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Tendão de Aquiles: quais as lesões mais frequentes e como se tratam

Lesões no tendão de Aquiles

A dor é o primeiro e principal sintoma das lesões mais frequentes do tendão de Aquiles. Trata-se do tendão mais forte do corpo humano, mas apesar disso também é vulnerável a lesões.

As lesões do tendão de Aquiles ocorrem mais nos homens, sobretudo na faixa etária entre os 30-50 anos, nos adeptos de exercícios físicos regulares, principalmente relacionados com mudanças bruscas de velocidade.

Isto porque as lesões não resultam de um trauma específico mas sim de um stress repetido exercido sobre o tendão, o que acontece quando se ultrapassam os limites de resistência do corpo ou quando ocorre um aumento súbito da intensidade do treino.

O diagnóstico mais comum, relacionado à dor no tendão de Aquiles, é a tendinite e em cerca de 25% dos casos o diagnóstico inicial não é obtido e, quando ocorre lesão de um lado, a hipótese de lesão no outro lado é de 20% a 30%.

Existem, porém, outras lesões que podem ocorrer e a escolha do tratamento mais adequado vai depender da idade do doente, do nível de atividade, da gravidade e do tipo de lesão.

Nos centros Mais que Cuidar no Porto, Lisboa e Almada pode encontrar vários serviços privados de cuidados de saúde domiciliários tais como a enfermagem, apoio domiciliário, médico fisiatra e fisioterapia que podem dar um importante contributo na recuperação de lesões do tendão de Aquiles.

Pode encontrar igualmente produtos de apoio que pode comprar ou alugar, tais como muletas, ortóteses para o membro inferior, cadeiras de rodas e poltronas que podem ajudar no tratamento e na reabilitação da tendinite do tendão de Aquiles.

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Descubra o que é o tendão de Aquiles, quais as lesões mais frequentes, quais os tratamentos e como se previne, neste guia completo que elaborámos para si. Confira!

Tendão de Aquiles o que é?

Tendão de Aquiles o que é

O tendão de Aquiles é o tendão mais forte do corpo humano e consegue suportar até 12,5 vezes o peso corporal. Localiza-se na região traseira do tornozelo e é uma espécie de “fita” fibrosa, formada por tecido conjuntivo. Permite ligar os músculos gémeos da perna ao osso do calcanhar e é amortecido por sacos de fluído (bursas) que amortecem o tendão no calcanhar.

Os tendões são estruturas fibrosas, formadas por tecido conjuntivo, cuja principal função é conectar e transmitir a força muscular para a estrutura óssea, permitindo que o movimento corporal ocorra. Ou seja, um tendão tem como função manter o equilíbrio estático e dinâmico do corpo.

No caso do tendão de Aquiles, quando os músculos da barriga da perna fletem, o tendão de Aquiles puxa o calcanhar, sendo este o movimento que nos permite ficar de pé quando andamos, corremos ou saltamos, subimos ou descemos escadas, etc.

Quais as lesões mais frequentes do tendão de Aquiles?

Lesões frequentes do Tendão de Aquiles

Apesar da sua força, este tendão também é vulnerável a lesões principalmente devido ao fornecimento limitado de sangue e às altas tensões a que está sujeito. Assim, as principais lesões que afetam este tendão são:

  • Tendinite: também chamada de tendinopatia, é uma condição bastante comum e que ocorre quando o tendão fica inflamado, causando dor e rigidez à zona posterior do calcanhar.
  • Tendinose: consiste num espessamento gradual do tendão sem inflamação aparente, devido ao envelhecimento ou uso excessivo. Apesar do espessamento, o tendão está enfraquecido e propenso a novas lesões ou rutura.
  • Bursite: a inflamação das bursas também pode ocorrer e designa-se, neste caso, por bursite.
  • Rutura: consiste no rasgo do tendão, seguido de dor e inchaço na parte inferior da perna. Esta lesão afeta principalmente atletas.

Qual a localização da inflamação do tendão de Aquiles?

Inflamação do Tendão de Aquiles

Podemos identificar dois tipos de tendinite do tendão de Aquiles, tendo por base a parte do tendão que está inflamada. A saber:

Tendinopatia insercional do Aquiles

A tendinite envolve a porção inferior do tendão, onde o tendão se liga com o calcâneo (osso do calcanhar). Neste caso coexiste, muitas vezes, também a deformidade de Haglund, uma anomalia da região postero-superior do calcâneo, na qual se verifica um aumento ósseo na zona de fixação do tendão de Aquiles.

