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Osteoporose: o que é, quais as causas, sintomas e tratamento

osteoporose idosa

A osteoporose é uma doença “silenciosa”, podendo progredir sem qualquer sintoma ou desconforto ao longo dos anos até ao aparecimento da primeira fratura.

Calcula-se que em Portugal, cerca de 500.000 pessoas sofram deste problema, sendo que a doença afeta principalmente mulheres a partir dos 50 anos devido à alteração hormonal provocada pela menopausa.

A principal causa da osteoporose está relacionada com o desequilíbrio do ciclo normal de renovação dos ossos. Ou seja, entre as células que reproduzem a substância óssea e as que a destroem, fazendo com que o osso danificado seja sempre superior ao osso formado.

Uma vez instalada a osteoporose não tem cura, por isso a melhor forma de combater esta doença é a prevenção, em particular seguir hábitos de vida saudável através de uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercício físico e acompanhamento médico especializado.

Na Mais que Cuidar pode encontrar serviços de cuidados de saúde domiciliários como a fisioterapia, a enfermagem 24h/dia, o apoio domiciliário e o médico fisiatra que podem dar um contributo importante no tratamento da osteoporose.

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Além disso, pode encontrar vários produtos de apoio como colchões ortopédicos, camas articuladas, poltronas reclináveis, bengalas, andarilhos e cadeiras de rodas que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do doente com osteoporose.

Conheça tudo sobre a doença no guia completo que preparamos.

O que é osteoporose?

osteoporose o que é

A osteoporose é uma doença do esqueleto, podendo atingir qualquer porção do mesmo, e caracteriza-se pela diminuição da resistência óssea, tornando os ossos mais vulneráveis a fraturas.

É uma condição mais comum nas mulheres acima dos 45 anos, principalmente após a entrada na menopausa, e progride com o avançar da idade. Cerca de 30% das mulheres pós-menopáusicas na Europa têm osteoporose e, destas, pelo menos 40% irão desenvolver fraturas osteoporóticas.

Mas como se desenvolve a osteoporose?

Ora, a estrutura do nosso esqueleto vive em constante renovação. Apesar de os ossos parecem ser uma substância rígida e que dificilmente sofre qualquer alteração, uma vez terminada a fase de crescimento, na verdade esta aparência é enganosa.

Ou seja, o tecido ósseo é constantemente construído e destruído no nosso corpo e as células ósseas trabalham para substituir as substâncias desgastadas por osso novo.

Contudo, a quantidade de massa óssea é adquirida, quase na totalidade, até aos 20 anos: entre os 20/30 anos é atingido o auge em termos de massa óssea, mas que vai diminuindo a partir dos 40/45 anos de uma forma contínua em ambos os sexos e, no caso da mulher, de forma abrupta e rápida depois da menopausa.

Assim, à medida que a idade avança, o processo contínuo e obrigatório de remodelação óssea (indispensável e desejável num osso normal) realiza-se de uma forma desequilibrada: isto é, o osso destruído é sempre superior ao osso formado (processo conhecido por osteopenia).

Isto conduz a uma estrutura óssea composta por travessas muito finas a que se chama trabéculas, que se tornam mais frágeis e descontínuas.

Ocorre, portanto, a osteoporose com a diminuição da densidade mineral óssea e alterações da qualidade do tecido ósseo, conduzindo a um aumento da fragilidade óssea e consequentemente, a um risco elevado de fractura.

Quais os tipos de osteoporose?

Tipos de osteoporose

A osteoporose pode ser classificada quanto à faixa etária dos afectados, ou seja osteoporose adulta e pediátrica. A forma adulta pode ser alocada em dois grupos com causas distintas: osteoporose primária e secundária e, raramente causa diminuição significativa da esperança de vida.

Osteoporose primária

Estima-se que cerca de 95% dos casos de osteoporose, são deste tipo. Contudo, este tipo de doença é classificado em tipo I e tipo II.

  • A osteoporose primária tipo I, também conhecida por tipo pós-menopausa, apresenta rápida perda óssea e ocorre em mulheres após a menopausa. A primeira fratura óssea ocorre, normalmente, oito a 10 anos depois da última menstruação. São especialmente afetadas as vértebras da coluna vertebral lombar.
  • A osteoporose primária tipo II, ou senil, está relacionada ao envelhecimento e afeta sobretudo mulheres (dois terços). Além da coluna vertebral, são afetados também os ossos longos da coxa e do braço.

Os fatores de risco para o desenvolvimento de uma osteoporose primária são predisposição familiar, estado hormonal (momento mais tardio da primeira e momento mais precoce da última menstruação) e determinados hábitos (pouco exercício, tempo prolongado no leito, alimentação pobre em cálcio ou rica em fosfatos como fast food, refrigerantes, salsichas; hábitos nocivos como álcool, café e cigarros, peso reduzido).

Osteoporose secundária

A osteoporose secundária é responsável por menos de 5% dos casos em mulheres e cerca de 20% em homens e tem sintomas semelhantes àqueles comumente observados na osteoporose primária.

Surge na sequência de determinadas doenças ou como efeito secundário indesejado de alguns medicamentos.

Os fatores de risco para o desenvolvimento de uma osteoporose secundária são os medicamentos anti-inflamatórios para o tratamento de asma e reumatismo (cortisona), excesso de hormonas da tiróide, transtornos crónicos na absorção de alimentos, por exemplo, por doença no pâncreas, intestinos, fígado e rins, bem como distúrbios hormonais como hipertiroidismo, diabetes mellitus e tumores.

Quais as causas da osteoporose?

