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Porque é que os idosos têm dificuldade para engolir?

Porque é que os idosos têm dificuldade para engolir?

Os problemas com a mastigação dos alimentos e a deglutição são mais comuns na terceira idade. Alguns idosos têm dificuldade em engolir alimentos ou líquidos.

Esta condição geralmente designada como disfagia pode causar desnutrição, desidratação, ou pneumonia por aspiração.

Para os cuidadores, pode ser uma situação difícil, acompanhar uma pessoa que tem dificuldade em engolir e não ser capaz de ajudar.

A disfagia implica a dificuldade em engolir e pode ser grave. Embora seja passível de acontecer em qualquer idade, é mais comum em pessoas mais velhas, especialmente as que habitualmente sofrem com refluxo ácido.

Estima-se que 15% dos idosos e até 68% dos idosos que residem em lares de terceira idade são afetados pela disfagia.

Esta condição de saúde resulta geralmente do enfraquecimento dos músculos da boca e da garganta. Pode ser causada pelo envelhecimento, ou por doenças como esclerose múltipla, cancro, Alzheimer ou de um problema médico como um AVC.

A disfagia, é assim uma síndrome geriátrica que afeta uma grande parte das pessoas mais velhas, sobretudo as que sofreram ou sofrem de doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson ou outras.

As pessoas idosas diagnosticadas com disfagia podem desenvolver outro tipo de complicações de saúde como a desnutrição, pneumonia e desidratação.

Os idosos com afagia podem também apresentar taxas maiores de mortalidade e maiores índices de admissão a cuidados de longa duração.

Muitas pessoas que têm disfagia não diagnosticada acabam por se adaptar à situação através de mudanças de comportamento, mas outros acabam por sofrer graves consequências.

Porque é que os problemas de deglutição são preocupantes?

É importante prestar atenção aos sinais de disfagia porque pode causar graves problemas de saúde para os idosos.

Alguns problemas de saúde causados pela disfagia são:

  • Nutrição deficiente
  • Desidratação
  • Perda de apetite
  • Perda de peso
  • Não tomar os medicamentos de forma correta
  • Elevado risco de pneumonia por aspiração

A pneumonia por aspiração é uma infeção pulmonar causada por alimentos ou partículas líquidas nos pulmões e é a principal causa de hospitalização e morte em idosos residentes em lares.

Sinais e sintomas de disfagia

Ter dificuldade em engolir de vez em quando, geralmente por comer demasiado depressa ou não mastigar bem, não é o mesmo que mostrar sinais de disfagia.

Mas se os sinais frequentes de disfagia estiverem presentes, é essencial procurar ajuda médica o mais rapidamente possível.

Os sinais de disfagia incluem:

  • Tosse enquanto se come ou bebe
  • Asfixia em alimentos, líquidos ou medicamentos
  • Sons guturais, especialmente depois de comer ou beber
  • Dificuldade em engolir alimentos ou bebidas
  • Boca e garganta secas
  • Baba em excesso
  • Redução do tamanho e força da língua
  • Redução da força na parte superior da garganta ou faringe
  • Redução do tamanho e força das cordas vocais e da caixa de voz ou laringe
  • Uma garganta mais longa e dilatada
  • Uma entrada mais estreita na parte inferior da garganta ou esófago
  • Má capacidade da parte inferior da garganta ou esófago, para mover os alimentos para o estômago
  • Aumento global do tempo necessário para a deglutição
  • Diminuição geral da sensação ou sensibilidade da garganta e da caixa de voz

Outra abordagem para perceber se o idoso tem afagia é colocar-lhe algumas questões.

Estes são alguns exemplos de perguntas que se podem fazer aos idosos para saber se eles estão a ter um problema de deglutição:

  • Tosse ou engasga-se frequentemente depois de comer ou beber?
  • Sente por vezes que a comida está a descer na direção errada?
  • Sente muitas vezes que a comida está presa na garganta?
  • Quanto tempo leva a comer uma refeição?
  • Comer por vezes é menos agradável do que era anteriormente?
  • Perdeu peso recentemente de forma inesperada?

Quais são as causas da disfagia?

Qualquer problema no processo de deglutição pode causar problemas. Existem muitas causas potenciais de disfagia, razão pela qual é tão importante procurar ajuda médica para verificar se se trata de disfagia ou não.

As causas mais comuns de disfagia incluem:

  • Dentes em mau estado ou dentaduras mal ajustadas
  • Envelhecimento normal
  • Enfraquecimento dos músculos da boca e garganta
  • Refluxo ácido
  • AVC
  • Perturbações cognitivas como Alzheimer ou demência
  • Cancro da boca, garganta ou esófago
  • Alguns medicamentos

Como é feito o diagnóstico da disfagia?

