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Como lidar com o esquecimento nos idosos?

Como lidar com o esquecimento nos idosos?

Todos nós já passamos por momentos em que perdemos alguma coisa ou nos esquecemos de algo. Geralmente não perdemos muito tempo a pensar nestes pequenos lapsos.

Os lapsos de memória podem ser frustrantes, mas a maior parte das vezes não são motivo de preocupação. Mas, à medida que envelhecemos estes lapsos de memória podem transformar-se em algo mais preocupante.

 À medida que envelhecemos, experimentamos alterações fisiológicas que podem causar falhas nas funções cerebrais que sempre tomámos como garantidas.

Nesta fase demora mais tempo para aprender algo e também a recordar a informação. O processo de lembrar algo torna-se mais lento.

Na verdade, pode-se confundir esta lentidão dos processos mentais com a verdadeira perda de memória. Mas na maioria dos casos, se se der algum tempo, a informação acaba por voltar à mente.

Assim, embora seja verdade que certas alterações cerebrais são inevitáveis quando se trata de envelhecimento, os grandes problemas de memória não são um deles.

É por isso que é importante saber a diferença entre o esquecimento normal relacionado com a idade e os sintomas que podem indicar um problema cognitivo em desenvolvimento.

Muitos idosos preocupam-se com a sua memória e outras capacidades de pensamento. Por exemplo, podem estar preocupados em demorar mais do que antes a aprender coisas novas, ou podem por vezes esquecer-se de pagar uma conta.

Estas alterações são geralmente sinais de esquecimento ligeiro e muitas vezes uma parte normal do envelhecimento, não significando que são problemas graves de memória.

A diferença entre o esquecimento normal, relacionado com a idade, e um grave problema de memória é identificável. Os problemas graves de memória tornam mais difícil fazer coisas quotidianas como conduzir, usar o telefone e encontrar o caminho para casa.

Algumas pessoas idosas têm pouca ou nenhuma mudança na sua capacidade de memória, mas, noutras pessoas, o esquecimento pode começar a interferir com as suas vidas de uma forma percetível.

A falta de memoria pode significar deixar contas por pagar, fogões acesos, ou portas abertas, o que pode criar sérias preocupações de segurança.

A memória a curto prazo, ou seja, a memória de eventos mais recentes, é o tipo de memória que se torna mais frequentemente prejudicada com o envelhecimento.

Este tipo de memória está mais relacionado com planeamento, organização, e acompanhamento de eventos e atividades da vida diária.

Muitas vezes, as memórias a longo prazo, da infância ou da juventude permanecem, mesmo no caso da doença de Alzheimer.

Portanto, é a memória de curto prazo que é importante avaliar quando há preocupações sobre um possível declínio da memória nos idosos.

Quais são os sinais do esquecimento nos idosos?

Os sinais de esquecimento que pode causar mais preocupação nem sempre podem ser facilmente identificáveis.

Eis alguns sinais que podem indicar que a falta de memoria é preocupante e talvez seja necessário procurar ajuda médica:

  • Esquecimento de nomes ou compromissos
  • Cometer erros ocasionais em sistemas de organização pessoal
  • Confusão sobre os dias da semana
  • Dificuldade em encontrar a palavra certa
  • Tomar uma má decisão que prejudica de alguma forma
  • Cansaço permanente do trabalho, das obrigações familiares e sociais
  • Desenvolver formas muito específicas de fazer as coisas e mostrar irritação quando uma rotina é perturbada
  • Fazer as mesmas perguntas repetidamente
  • Perder-se em lugares que se conhecem bem
  • Ter dificuldades em seguir receitas ou instruções
  • Tornar-se mais confuso sobre o tempo, as pessoas e os lugares
  • Não cuidar de si próprio, comer mal, não tomar banho, ou comportar-se de forma insegura
  • Dificuldade para recordar acontecimentos recentes
  • Dificuldade para pensar de forma clara

O médico poderá realizar testes e avaliações, que podem incluir um exame ao cérebro, para ajudar a determinar a origem dos problemas de memória.

O médico pode também recomendar uma consulta com um neurologista, um médico especializado no tratamento de doenças do cérebro e do sistema nervoso.

As pessoas com problemas de memória devem fazer uma consulta de acompanhamento para verificar a sua memória de seis em seis ou de 12 em 12 meses.

Quais são as causas para a falta de memoria nos idosos?