Tendinopatia não-insercional do Aquiles

Na tendinite não-insercional, as fibras na porção média do tendão começam a sofrer degeneração (romper) e o tendão fica mais espessado (parece “engrossar”). A área mais vulnerável e que concentra o stress nesta área, localiza-se entre 2 a 6 cm do calcanhar.

Tanto na tendinite insercional como na não-insercional, as fibras do tendão danificadas podem calcificar (perder elasticidade), estando relacionada com processos inflamatórios crónicos ou secundária a hipersolicitações. Estas calcificações resultam da tentativa constante de cicatrização da lesão crónica com degeneração do tendão e calcificação local das suas fibras.

Quais as causas da tendinopatia do tendão de Aquiles?

Causas de tendinopatia tendão de Aquiles

Esta lesão não resulta, habitualmente, de um trauma específico mas sim de um stress repetido exercido sobre o tendão. Situação que acontece quando se ultrapassam os limites de resistência do corpo ou quando ocorre um aumento súbito da intensidade do treino.

Portanto, a maioria das lesões são o resultado de desgaste gradual do tendão por utilização excessiva ou envelhecimento.

Nesse sentido, qualquer pessoa pode desenvolver uma lesão, embora seja mais frequente em pessoas que realizam os mesmos movimentos repetitivamente nas suas profissões, desporto ou atividades diária.

Assim, as causas mais comuns para esta lesão são:

  • Alterações da posição do pé, como o abatimento da região interna do pé durante a marcha ou andar.
  • Encurtamento muscular dos gémeos, que resulta numa diminuição da capacidade de movimento do pé.
  • Uso de calçado inadequado ou desconfortável para a prática desportiva.
  • Alterações bruscas das rotinas de treino ou da atividade desportiva, com exercícios que colocam demasiada tensão no tendão, como por exemplo, corridas muito intensas ou saltos repetitivos.

São consideradas também causas possíveis:

  • Quadros de tendinite de repetição pré-existentes;
  • Doenças como artrite e diabetes;
  • Flexão traumática dos músculos do tornozelo ou do dorso do pé na fase em que estão contraídos;
  • A falta dos exercícios de aquecimento e alongamento da musculatura associados à prática da atividade física;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade.

Sintomas da tendinite do tendão de Aquiles

Sintomas tendinite Tendão de Aquiles

Esta lesão manifesta-se por dor à palpação ou ao toque no tendão. Essa dor surge gradualmente durante dias ou meses e agrava-se durante a atividade física, melhorando com o repouso.

Para além da dor é também perceptível rigidez na área afetada (região do calcanhar, “parte por detrás do pé e perna” ou “barriga da perna”).

A dor é principalmente sentida em atividades como subir escadas ou rampas inclinadas ou quando se aumenta a velocidade durante a corrida.

Pode também sentir mais rigidez no início da prática de exercício ou quando se levanta de manhã. A área pode estar vermelha, quente ou “inchada”, dependendo da gravidade da inflamação.

Em alguns casos, pode ouvir-se algum som de estalido (estalos) ou crepitação durante a utilização do tendão, mesmo ao andar normalmente.

Como é feito o diagnóstico da tendinopatia do tendão de Aquiles?

Diagnóstico da tendinopatia do Aquiles

O diagnóstico é feito pelo médico ortopedista (especialista em ortopedia) após recolher a história clínica, realizar o exame físico e alguns meios complementares de diagnóstico.

Após a descrição dos seus sintomas o médico ortopedista examina o pé e o tornozelo com o objetivo de encontrar os seguintes sinais:

  • Edema (inchaço) ao longo do tendão de Aquiles ou na parte de trás do calcanhar;
  • Espessamento ou aumento do tendão de Aquiles;
  • Esporões ósseos na parte inferior do tendão na parte de trás do calcanhar (tendinite insercional);
  • Dor no meio do tendão (tendinite não-insercional);
  • Dor na parte de trás do calcanhar na parte inferior do tendão (tendinite insercional);
  • Limitações no movimento do tornozelo – especificamente uma menor mobilidade para fletir o pé.

