são mais velhos.

Os idosos aumentam os custos com a saúde

O envelhecimento da população irá aumentar os custos dos cuidados de saúde, mas não tanto quanto seria de esperar.

Embora a idade mais avançada esteja geralmente associada a uma maior necessidade de cuidados de saúde, a relação entre a idade com a utilização dos serviços de saúde é diminuta.

As pessoas idosas tendem a utilizar os serviços de saúde com menos frequência do que os adultos mais jovens.

Por volta dos 70 anos, a despesa com os cuidados de saúde por pessoa tende a cair significativamente, sobretudo com os cuidados a mais longo prazo.

Uma forma de enfrentar os custos desnecessários dos cuidados de saúde é, desta forma, investir em sistemas de cuidados de saúde a longo prazo.

Permitir às pessoas viver vidas longas e saudáveis pode também aliviar a pressão sobre a inflação dos custos dos cuidados de saúde, uma vez que alguns custos destes cuidados tendem a cair na idade avançada.

Os 70 ainda não são os novos 60

Até ao momento não há muitas evidências que suportam a ideia de que as pessoas idosas estão hoje em dia a viver com melhor saúde do que os seus pais ou os seus avós.

De acordo com um relatório da Organização Mundial de Saúde de 2014, embora a prevalência de deficiência grave, definida como uma situação em que é necessária ajuda de outra pessoa para realizar atividades básicas como comer e lavar roupa, possa estar a diminuir ligeiramente, não se observou qualquer alteração significativa na deficiência menos grave durante os 30 anos anteriores a 2014.

A boa saúde não é apenas a ausência de doença

A maioria das pessoas com mais de 70 anos de idade sofrem simultaneamente de várias condições de saúde, mas continuam a ser capazes de fazer as coisas que são importantes para elas.

A combinação das capacidades físicas e mentais de uma pessoa, definida como capacidade intrínseca, é um melhor indicador da sua saúde e bem-estar do que a presença ou ausência de doença.

As circunstâncias integradas e que se concentram na melhoria da capacidade intrínseca das pessoas idosas têm melhores resultados e provavelmente não terão um custo mais elevado do que os serviços que se concentram em qualquer doença específica.

As famílias são importantes, mas sozinhas não podem prestar os cuidados de que muitas pessoas idosas necessitam.

Embora as famílias desempenhem sempre um papel central nos cuidados aos idosos, a alteração da demografia e das normas sociais trazem outros desafios para as famílias para que possam satisfazer sozinhas as necessidades das pessoas idosas dependentes de cuidados.

Os cuidados continuados e a longo prazo vão além do satisfazer as necessidades básicas, ajudam também a preservar os direitos das pessoas idosas, incluindo a sua saúde, as liberdades fundamentais e a dignidade humana.

Os prestadores de cuidados também requerem formação e apoio adequados.

A responsabilidade pelos cuidados a longo prazo dos idosos deve ser partilhada entre famílias, sistemas de apoio, instituições, governos e outros sectores.

Para que seja possível assegurar o acesso a cuidados de saúde de qualidade aos idosos e evitar dificuldades financeiras tanto para as pessoas idosas como para os seus prestadores de cuidados.

As despesas com os idosos são um investimento

Em vez de enquadrar as despesas com populações mais velhas simplesmente como um custo, podem ser antes consideradas como investimentos.

Estes investimentos podem produzir dividendos significativos, tanto na saúde e bem-estar das pessoas idosas como para a sociedade no seu conjunto, através de uma maior participação, consumo e coesão social.

O ideal será aumentar as capacidades das pessoas mais velhas para fazer as coisas que valorizam e assim contribuir para a sociedade, em vez de se procurar simplesmente reduzir as despesas sociais.

Não se trata apenas de uma questão de genes

Na verdade, começamos a envelhecer assim que nascemos e também com o contributo da herança genética que cada um traz quando nasce.

Apenas cerca de 25% da diversidade na longevidade é explicada por fatores genéticos. Os outros 75% resultam em grande parte do impacto cumulativo das interações com o ambiente físico e social, que moldam comportamentos e exposições ao longo da vida.

Muitas das oportunidades e barreiras que enfrentamos são fortemente influenciadas por características pessoais, tais como o sexo e etnia, bem como a ocupação, nível de educação e capacidade económica.

Idades de reforma obrigatórias não criam empregos para os jovens

As políticas que impõem idades de reforma obrigatórias não ajudam a criar empregos para os jovens, mas reduzem a capacidade de contribuição dos trabalhadores mais velhos.