Os problemas de memória e outros problemas de pensamento têm muitas causas possíveis, incluindo depressão, uma infeção, ou efeitos secundários de medicamentos.

Por vezes, o problema pode ser tratado, e a cognição melhora. Outras vezes, o problema é um distúrbio cerebral, como a doença de Alzheimer, que não pode ser invertido.

Encontrar a causa dos problemas é importante para determinar o melhor curso de ação. Uma vez conhecida a causa, é possível fazer o plano de tratamento mais adequado.

O cérebro é capaz de produzir novas células cerebrais em qualquer idade, pelo que a perda significativa de memória não é um resultado inevitável do envelhecimento.

Mas, tal como acontece com a força muscular, é preciso usar a memória senão ela perde-se.O estilo de vida, hábitos e atividades diárias têm um enorme impacto sobre a saúde do cérebro.

Três causas de perda de memória relacionadas com a idade podem ser identificadas:

O hipocampo, uma região do cérebro envolvida na formação e recuperação de memórias, deteriora-se frequentemente com a idade.

Hormonas e proteínas que protegem e reparam as células cerebrais e estimulam o crescimento neural também diminuem com a idade.

As pessoas mais velhas sofrem frequentemente uma diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro, o que pode prejudicar a memória e levar a mudanças nas capacidades cognitivas.

Outras causas para a perda de memória

Por vezes, mesmo o que parece uma perda significativa de memória pode ser causado por condições tratáveis e fatores externos reversíveis, como por exemplo:

Depressão

A depressão pode imitar os sinais de perda de memória, tornando difícil a concentração, manter a organização, lembrar eventos e fazer as coisas habituais.

A depressão é um problema comum nos idosos, especialmente se tiverem tendência para serem menos sociais e ativos do que costumavam ser.

Ou também se tiverem experimentado recentemente uma série de perdas importantes ou grandes mudanças de vida como a reforma, um diagnóstico médico grave, a perda de um ente querido ou mudança de casa.

Deficiência de vitamina B12

A vitamina B12 protege os neurónios e é vital para o funcionamento saudável do cérebro. A falta de vitamina B12 pode causar danos permanentes no cérebro.

Os idosos têm uma taxa de absorção nutricional mais lenta, o que pode dificultar a obtenção da vitamina B12 de que a sua mente e corpo necessitam.

Se o idoso fumar ou consumir álcool, pode correr um risco maior de deficiência desta vitamina. Os efeitos da deficiência podem ser combatidos com suplementos ou medicação.

Problemas de tiróide

A glândula tiroide controla o metabolismo, se o metabolismo for demasiado rápido, pode causar confusão, e se for demasiado lento, pode causar preguiça ou depressão.

Os problemas da tiroide podem causar problemas de memória, como esquecimento e dificuldade de concentração. Mas a utilização de medicamentos pode inverter os sintomas.

Consumo de álcool

O consumo excessivo de álcool é tóxico para as células cerebrais e o abuso de álcool leva à perda de memória.

Com o tempo, o abuso do álcool pode também aumentar o risco de demência. Devido aos efeitos nocivos do consumo excessivo, os especialistas aconselham a limitar a ingestão diária a apenas 1 ou 2 bebidas.

Desidratação

Os idosos são particularmente suscetíveis à desidratação. A desidratação grave pode causar confusão, sonolência, perda de memória e outros sintomas que se assemelham à demência.

É importante manter a hidratação, ingerindo entre 6 a 8 bebidas não alcoólicas por dia. É necessária particular vigilância para quem toma diuréticos ou laxantes, sofre de diabetes, açúcar elevado no sangue ou diarreia.

Efeitos secundários da medicação

Muitos medicamentos prescritos e de venda livre ou combinações de medicamentos podem causar problemas cognitivos e perda de memória como um efeito secundário.

Isto é especialmente comum em idosos porque decompõem e absorvem a medicação mais lentamente.

Medicamentos comuns que afetam a memória e a função cerebral incluem comprimidos para dormir, anti-histamínicos, medicamentos para a tensão arterial e artrite, relaxantes musculares, medicamentos anticolinérgicos para incontinência urinária e desconforto gastrointestinal, antidepressivos, medicamentos para a ansiedade e analgésicos.

Além de certos medicamentos individuais, tomar demasiados medicamentos também pode criar problemas cognitivos.