Para além disso, o médico ortopedista pode solicitar a realização de exames de imagiologia para confirmar o diagnóstico e conhecer com maior detalhe a localização e grau de severidade da lesão:

  • Radiografia simples (RX) – não sendo um exame muito útil, pode mostrar se a parte inferior do tendão de Aquiles se encontra calcificada (endureceu). A calcificação indica uma tendinite de Aquiles insercional. Nos casos de uma tendinite de Aquiles não-insercional grave, também pode haver calcificação na zona média do tendão.
  • Ecografia – a ecografia da perna e da coxa pode ajudar a avaliar a possibilidade de trombose venosa profunda e também pode ser usada para descartar um quisto de Baker. A ecografia pode ainda identificar a rotura do tendão de Aquiles ou sinais de inflamação (tendinite ou tendinose).
  • Ressonância magnética – a ressonância magnética é extremamente sensível para o diagnóstico e permite quantificar a lesão e realizar o planeamento de uma possível intervenção cirúrgica. Possibilita outros diagnósticos como tendinite, tendinose e bursite.

Para complementar o diagnóstico, o especialista pode ainda solicitar exames analíticos (análises) para caracterizar a lesão ou descartar a existência de outras doenças.

A tendinite do tendão de Aquiles tem cura?

Cura da tendinite do tendão de Aquiles

A tendinite do tendão de Aquiles tem, habitualmente, bom prognóstico com tratamento médico adequado e evolui sem sequelas. Em algumas situações os tratamentos médicos podem não ser suficientes, sendo nestes casos necessário recorrer a tratamento cirúrgico.

Contudo, se o tratamento não for instituído de forma correta e atempada pode vir a ocorrer dor crónica e algum tipo de incapacidade física.

Veja também: Lista de doenças incapacitantes para o trabalho em Portugal

Dor no tendão de Aquiles como Tratar?

Tratamento lesões do tendão de Aquiles

Importa em primeiro lugar saber que, logo que os sintomas indiquem que o tendão de Aquiles sofreu um traumatismo, é imprescindível suspender imediatamente qualquer tipo de atividade física e introduzir as medidas de primeiros socorros, que correspondem à sigla RICE (arroz, em inglês). São elas:

R (Rest = repouso) – manter pé e perna em repouso.

I (Ice = gelo) – aplicar compressas de gelo.

C (Compression = compressão) – apertar levemente o local da lesão com uma banda para conter o inchaço.

E (Elevation= elevação) – manter pé e perna elevados, acima do nível do coração.

O objetivo do tratamento é recuperar as funções perdidas para que o paciente retome as atividades a que estava habituado antes de a lesão se ter instalado e, por isso, a escolha do tratamento mais adequado vai depender da idade do doente, do nível de atividade, da gravidade e do tipo de lesão.

Veja também: Lesões desportivas: tipos mais comuns, tratamentos e como prevenir.

Na maioria dos casos, as opções de tratamento médico permitem reduzir a inflamação e o alívio da dor, embora possa demorar alguns meses para que os sintomas diminuam e a recuperação seja completa.

Mesmo com tratamento precoce, a dor pode durar mais de três meses e, se teve dor durante vários meses antes de efetuar o diagnóstico médico e instituir tratamento, pode demorar seis meses até que os métodos de tratamento surtam efeito.

Na tendinite do tendão de Aquiles, o tratamento, normalmente, instituído é o seguinte:

Descanso

O primeiro passo para a redução da dor é a diminuição ou mesmo a interrupção das atividades que agravam a dor. Aconselha-se o repouso e se pratica regularmente exercícios de elevado impacto com o solo (como correr), deve cessar ou restringir a atividade física.

Em alternativa, pode alterar para atividades de baixo impacto que provocam menos stress sobre o tendão de Aquiles. Atividades de treino cruzado como ciclismo, exercício elíptico e natação são opções de baixo impacto com o solo para o ajudar a manter-se ativo.

Medicamentos anti-inflamatórios

Remédios tendinite de aquiles

Os medicamentos anti-inflamatórios não-esteróides (AINE’s) reduzem a dor e o edema (inchaço) e, por norma, são prescritos em comprimidos ou na forma tópica, para a aplicação de pomada na região afetada.

No entanto, estes medicamentos não permitem reduzir o espessamento do tendão degenerado e podem apresentar efeitos secundários, pelo que o doente deve tomar a medicação sempre de acordo com a indicação e prescrição médica.

Injeção de cortisona

A cortisona é uma poderosa medicação anti-inflamatória. No entanto, as injeções de cortisona no tendão de Aquiles raramente são recomendadas, porque podem provocar a rotura do tendão.