Reduzem também as oportunidades de uma organização beneficiar das capacidades dos trabalhadores mais idosos. A idade não demonstra ser um indicador fiável para avaliar a produtividade potencial ou a empregabilidade dos trabalhadores.

Frequentemente, uma grande parte das pessoas que se aproximam da idade tradicional da reforma não querem realmente reformar-se.

No entanto, muitos países ou indústrias ainda têm idades de reforma obrigatórias. Estas práticas podem causar em algumas circunstâncias um favorecimento para casos de discriminação.

Outros mitos relacionados com o envelhecimento

Além destas ideias equivocadas existem também alguns preconceitos associados às pessoas mais velhas.

Aqui estão alguns exemplos:

As pessoas idosas não estão interessadas no mundo exterior

Muitas pessoas que integram a população com mais de 65 anos utilizam frequentemente a internet.

Longe de serem atores sociais passivos, muitos indivíduos com mais de 50 anos participam todos os anos em programas de aprendizagem experimental para melhor compreender outras culturas em todo o mundo.

Muitos outros frequentam faculdades e universidades que conceberam programas de educação contínua para pessoas mais velhas.

Muitas pessoas, quer por opção ou por necessidade, permanecem envolvidas na força de trabalho muito para além da idade típica da reforma.

Os idosos não querem ou precisam de relacionamentos próximos

Os seres humanos têm uma identidade social muito forte. Famílias, tribos, equipas e organizações inteiras têm melhores hipóteses de sobrevivência e de prosperar quando estão socialmente ligadas.

A necessidade de relações significativas não diminui com a idade. Contudo, pode haver menos pessoas com quem seja possível estabelecer relacionamentos à medida que se envelhece e pode haver barreiras físicas e mentais que surgem com a idade.

A manutenção de relações sociais permite aos idosos experienciar muitos benefícios, como os desafios intelectuais, manutenção das capacidades de processamento de informação, feedback e apenas a simples partilha de sentimentos.

As pessoas idosas contribuem pouco para a sociedade

Com anos de competências pessoais e experiência profissional, os idosos podem ser profissionais, empregados, colegas e voluntários altamente especializados e capacitados.

Muitas organizações com voluntários com 55 anos ou mais contribuem para as suas comunidades através de muitas tarefas como por exemplo:

  • Tutorias
  • Ajuda a pequenas empresas
  • Ajuda na colocação de crianças em famílias de acolhimento
  • Apoio a outros idosos que se encontram em casa com companhia e ajuda nas tarefas diárias

Os trabalhadores mais velhos têm geralmente uma forte ética de trabalho e são grandes mentores e modelos para as gerações mais novas.

Quanto mais velhos mais teimosos e agarrados aos seus hábitos

Os idosos tendem a ter altos níveis de resiliência mental. A capacidade das gerações mais velhas de aceitar e recuperar da adversidade tem sido demonstrada muitas vezes.

Por exemplo, as taxas de sobrevivência entre os marinheiros mais velhos durante a Segunda Guerra Mundial foram muito superiores às dos marinheiros mais jovens.

Faltavam às gerações mais jovens de marinheiros as capacidades que os marinheiros experientes possuíam, tais como autoconfiança, autossuficiência, abnegação e uma atitude geral de resistência e resiliência.

A deterioração mental e física é inevitável na velhice

Há uma certa perda de função à medida que o envelhecimento progride, mas há estratégias que se podem aplicar para prevenir, ou pelo menos abrandar, os processos de envelhecimento físico e mental.

As células estaminais perdem parte do seu potencial e outras células enfraquecem, mas hábitos saudáveis podem dificultar este processo.

O levantamento de peso, por exemplo, ajuda a reter a integridade muscular e óssea. O exercício aeróbico e uma alimentação saudável diminuem as hipóteses de deterioração física e mental.

O exercício físico e do cérebro, bem como a aprendizagem contínua ajudam a combater o declínio cognitivo.

Demasiado tempo passado de forma sedentária a ver televisão é prejudicial em qualquer idade, mas é particularmente prejudicial para os idosos, que muitas vezes vêm a sua geração vista de forma estereotipada como fraca, esquecida, rabugenta e confusa.

Os idosos são todos pobres

A taxa de pobreza entre as pessoas com mais de 65 anos tem vindo a diminuir nas últimas décadas, no entanto muitos idosos têm valores de reforma baixos e continuam a debater-se com problemas financeiros.

Ter um rendimento fixo e que não muda à medida que a inflação vai subindo pode-se transformar facilmente numa preocupação ou situação menos benéfica. Mas isto não quer dizer que todos os idosos são pobres ou vivem em situação de pobreza extrema.  