Quanto mais medicamentos são tomados, maior será o risco de atrofia cerebral. A perda de matéria cinzenta é mais aguda em pessoas que tomam três ou mais medicamentos diferentes.

Quais as diferenças entre esquecimento e declínio cognitivo

Para a maioria das pessoas, os lapsos ocasionais na memória a curto prazo são uma parte normal do processo de envelhecimento, não um sinal de aviso de grave deterioração mental ou o aparecimento de Alzheimer ou outro tipo de demência.

Estes tipos de lapsos de memória são normais entre a população mais velha e geralmente não são considerados sinais de aviso de demência:

  • Ocasionalmente esquecer onde foram deixados objetos usados regularmente, tais como óculos ou chaves
  • Esquecer nomes de conhecidos ou trocar nomes, como chamar um neto pelo nome do filho
  • Ocasionalmente esquecer um compromisso ou entrar numa sala e esquecer a razão porque entrou
  • Distrair-se facilmente ou ter dificuldade em recordar o que acabou de ler, ou os detalhes de uma conversa
  • Não conseguir recuperar a informação que tem na ponta da sua língua

A principal diferença entre a perda de memória relacionada com a idade e a demência ou outro tipo de declínio cognitivo, é que a primeira não é incapacitante.

As perdas de memória têm pouco impacto no desempenho diário e na capacidade de fazer o que se quer fazer.

O declínio cognitivo, por outro lado, é marcado por um declínio persistente e incapacitante, afetando pelo menos duas ou mais capacidades intelectuais, tais como a memória, linguagem, julgamento, e pensamento abstrato.

Quando a perda de memória se torna extensa e grave, de forma a que chegar a perturbar o trabalho, hobbies, atividades sociais e relações familiares, pode significar que são os sinais de alerta da doença de Alzheimer, ou outra doença que provoca demência, ou uma condição semelhante.

Alterações normais da memória relacionadas com a idade

  • Capacidade para funcionar independentemente e de prosseguir atividades normais, apesar de ocasionais lapsos de memória         
  • Capacidade de recordar e descrever incidentes relacionados com esquecimento
  • Poder recordar instruções ou direções
  • Não se perder em lugares familiares   
  • Dificuldade ocasional em encontrar a palavra certa, mas sem dificuldade em manter uma conversa
  • Julgamento e capacidade de decisão iguais aos de sempre       

Sinais que podem indicar declínio cognitivo ou demência

  • Dificuldade em executar tarefas simples como pagar as contas, vestir-se adequadamente ou lavar a roupa
  • Esquecimento de fazer as coisas como foram feitas muitas vezes anteriormente
  • Incapacidade para recordar ou descrever casos específicos em que a perda de memória causou problemas
  • Perder-se ou desorientar-se mesmo em lugares familiares
  • Incapacidade para seguir direções ou instruções
  • As palavras são frequentemente esquecidas, mal utilizadas ou falsificadas
  • Repetir frases e histórias na mesma conversa
  • Dificuldade para fazer escolhas ou tomar decisões
  • Comportamentos sociais inapropriados

Sintomas de ligeira deficiência cognitiva

A deficiência cognitiva ligeira é uma fase intermédia entre as alterações cognitivas normais relacionadas com a idade e os sintomas mais graves que indicam demência.

Este tipo de deficiência cognitiva pode envolver problemas de memória, linguagem, pensamento, e julgamento que são maiores do que as mudanças normais relacionadas com a idade.

A diferença entre este tipo e a o esquecimento normal por causa da idade é por vezes mínima.

À medida que se envelhece, ter alguns problemas em lembrar os nomes das pessoas é normal. No entanto, não é normal esquecer os nomes dos familiares e amigos próximos e ser incapaz de os recordar após um período de tempo.

Ao contrário das pessoas com demência total, as pessoas que têm uma ligeira deficiência cognitiva ainda são capazes de funcionar na vida quotidiana sem depender de outros.

Embora muitas destas pessoas acabem por desenvolver a doença de Alzheimer ou outro tipo de demência, isso não significa que seja inevitável.

Mas, em geral, quanto maior for o grau de perda de memória, maior será o risco de desenvolver demência em algum momento no futuro.

Os sintomas de ligeira deficiência cognitiva mais comuns incluem:

  • Perder ou colocar as coisas frequentemente no lugar errado
  • Esquecimento frequente de conversas, compromissos ou eventos
  • Dificuldade em lembrar os nomes de novos conhecidos
  • Dificuldade em seguir o fluxo de uma conversa

Como lidar com o esquecimento nos idosos?