Gelo

A aplicação de gelo na área mais dolorosa do tendão de Aquiles é bastante útil para reduzir a inflamação e aliviar a dor.

Pode aplicar gelo durante 15 minutos seguidos. Deve interromper ao fim de 15 minutos para evitar queimaduras na pele. Pode mais tarde repetir a aplicação de gelo por mais 15 minutos e várias vezes ao longo do dia, tendo a atenção de nunca aplicar o gelo diretamente sobre a pele sob pena de poder provocar queimaduras.

Fisioterapia

Fisioterapia para tendinite do Aquiles

A fisioterapia pode ser bastante útil no tratamento da tendinite do tendão de Aquiles. Habitualmente, o médico institui um programa de reabilitação individualizado de acordo com as queixas e particularidades do doente. Diversos estudos indicam que o tratamento fisioterapêutico funciona melhor na tendinite não insercional do que na tendinite insercional.

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Exercícios de alongamento

Alongamentos para tendão de Aquiles

Este tipo de exercício pode ser facilmente realizado em casa pelo doente, com resultados muito bons na reabilitação.

Cirurgia

Cirurgia Tendão de Aquiles

A cirurgia deve ser considerada apenas se a dor não melhorar após seis meses de tratamento médico.

Na maioria dos pacientes consegue-se um bom resultado com a cirurgia e o principal fator que influencia a recuperação após a cirurgia é a quantidade de danos no tendão. Ou seja, quanto maior a quantidade de tendão envolvida, maior o tempo de recuperação e menor é a probabilidade de um paciente retomar a atividade desportiva.

O tipo específico de cirurgia depende da localização da tendinite e da quantidade de danos no tendão. Podem incluir:

  • Excisão (remoção) do tecido peritendinoso patológico (lesão da bainha envolvente do tendão).
  • Incisões longitudinais do tendão, isoladas ou com excisão da lesão intratendinosa associada. Após a remoção da parte não saudável do tendão, o restante tendão é reparado com suturas ou pontos para completar a reparação.
  • Transferência tendinosa do tendão de Aquiles, nos casos em que mais de 50% do tendão não é saudável e requer remoção, para evitar que o tendão restante se rompa com a atividade. O tendão, mais utilizado é o flexor longo do hallux (dedo grande). Apesar de isto parecer grave, o dedo grande ainda terá a capacidade de se mexer e a maioria dos pacientes não perceberá a mudança na forma como caminha ou corre.
  • Na tendinite insercional, o esporão ósseo também é removido. Nestes casos, pode exigir o uso de âncoras para ajudar a manter o tendão de Aquiles na sua inserção no calcâneo (osso do calcanhar).

Produtos de apoio para a tendinite do Aquiles

Produtos de apoio para o tendão de Aquiles

Os produtos de apoio constituem auxiliares preciosos para as pessoas com tendinite, uma vez que aliviam os sintomas e ajudam a estabilizar a marcha. Felizmente é cada vez mais fácil o acesso a estes produtos, bem como são dotados de elevada qualidade aumentando a sua eficácia.

No caso da tendinite do tendão de Aquiles estão particularmente recomendados:

Pé Elástico

Suporte elástico pé na tendinite do Aquiles

Estes produtos são fabricados em tecido elástico respirável e têm, habitualmente uma almofada em silicone que proporcionam um acolchoamento protetor macio para o tendão ajudando a reduzir o edema e a dor e auxiliando o processo de cicatrização.

Este tipo de produtos são altamente elásticos e podem ser usados após uma cirurgia, lesão ou excesso de estiramento. Um dos mais utilizados é o suporte elástico para tornozelo com almofada para tendão de Aquiles e Calcanheira.

Cunha para Bota Walker

Cunha para bota walker Tendão de Aquiles

A cunha para o calcanhar tem o objetivo de elevar o calcâneo reduzindo, assim, a tensão dolorosa sobre o tendão de Aquiles e acompanhar os movimentos do tornozelo nas diferentes atividades. Trata-se de um acessório a ser utilizado durante o tratamento com uma bota Walker, também designada de bota ortopédica ou de imobilizador de tornozelo.

A bota facilita a marcha do utilizador por ser em formato de “barco”, imobiliza o tornozelo a 90 graus para que, apesar de ser exercida a carga, não haja movimento no tornozelo ou pé que prejudique o alinhamento e a recuperação das lesões.