Um diagnóstico de disfagia é tipicamente avaliado através de um teste de deglutição administrado por um profissional de saúde.

Neste tipo de teste, o idoso engole uma solução de contraste, feita de bário, e depois é continuamente radiografado enquanto engole líquidos de diferentes consistências, como água, néctar grosso, mel grosso e pudim.

Se forem necessários testes adicionais, estes podem incluir um exame visual do esófago do idoso, uma avaliação endoscópica da deglutição, um teste do músculo esofágico, ou outros exames de imagem.

O teste de deglutição por raio-X procura aspiração, uma situação onde o líquido é engolido e desce para os pulmões em vez de para o estômago. A aspiração causa tipicamente pneumonia ou outras condições graves.

Se a aspiração estiver a acontecer, os médicos farão recomendações para gerir a disfagia com uma dieta constituída por líquidos espessados e alimentos em puré.

Dicas para a gestão segura da disfagia em casa

Para os cuidadores que ajudam um idoso com disfagia existem algumas considerações essenciais a ter em mente.

Algumas dessas considerações são as seguintes:

Toma de medicamentos

Se a pessoa idosa toma medicamentos orais com água, deverá passar a engolir os medicamentos habituais com uma bebida espessa.

Ou em alternativa, os comprimidos deverão ser esmagados e misturados com um alimento mais espesso, como pudim ou puré de maçã.

Os comprimidos têm tipicamente um sabor bastante desagradável, especialmente quando têm revestimento. Usar pudim de chocolate ou baunilha, puré de maçã, ou outro alimento doce para mascarar os maus sabores é uma boa ideia.

No entanto, alguns comprimidos são rotulados como não devendo serem esmagados, por isso é conveniente falar com o médico ou com o farmacêutico sobre os medicamentos que o idoso está a tomar, no sentido de perceber se os comprimidos podem ser esmagados, e se se deve evitar misturá-los com algo específico.

Uma suspensão oral, ou versão líquida do medicamento pode ser uma alternativa melhor, uma vez que pode ser facilmente tornada mais espessa.

Evitar palhinhas para beber

Dependendo do estado do idoso, o cuidador pode ajudar o idoso a perceber que geralmente não é uma boa ideia para os idosos com disfagia utilizarem palhinhas.

Para alguém que tem dificuldade em beber, a utilização de palhinha pode parecer uma ajuda útil, mas é mais provável que as palhinhas aumentem a taxa de fluxo de líquidos na boca.

O que torna mais difícil para os músculos da boca e garganta enfraquecidos obter o líquido da forma correta, o que pode levar a asfixia ou aspiração.

Manter a hidratação

A hidratação saudável é fundamental para qualquer pessoa e mais ainda para os idosos. Quando existe disfagia, toda a água e outras bebidas que o idoso bebe, deve ser engrossada.

Beber líquidos mais espessos demora mais tempo do que beber líquidos não espessados, pelo que a gestão de uma hidratação saudável requer paciência e até mesmo uma atenção mais ativa por parte do cuidador.

Os agentes espessantes podem ser géis ou pós que são misturados com uma bebida e que se podem encontrar facilmente no supermercado ou na farmácia.

Evitar gelados e gelatina

Gelados e gelatina parecem sobremesas básicas para as pessoas mais velhas, mas não são indicadas numa situação de disfagia.

Quer os gelados como a gelatina podem derreter na boca e transformar-se num líquido fino que, quando engolido, pode causar aspiração ou engasgo.

Para as pessoas com disfagia, é fisicamente necessário mais tempo para que a língua e a mandíbula levem os alimentos à parte de trás da garganta para engolir, o que permite que o gelado e a gelatina se derretam e transformam num líquido fino que pode ser perigoso.

Obtenção de uma nutrição suficiente

Para muitos idosos com disfagia, obter calorias suficientes, bem como vitaminas e minerais, pode ser um desafio difícil.

Algumas bebidas podem parecer boas ideias para substituir refeições e adicionar calorias, mas são muitas vezes difíceis de engrossar adequadamente devido às proteínas e vitaminas do líquido. Além disso, estão carregadas com açúcar e ingredientes artificiais.

Existem outras formas de incorporar alimentos inteiros e ingredientes nutricionais numa dieta de disfagia:

Alimentos ricos em gordura como iogurte grego, abacate, manteiga de amendoim, creme de coco e queijos moles podem ser adicionados a pratos doces e salgados para aumentar o conteúdo calórico e ajudar os idosos a manter o peso.

Alimentos como abóbora, feijão, que pode ser preto ou frade, vegetais cozidos a vapor, como couve-flor, brócolos, couve e espinafres, e frutas, como a banana, morangos e manga, adicionam muitos nutrientes essenciais à dieta do idoso e podem ser incorporados em sopas e purés mais espessos.