As pessoas com algum esquecimento apenas, podem usar uma variedade de estratégias que podem ajudá-las a permanecer saudáveis e a lidar com mudanças na sua memória e capacidades mentais.

Eis algumas estratégias:

  • Aprender a fazer uma nova atividade
  • Seguir uma rotina diária
  • Planear tarefas, fazer listas de tarefas e usar ferramentas de memória como calendários e anotações
  • Colocar objetos pessoais como a carteira, chaves, telefone e óculos no mesmo local todos os dias
  • Envolver-se em atividades que podem ajudar tanto a mente como o corpo
  • Fazer voluntariado
  • Passar tempo com amigos e familiares
  • Dormir o suficiente, geralmente sete a oito horas por noite
  • Fazer exercício e ter uma dieta equilibrada
  • Prevenir ou controlar a tensão arterial elevada
  • Evitar o consumo excessivo de álcool
  • Procurar ajuda se existirem sinais de depressão por um longo período

Exercícios cerebrais para combater a perda de memória

Tal como o exercício físico pode tornar e manter o corpo mais forte, o exercício mental pode fazer o cérebro funcionar melhor e diminuir o risco de declínio cognitivo.

Procurar encontrar exercícios cerebrais considerados mais agradáveis para a pessoa. Quanto mais agradável for uma atividade, mais poderoso será o seu efeito no cérebro.

Eis algumas sugestões de exercícios que se podem fazer para ajudar a memória:

Jogar

Jogar jogos com os quais ainda não se está familiarizado e que envolvem estratégia, como xadrez ou bridge, e jogos de palavras como Scrabble, são excelentes opções para exercitar a memória.

Palavras cruzadas e outros puzzles de palavras, ou puzzles de números como o Sudoku, também são boas opções.

Ler

Ler jornais, revistas e livros. Sobretudo se tiverem conteúdos que desafiam o leitor ou promovem outras leituras.

Aprender coisas novas

Aprender coisas novas regularmente é um bom hábito para se ter. Alguns exemplos podem ser jogos, receitas, rotas de condução, um instrumento musical, uma língua estrangeira, entre outros.

Fazer cursos sobre assuntos desconhecidos, mas com interesse pessoal, é outra alternativa.

Quanto mais interessado e empenhado for o cérebro, maior será a probabilidade de continuar a aprender e maiores serão os benefícios que terá.

Melhorar a qualidade das atividades existentes

O objetivo é aprimorar as capacidades existentes como melhorar a fluência de uma língua que já se fala ou melhorar a performance num desporto que já se pratica.

Fazer projetos que envolvam design e planeamento

 Como criar um novo jardim, tricotar uma colcha ou contruir um lago no jardim.

Como ajudar os idosos que têm faltas de memória?

O esquecimento pode ser um fator desestabilizador na vida dos idosos e dos seus familiares. Saber como lidar com o esquecimento é uma boa forma de minimizar o seu impacto.

No entanto, os membros da família podem nem sempre estar disponíveis para lidarem com o esquecimento dos idosos.

O apoio domiciliário pode ser uma alternativa importante nestas circunstâncias para ajudar com cuidados mais adequados às necessidades do idoso.

Estabelecer rotinas

O estabelecimento de rotinas diárias na vida dos idosos que gradualmente vão sentindo uma ligeira perda de memória requer pouco esforço.

As tarefas diárias ou semanais devem ser definidas para os mesmos dias. Por exemplo, programar a ida às compras num dia específico. As visitas médicas de rotina devem ser agendadas todos os meses num determinado dia.

As rotinas podem ser assinaladas num grande calendário ou quadro branco que possa ser verificado diariamente.Como a cozinha é uma divisão que se usa todos os dias, é o local ideal para colocar um calendário.

Os dispositivos móveis como smartphones, tablets ou assistentes digitais podem ser usados para marcações ou lembretes.

Dieta equilibrada

Uma causa para a ocorrência de esquecimento com a idade é uma alimentação pobre, especialmente quando há uma deficiência de vitamina B12.

A ingestão de alimentos saudáveis é fundamental para atrasar a perda de memória que acompanha a idade.

Os alimentos mais benéficos para a saúde do cérebro incluem salmão, brócolos, abacate e mirtilos.