Muletas Canadianas

Muletas canadianas tendão de Aquiles

As muletas ou canadianas habitualmente são usadas pelo paciente no tratamento e recuperação de uma lesão no tendão de Aquiles.

Cadeira de Rodas

Cadeira de rodas Tendão de Aquiles

Pode ser necessário a utilização temporária de uma cadeira de rodas em situações em que o paciente tenha dificuldade em andar e fazer longos percursos a caminhar. Nestas situações é recomendado o aluguer de cadeira de rodas com patim elevatório de forma a proporcionar um bom suporte da perna e do pé.

Poltrona reclinável

Poltrona reclinável Tendão de Aquiles

Como vimos anteriormente, no processo de recuperação da lesão no tendão de Aquiles, o paciente deve fazer repouso. De forma, a ter o maior conforto e a possibilidade de elevar a perna e o pé da lesão para evitar dor e inchaços (edemas) pode ser recomendado a utilização de uma poltrona reclinável que também pode ser alugada.

Veja também: Serviço de Aluguer de Poltrona Reclinável

Como se previne tendinopatia do tendão de Aquiles?

Prevenir lesão do Tendão de Aquiles

Ter atenção à saúde dos seus pés é importante para garantir a sustentação e apoio ao corpo em atividades quotidianas ou atividades físicas.

Sendo assim, a prevenção de lesões do tendão de Aquiles significa assegurar músculos mais sadios e movimentação dos calcanhares e pés sem problemas.

Para isso deve optar por escolhas e hábitos mais saudáveis que podem evitar os riscos de inflamação e promover a longevidade das articulações. Por exemplo:

  • Escolher atividades físicas adequadas para o seu porte físico e resistência.
  • Ter atenção à intensidade dos exercícios ao iniciar uma nova modalidade desportiva, entendendo os próprios limites, uma vez que a sobrecarga é uma das principais causas de inflamação.
  • Ter cautela com a pisada, evitando correr ou andar na ponta dos pés e distribuindo o peso por todo o calcanhar.
  • Usar calçado adequado para cada tipo de atividade física.
  • Fortalecer os músculos da perna por completo, garantindo sustentação.
  • Valorizar o alongamento dos pés e pernas antes e depois da prática de exercícios, protegendo os músculos e ligamentos.
  • Optar por alimentação rica em vitaminas C e E e antioxidantes, que agem no combate a inflamações.
  • Tratar lesões de tornozelo ou entorses da maneira correta, evitando sequelas que podem acarretar inflamação.
  • Fazer exames periódicos e não ignorar sinais de dor ou desconforto, que podem ser indicativos de problemas na região.

Conclusão

Conclusão lesões tendão de Aquiles

Ainda que seja o tendão mais forte do corpo humano, o tendão de Aquiles está sujeito a diferente tipo de lesões dada a sua localização e funções.

A tendinite é o principal problema que afeta este tendão e tem, por norma, prognóstico favorável, desde que seja tratada de forma atempada e adequada. Contudo, podem em alguns casos surgir algumas complicações e dificultar a reabilitação.

Qualquer pessoa pode desenvolver uma lesão, mas as pessoas que realizam os mesmos movimentos repetitivamente nas suas profissões, em desportos ou atividades diárias estão mais propensas a lesionar o tendão.

O diagnóstico das lesões é feito pelo médico ortopedista que, através da sintomatologia e o recurso a meios complementares de diagnóstico estabelece a lesão. Porém em cerca de 25% dos casos, o diagnóstico inicial não é obtido e, quando ocorre lesão de um lado, a hipótese de lesão no outro lado é de 20% a 30%.

O prognóstico das lesões do tendão de Aquiles é habitualmente favorável e evolui sem sequelas, ainda que o tratamento e recuperação possam ser longos. Se teve dor durante vários meses antes de efetuar o diagnóstico médico e instituir tratamento, pode demorar seis meses até que os métodos de tratamento surtam efeito.

É, por isso, aconselhado adotar atitudes e hábitos de vida que previnam o aparecimento de lesões e assegurar músculos mais sadios e movimentação dos calcanhares e pés sem problemas.Nos centros Mais que Cuidar no Porto, Lisboa e Almada pode encontrar vários serviços privados de cuidados de saúde domiciliários tais como a enfermagem, apoio domiciliário, médico fisiatra e fisioterapia que podem dar um importante contributo na recuperação de lesões do tendão de Aquiles.

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Referências

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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