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De que forma o exercício físico beneficia o bem-estar mental dos idosos?

Como o exercício físico ajuda a saúde mental dos idosos

Mesmo com uma idade avançada, é imperativo manter a atividade para que os idosos se possam manter em forma e estar no seu melhor, física e mentalmente.

O exercício pode ajudar a fortalecer os músculos e a melhorar a mobilidade de uma pessoa idosa, o que pode ajudar a prevenir quedas.

O exercício pode também diminuir os riscos de doenças cardíacas e outros problemas de saúde, como diabetes e obesidade.

Além disto tudo, o exercício é também benéfico para a saúde mental, uma vez que pode estimular o humor e promover a saúde cerebral.

O exercício ajuda a tornar as pessoas fisicamente mais aptas e beneficia o bem-estar geral, mas também tem um efeito positivo no cérebro.

Por exemplo, levantar pesos duas vezes por semana parece estar relacionado com uma diminuição de matéria branca no cérebro além de melhorar o equilíbrio.

Assim, acrescentar uma rotina de exercício à rotina de levantamento de peso, pode ajudar a produzir resultados positivos tanto para a saúde física como mental.

Os idosos podem manter a juventude mantendo as redes neurais do cérebro agilizadas. Uma vez que os sentidos tendem a enfraquecer com o tempo, dar ao cérebro um treino mental é tão importante como o exercício físico diário.

Dar continuamente à mente novas ideias para agarrar e desafios para ultrapassar são algumas das melhores formas de manter o alerta e promover a saúde cerebral.

Tal como em muitas questões relacionadas com a idade, a prevenção é fundamental e os exercícios cerebrais para os idosos podem ser um excelente complemento a um regime diário de exercício físico, de forma a manter a agilidade física e mental para uma melhor qualidade de vida.

Como a atividade física ajuda o bem estar mental dos idosos?

Não se pode dissociar uma boa saúde física de uma boa saúde mental, já que estão ambas interligadas para que possa haver harmonia e mais bem-estar.

O exercício reduz a ansiedade e a depressão

Mesmo níveis baixos de atividade física podem ajudar a afastar a tristeza e reduzir as hipóteses de desenvolver depressão. Participar numa aula de fitness como o tai chi ou dança, pode ser uma grande ajuda para manter uma mente feliz e saudável.

O exercício físico melhora o fluxo sanguíneo para o cérebro

Um fluxo sanguíneo estável e saudável para o cérebro é crucial porque traz oxigénio, glucose e outros nutrientes para o funcionamento cerebral.

Caminhar de forma rápida durante 30 a 50 minutos três ou quatro vezes por semana produz um fluxo sanguíneo melhor para o cérebro em 15%.

O exercício ajuda na produção de novas células cerebrais

A atividade aeróbica, como a corrida ou o jogging, está ligada à neurogénese, ou seja, à criação de novos neurónios no cérebro. Este processo desempenha um papel central no desenvolvimento neural, criando mais neurónios, o que melhora a função.

O exercício pode melhorar a memória

O exercício aeróbico tem sido associado com o aumento do tamanho do hipocampo, que é a área do cérebro que se relaciona com a memória verbal e a aprendizagem.

Ajuda a dormir melhor

Um dos problemas mais comuns enfrentados pela população idosa é a falta de sono.

À medida que envelhecemos, temos tendência a ter um sono mais leve e menos profundo. O exercício estimula o sono e o exercício regular melhora a qualidade do sono.

A atividade física aumenta o tempo do sono profundo, o que ajuda ainda mais a impulsionar o sistema imunitário e a controlar a ansiedade e o stress. Além disso, o exercício provoca gasto de energia, o que provoca cansaço e resulta num sono mais longo e tranquilo.

Ajuda a equilibrar a química cerebral

Os neurotransmissores são responsáveis pela forma como nos sentimos, tanto física como mentalmente. O exercício regular estimula a produção de neurotransmissores como a dopamina, norepinefrina e serotonina.

O exercício regular estimula a libertação destes químicos cerebrais, que ajudam a melhorar o bem-estar geral. Ao estimular a produção de norepinefrina, contraria o efeito da resposta ao stress no corpo.