Hidratação

A desidratação pode levar a problemas, como perda de memória e confusão. Os idosos devem consumir seis a oito bebidas não alcoólicas por dia.

Deve haver especial cuidado com uma hidratação adequada se o idoso tomar diuréticos ou tiver diabetes ou açúcar elevado no sangue.

O consumo excessivo de álcool danifica as células cerebrais. Sabe-se que o efeito tóxico do álcool sobre o cérebro aumenta o risco de demência ao longo do tempo. Reduzir ou evitar o consumo de álcool é, assim, essencial para preservar a memória.

Impacto emocional na memória

As tensões, a ansiedade e a depressão são catalisadores de episódios de perda de memória.

A perda de memória provocada por problemas emocionais é geralmente temporária, pelo menos até que os problemas sejam resolvidos.

Nestes casos, reduzir o stress e estados emocionais adversos contribui para melhorar o funcionamento da memória.

A depressão em idosos é comum, especialmente quando ocorrem mudanças importantes na vida, como a morte de entes queridos ou um diagnóstico médico grave.

A depressão, leva muitas vezes à perda de concentração e de memória, por isso tratar a depressão pode ajudar a melhorar a memória.

Estimulação cognitiva

Se a memoria e o cérebro não forem usados acabam por se perder. Manter a mente ágil fornecendo diariamente estímulos mentais, é essencial.

Jogos como o xadrez, cartas ou jogos de tabuleiro, são uma boa opção para exercitar a memória.

Palavras cruzadas, ler livros e revistas ou memorização de poesia, são outras opções.

Efeitos dos medicamentos na memória

Em alguns casos, a medicação prescrita pode causar efeitos secundários, como perda de memória, em idosos.

É importante consultar o médico para determinar se podem ser feitos ajustamentos benéficos de medicação. Uma alteração pode ser a solução para travar o esquecimento crescente.

Flexibilidade e paciência

Ao lidar com um idoso que apresenta sinais de esquecimento é importante ter uma abordagem flexível e paciente:

  • Se for necessário, fazer lembretes repetidos para que não tenham problemas em fazer as suas tarefas diárias
  • Não falar aos gritos e ter paciência com a frustração do idoso por sentir que não se lembra do que precisa
  • Ajudar a continuar a fazer os trabalhos de rotina diária e deixar o idoso permanecer independente, sem pressionar ou stressar.
  • Dar amplo apoio emocional juntamente com ajuda prática
  • Evitar muitas distrações e ajudar a concentração e em fazer uma coisa de cada vez
  • Dar sugestões verbais em vez de fazer perguntas
  • Ajudar o idoso a dormir adequadamente

 Conclusão

O esquecimento pode ser uma parte normal do envelhecimento.

À medida que as pessoas envelhecem, ocorrem mudanças em todas as partes do corpo, incluindo o cérebro.

Como resultado, algumas pessoas podem notar que leva mais tempo a aprender coisas novas, não se lembram da informação tão bem como se lembravam, ou perdem coisas como os seus óculos, ou outros objetos pessoais.

Estes são normalmente sinais de esquecimento ligeiro e não de problemas graves de memória.

O esquecimento nos idosos é normal. Ao longo do tempo, o cérebro rejeita memórias que não são críticas para dar lugar a novas memórias.

Quando o idoso se esquece uma consulta médica, significa simplesmente que a pessoa idosa não estava preocupada com a visita programada.

O esquecimento normal não deve ser um motivo de preocupação. Exemplos de ligeira perda de memória incluem esquecer-se porque entrou na sala de estar ou colocar as chaves no lugar errado.

Estes lapsos ocasionais de memória não impedem o idoso de funcionar de forma independente.

Quando uma pessoa esquece informações significativas, como os nomes de entes queridos ou palavras importantes durante uma conversa, mostra sinais de perda progressiva de memória.

O declínio das capacidades de memória tende a agravar-se com o tempo e pode ser indicativo de uma condição grave, como a demência.

Quando é grave, a perda de memória é debilitante. O esquecimento impede o idoso de completar tarefas de rotina, como outrora e fica desorientado em lugares familiares.

Os problemas de esquecimento nos idosos podem ser extremamente perigosos e necessitam de cuidados e atenção adequados.

Assim, nesta fase, os idosos precisam de cuidados específicos e ajustados. É importante adotar estratégias preventivas para que os idosos possam ainda viver uma vida segura e com qualidade.

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Referências:

  • National Institute on Aging
  • Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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