Os idosos não se interessam por sexo ou intimidade

Este é um dos mitos que tem persistido em grande parte devido ao facto de a atividade sexual e saúde sexual entre os idosos serem pouco discutidas e estudadas.

Uma sondagem nacional da Universidade de Michigan de 2017 sobre o envelhecimento saudável perguntou a uma amostra nacional de adultos com idades compreendidas entre os 50 e os 80 anos sobre as suas perspetivas de sexo e relações íntimas.

Os resultados mostraram que quase dois em cada três inquiridos, 65%, estavam interessados em sexo e a maioria, 76%, concordou que o sexo é uma parte importante de uma relação romântica em qualquer idade.

Quarenta por cento dos inquiridos indicaram que ainda eram sexualmente ativos. Além disso, os estudos têm encontrado consistentemente uma associação entre a atividade sexual positiva e o bem-estar geral, mesmo entre os mais idosos.

Enquanto a frequência da atividade sexual tende a diminuir com a idade, a atividade sexual e o sentir proximidade emocional com o parceiro durante a atividade sexual tendem a estar associados a um maior bem-estar na vida tanto em homens como em mulheres com 50 anos ou mais.

Os idosos não podem tomar boas decisões

A idade pode trazer alguma sabedoria. As competências cognitivas que se alcançam em idade mais avançada baseiam-se numa vida inteira de experiência e formação.

A tomada de decisões partilhada, seja sobre uma escolha médica, uma decisão financeira ou qualquer outra coisa relacionada com uma pessoa idosa, deve envolver a própria pessoa de idade, desde que esta ainda seja competente.

A participação partilhada na tomada de decisões tende a melhorar os resultados.

Os idosos perdem o desejo de viver

As pessoas idosas tornam-se mais recetivas à morte quando têm algum sentido de controlo sobre ela. Um ambiente confortável e controlado é desejado pela maioria dos idosos, independentemente da idade.

Todas as pessoas querem viver e viver bem, os idosos não são exceção. Geralmente as pessoas com estabilidade mental e física não desejam encurtar a sua vida.

Já sabe tudo sobre o envelhecimento

Na verdade, não se sabe ainda tudo o que há para saber sobre o envelhecimento, o processo de envelhecer e o que tudo isso implica.

Em algumas sociedades, as pessoas com 85 anos ou mais são o segmento da população que mais cresce.

À medida que se vive mais tempo e melhor, mais questões e desafios se levantam para entender o envelhecimento e as suas consequências.

Conclusão

Muitas pessoas fazem suposições sobre o envelhecimento. O que significa e como é ser velho e, sobretudo, como a idade mais avançada as irá afetar.

Mas à medida que envelhecemos, é importante compreender os aspetos positivos do envelhecimento.

A investigação científica tem demonstrado que se pode ajudar a preservar a saúde e a mobilidade à medida que se envelhece, adotando ou continuando hábitos saudáveis e escolhas mais saudáveis de estilos de vida.

As atitudes em relação ao envelhecimento têm um efeito real, mensurável e físico na forma como envelhecemos.

As pessoas que desenvolvem sentimentos mais positivos sobre esta fase da vida comportam-se de forma diferente das pessoas que pensam que envelhecer significa passar a ser irrelevante ou patético.

As pessoas mais positivas têm melhores resultados nos testes de memória e têm menos probabilidades de desenvolver os sintomas da doença de Alzheimer.

Têm também mais mobilidade e podem andar mais depressa, com mais probabilidades de recuperar totalmente de uma deficiência grave. E vivem de facto mais tempo, uma média de sete anos e meio.

É cada vez mais evidente que a saúde tem o maior efeito sobre a forma como envelhecemos e também nos custos associados, quer em termos monetários, quer em termos sociais e físicos.

De acordo com a ciência, alcançar uma velhice feliz é influenciado por sete fatores:

  • Não fumar
  • Hábitos de consumo saudáveis
  • Estabilidade nos relacionamentos
  • Índice de massa corporal equilibrado
  • Fazer exercício físico
  • Nível de educação
  • Mecanismos de sobrevivência

Entende-se por um envelhecimento bem-sucedido como, estar com boa saúde, ter apoio social suficiente, não sofrer de deficiências irreversíveis e ter um bom padrão de saúde mental.

Nesta equação também se têm em conta fatores subjetivos como o considerar se a vida é agradável e a competência na realização das tarefas quotidianas.

O mais importante é perceber que, embora inevitavelmente todos envelhecemos, podemos também ser capazes de ter controlo sobre esse processo e torná-lo numa experiência positiva.

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Referências:

  • Organização Mundial de Saúde
  • AgingCare
  • elder.org

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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