Cremes podem ser misturados com outros ingredientes para dar consistências mais engrossadas que são mais adequadas.

O leite pode ser misturado com alimentos como banana, abóbora e manteiga de amendoim para engrossar de forma natural em batidos sem aditivos artificiais.

Alguns nutricionistas podem recomendar a adição de proteínas em pó ou misturas de bebidas terapêuticas à dieta do idoso para o ajudar a manter o peso, especialmente para os idosos que estão a construir músculo.

Postura física

É fundamental que as pessoas com disfagia se coloquem completamente em pé quando comem e bebem. Isto ajuda os alimentos e as bebidas a chegarem ao estômago mais facilmente.

Se o idoso estiver numa cama de hospital, cadeira de rodas, ou passar muito tempo numa cadeira reclinável, poderá ser necessário ajustar o encosto ou ajudar o idoso a manter a cabeça erguida quando comem e bebem.

Horário das refeições

Para pessoas com sintomas de disfagia que também apresentam doenças crónicas como a esclerose múltipla ou Parkinson, a fadiga e fraqueza extremas podem tornar a alimentação por mais de 15 minutos, a cada refeição, muito cansativa.

Quanto mais cansado estiver o idoso, mais difícil será engolir corretamente a comida e a bebida. Pode ser mais recomendável que os idosos comam e bebam durante curtos períodos de tempo espalhados ao longo do dia.

Em qualquer situação de problema com a deglutição ou sinais de fadiga, é essencial falar imediatamente com o médico para que seja possível atuar de forma rápida para resolver o problema.

Formas de adicionar calorias a uma dieta de um idoso com disfagia

Quando os idosos têm problemas para engolir ou disfagia, as dietas especiais que têm de seguir podem causar perda de peso e desnutrição que são pouco saudáveis.

Para manter a pessoa idosa saudável, existem alguns alimentos que são fáceis de adquirir e também saborosos que aumentam a quantidade de calorias e nutrientes saudáveis numa dieta para um idoso com disfagia.

Tendo em conta que os problemas de deglutição são ainda mais graves quando associados a doenças como demência, Parkinson, ou esclerose múltipla podem causar perda de peso e deficiência nutricional, é importante ter cuidado para evitar a desnutrição do idoso.

Estima-se que a malnutrição afeta mais de 35% dos adultos com mais de 65 anos de idade.

Não receber calorias, vitaminas e minerais suficientes pode tornar o idoso mais vulnerável a constipações e gripes, aumentar o risco de ocorrência de escaras, e afetar o estado de humor geral e os níveis de energia.

Pode ser um desafio aprender a modificar os alimentos e bebidas que o idoso pode engolir em segurança e garantir que está a receber calorias e nutrientes saudáveis em quantidades suficientes.

Embora possa parecer que a única forma de obter calorias extra é através de alimentos fritos ou processados ou bebidas processadas e açucaradas, há muitas formas simples de adicionar gorduras e nutrientes saudáveis a uma dieta para uma pessoa com disfagia.

Alguns alimentos básicos numa dieta ajudam os idosos a manter um peso saudável e a sentirem-se mais energizados.

Estes são alguns alimentos que podem ser usados numa dieta para a disfagia:

Abacate

Uma chávena de abacate em cubos tem cerca de 22 gramas de gordura. Além disso, é um dos alimentos mais ricos em nutrientes. O abacate é rico em potássio, fibras, vitamina B-6, e vitamina C, entre outros.

Por outro lado, o abacate não tem um sabor forte por si só, pelo que pode ser facilmente misturado com outros alimentos para adicionar uma espessura suave e cremosa.

Por exemplo, misturar um abacate com pudim de chocolate, um batido de fruta, ou mesmo uma sopa cremosa com brócolos.

Manteigas vegetais

Além da manteiga de amendoim, manteigas de nozes como o caju, avelãs e amêndoas são cada vez mais incorporadas em várias dietas.

São geralmente reforçadas com vitaminas e minerais que contribuem para a saúde, como proteínas, cálcio, fibras e gordura.

Para texturas mais cremosas, que se podem adicionar às refeições do idoso, estas manteigas podem ser uma boa solução.

Ao adquirir as manteigas vegetais já confecionadas, é importante verificar e evitar as marcas ricas em açúcar que é adicionado, especialmente se o idoso estiver a gerir também uma doença crónica como a diabetes.

Estas manteigas podem acrescentar um pouco de sabor a refeições como smoothies feitos com bagas, milkshakes com bananas, caril e sopas de origem asiática.

Iogurte grego

O verdadeiro iogurte grego gordo pode ser uma grande mais valia da dieta regular do idoso. Adiciona gordura, proteínas e probióticos úteis que suportam um intestino saudável.