Com a idade, o nível de dopamina diminui no cérebro, o exercício ajuda a libertar dopamina e a produzir um sentimento de positividade.

O exercício exerce um efeito relaxante e calmante no cérebro e no corpo devido à libertação de serotonina.

Neste sentido, o exercício regular é essencial para os idosos, porque ajuda a manter o nível de neurotransmissores do cérebro, o que diminui os sintomas de distúrbios do humor, reduz o stress, e dá uma sensação de calma e relaxamento.

Aumenta os níveis de energia

A fadiga é muito comum entre as pessoas idosas. O exercício não só ajuda a superar a fadiga, como também aumenta o nível de energia no corpo.

Dar um simples passeio no ar fresco não só estimula o humor, como também aumenta os níveis de energia. Durante o exercício, é utilizada a energia que é armazenada no corpo o que ajuda a energizar ao mesmo tempo.

Reduz a tensão muscular

A tensão muscular é outro problema de saúde comum enfrentado pelas pessoas idosas. A contração prolongada dos músculos resulta em tensão muscular, o que pode provocar dores musculares e espasmos musculares.

Uma das principais causas de tensão muscular é a falta de exercício. Além disso, com a idade, as pessoas começam a perder massa muscular e força.

Os idosos que passam a maior parte do seu tempo de forma sedentária acabam por ter mais problemas relacionados com os músculos.

Os músculos tensos geralmente carecem de oxigénio e nutrientes vitais. O exercício aumenta o fluxo de sangue para as células musculares, o que por sua vez aumenta a oxigenação dos músculos.

Diminui o risco de quedas

O risco de quedas é muito maior nos idosos. As quedas são bastante perigosas, dado que não só causam danos físicos ao corpo, mas também trazem problemas de independência e autonomia para os idosos.

O tempo de recuperação após as quedas aumenta com a idade. O exercício regular ou a realização de fisioterapia preventiva de quedas aumenta a força muscular e a flexibilidade.

Os exercícios físicos resultam numa melhor densidade óssea, o que torna o osso mais forte e reduz o risco de contrair fraturas e osteoporose. O exercício físico ajuda também a melhorar a coordenação e o equilíbrio.

Reduz o risco de desenvolvimento de demência

A inatividade aumenta o risco de desenvolvimento de demência entre os idosos, uma doença que exige cuidados com a memória ou assistência em fases posteriores da doença.

A demência é um termo que designa várias doenças neurológicas que podem incluir alterações mentais, incluindo a incapacidade de julgamento, perda de memória, comportamentos inapropriados ou outros.

O exercício regular aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que mantém as células saudáveis e também ajuda no crescimento de novas células cerebrais, o que ajuda no aumento da memória e no controlo do pensamento.

Conclusão

O exercício mantém o corpo e o cérebro saudáveis. Ajuda a manter a forma física e mental.

Em geral os idosos que se exercitam regularmente têm tendência para correr menos riscos de desenvolver uma doença mental. Além disso, o exercício também ajuda a tratar a ansiedade e a depressão.

Muitas pessoas acreditam que com o avançar da idade, o exercício perde o seu efeito e por isso não é necessário que os idosos exercitem o seu corpo. Este conceito não é verdade dado que o exercício físico beneficia a saúde mental em todas as idades.

Neste sentido, o exercício regular é altamente benéfico para as pessoas idosas. Não só permite que vivam uma vida mais ativa e saudável, como contribui para a longevidade.

Beneficia a saúde mental, mantendo os idosos ativos e saudáveis, o que permite que vivam de forma independente até mais tarde.

Uma parte regular e saudável da vida dos idosos encontra-se na motivação para fazer exercício físico regular.

O exercício de rotina ajuda os mais velhos a tornarem-se mentalmente fortes e a combater situações como a depressão e a ansiedade, que são bastante comuns na velhice.

Ao fazer exercício, os idosos garantem não só um corpo mais saudável como também uma mente mais equilibrada e com saúde e assim um pouco mais perto de uma melhor qualidade de vida.

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Referências:

  • National Institute on Aging
  • National Institute of Nursing Research

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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