Mas é preciso ter cuidado ao escolher o iogurte grego certo entre as centenas de opções disponíveis no supermercado.

Cuidado com os iogurtes rotulados como estilo grego. Isso não significa necessariamente que seja um verdadeiro iogurte grego. Quando em dúvida, é melhor ler o rótulo.

Procurar os elementos essenciais do iogurte, como a quantidade de culturas ativas, ajuda a encontrar um iogurte grego nutritivo que irá beneficiar a saúde do idoso.

O iogurte grego simples e não adoçado é picante, rico e cremoso. Mistura-se bem tanto com pratos doces como salgados, por isso podem ser facilmente adicionados a smoothies, sopas salgadas e sobremesas.

Óleo de coco, natas e leite

O óleo de coco é um dos poucos alimentos que contém triglicéridos de cadeia média. Estas gorduras são conhecidas por ajudarem as células do corpo a converter rapidamente calorias em energia.

Além disso, o óleo de coco é muito rico em gorduras saturadas, 1 colher de sopa tem 60% da quantidade diária recomendada.

Por tudo isto, o óleo de coco é ótimo para pessoas que não estão a receber gordura suficiente através da sua dieta, mas não é bom para pessoas com doenças cardíacas ou colesterol elevado.

Adicionar um pouco de óleo de coco prensado a frio ao café ou ao batido matinal do idoso, ou simplesmente utilizar o óleo ao preparar as refeições, pode ser uma boa opção.

O creme de coco e o leite de coco também são ricos em gordura e podem ser incorporados em muitos pratos, incluindo sopas, guisados, caril, batidos e sobremesas, como creme de coco batido.

Procurar o conselho médico

Antes de fazer quaisquer mudanças significativas na dieta dos idosos, é importante falar primeiro com o médico.

O profissional de saúde deve rever as alterações caso existam determinados alimentos que possam agravar outros problemas de saúde ou causar problemas digestivos.

Por exemplo, o idoso poderá ter de limitar a sua ingestão de gordura saturada se tiver doenças cardíacas.

O médico poderá também recomendar serviços úteis como um nutricionista ou um terapeuta da fala.

Conclusão

A deglutição é um processo complexo que muda com o tempo e a dificuldade de engolir ou disfagia, pode ser associada também ao envelhecimento.

Mudanças na língua, garganta superior ou faringe, cordas vocais e caixa de voz ou laringe, e garganta inferior ou esófago, ocorrem com o envelhecimento.

Estima-se que mais de 20% dos indivíduos com mais de 50 anos podem desenvolver disfagia. Uma vez que a população envelhecida está a aumentar, um número significativo de indivíduos irá experimentar alterações na deglutição ao longo do tempo.

Ao compreenderem as alterações normais, bem como as alterações anormais relacionadas com a idade, os médicos e os terapeutas da fala especializados em perturbações de deglutição podem aconselhar melhor os idosos e orientar estratégias de tratamento mais adequadas.

Os sintomas que indicam dificuldade para engolir podem ser muito variados e incluem a dificuldade com a mastigação, aumento do esforço para mover alimentos e líquidos da boca para a garganta superior, comida presa na boca, tosse, asfixia e perda de peso, entre outras.

Por outro lado, vários fatores podem levar a dificuldades de deglutição, especialmente à medida que as pessoas envelhecem, como a falta de dentes, boca e garganta secas, entre outros.

Mas, com o tratamento adequado é possível evitar o agravamento do problema e com algumas estratégias simples é possível prevenir o aparecimento da disfagia.

Uma das estratégias mais importantes de prevenção é cuidar bem dos dentes e praticar uma boa higiene oral, é uma boa pratica para começar.

Assegurar que a mastigação dos alimentos é completa, ingerindo a comida com pequenas dentadas e pequenos goles de bebida, o que pode ajudar a comida a mover-se mais facilmente através do processo de deglutição.

Garantir uma boa hidratação e de forma adequada, como por exemplo, beber água ao engolir alimentos mais secos, como pão ou bolachas.

Minimizar o uso de medicamentos e bebidas que secam a boca e a garganta, tais como café e outras bebidas com cafeína, também pode ser útil.

Pode também ser importante consultar um nutricionista para aprender estratégias de alimentação adequada e fortalecer a garganta através de exercícios específicos.

Em alguns casos, a realização de testes mais específicos pelo médico ou terapeuta da fala pode ajudar a identificar problemas subjacentes e opções de tratamento individuais.

O mais importante é garantir que o idoso recebe a nutrição que precisa com o máximo conforto possível, para que a disfagia não contribua para uma menor qualidade de vida.

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Referências:

  • National Library of Medicine
  • Mayo Clinic

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