Causas da osteoporose

A principal causa da osteoporose é a perda de massa óssea, consequência do envelhecimento (começa por volta dos 40/45 anos), acelera na altura da menopausa e continua ao longo da vida do indivíduo.

Mas para além da já referida alteração hormonal provocada pela menopausa, existem outros fatores de risco para o aparecimento da osteoporose em pessoas de ambos os sexos, sendo alguns de ordem genética e outros relacionados com hábitos de vida.

Assim, os factores de risco mais comuns da doença são:

  • Idade: à medida que envelhecemos, o risco de osteoporose aumenta.
  • Herança familiar: ser filho ou irmão de um doente de osteoporose é um fator de risco acrescido, principalmente se um dos progenitores tiver sofrido uma fratura da anca.
  • Raça: ter descendência asiática ou ser caucasiano.
  • Excesso de consumo de álcool.
  • Baixo índice de massa corporal: homens e mulheres de baixo peso e estatura têm maiores probabilidades de ter osteoporose.
  • Tabagismo: fumar contribui para o enfraquecimento dos ossos.
  • Sedentarismo: pessoas que não façam exercício físico regular têm um risco mais elevado de ter osteoporose. Caminhar, correr ou dançar, por exemplo, são atividades que promovem o equilíbrio e a boa postura sendo benéficas para a estrutura óssea.
  • Tratamento com corticóides: a toma regular de doses elevadas de corticóides danifica a estrutura dos ossos.
  • Doenças inflamatórias crónicas: ser doente de artrite reumatóide, por exemplo, aumenta o risco de vir a sofrer de osteoporose.

Como aumentar a massa óssea?

Osteoporose aumentar massa óssea

A perda de massa óssea é consequência do envelhecimento e é explicada pelos seguintes fatores:

  • Menor absorção de cálcio pelo intestino.
  • Alterações do metabolismo da vitamina D.
  • Algum grau de insuficiência renal.
  • Vida mais sedentária.

Vários estudos demonstram que maximizar a massa óssea é uma estratégia importante na prevenção da osteoporose. Ou seja, se se conseguir aumentar o pico da massa óssea em 10% poder-se-á obter os seguintes resultados:

  • Atraso do aparecimento da osteoporose em 13 anos.
  • Redução de 50% do risco de fraturas depois da menopausa.

Assim, para aumentar o pico da massa óssea, o feto ainda in útero deve receber uma adequada porção de cálcio. Por isso, se as grávidas não consumirem leite ou derivados e alimentos ricos em cálcio, deve ser-lhes prescrito um suplemento de cálcio.

Depois, as crianças e os adolescentes devem, além de consumirem diariamente alimentos ricos em cálcio e com um aporte proteico adequado, ter uma atividade física regular para estimular os osteoblastos (formadores de osso).

Quais os sintomas da osteoporose?

Sintomas da osteoporose

Por norma, a osteoporose é uma doença silenciosa, uma vez que pode não apresentar sintomas na fase inicial. Pode decorrer muitos anos de uma forma insidiosa sem que o doente se aperceba que sofre de osteoporose. Os sintomas apenas surgem quando a doença está muito avançada, pelo que um diagnóstico precoce é essencial para que se possa impedir a sua progressão.

O primeiro sinal pode ser uma fratura na sequência de um traumatismo mínimo ou, mesmo na ausência deste os ossos podem partir sem nenhuma causa identificável. Isso pode ser difícil de imaginar, mas alguns pacientes sofrem fraturas de costelas simplesmente quando tossem. Ou até quedas menores resultam em fraturas da anca (colo do fémur) ou do pulso.

As fracturas que mais vezes decorrem no decurso desta doença são:

  • Vértebras
  • Colo do fémur (anca)
  • Antebraço (punho)

São também frequentes fracturas das costelas e bacia, embora possam ocorrer fracturas em qualquer porção do esqueleto.

Contudo existem alguns sinais que podem ajudar a fazer um diagnóstico precoce. Estes incluem perda de peso à medida que a idade avança e a perda de altura superior a 2,5 centímetros.

Outro indicador da osteoporose é a chamada “corcunda de viúva” (costas arredondadas) ou de ombros descaídos para a frente, ficando a cintura mais larga e o abdómen mais proeminente. São também comuns as dores nas costas, na coluna lombar e na coluna dorsal, súbitas, intensas e inexplicáveis e também podem ser indício de osteoporose.

Como é feito o diagnóstico da osteoporose?

Diagnóstico osteoporose

Todas as mulheres pós-menopáusicas e todos os homens com mais de 50 anos devem ser interrogados quanto à existência de fatores de risco. O exame médico é importante e nele devem ser procurados sinais que façam suspeitar da existência de causas para osteoporose secundária ou de fraturas vertebrais.

Caso o médico considere que existem sinais de alarme que apontem para uma predisposição para a osteoporose, por prevenção, indicará a realização de exames como a densitometria óssea, para avaliar a densidade e o conteúdo mineral do osso, radiografias e análises ao sangue.

O diagnóstico pode também efetivar-se, numa fase mais tardia, após uma fratura ou deformação óssea.

Como funciona a densiometria óssea?

Densiometria óssea

A densitometria óssea é o método mais generalizado para o diagnóstico da osteoporose. É recomendada para mulheres depois dos 65 anos e nos homens depois dos 70, ou em ambos os casos depois dos 50 anos se existirem fatores de risco.

Utiliza raio-x numa dosagem muito inferior a uma radiografia, e o objetivo é medir a densidade dos ossos e compará-la com referenciais de um jovem adulto saudável no pico da sua densidade óssea. A este referencial denomina-se índice T.

No entanto, existe também outro referencial, denominado índice Z, que compara os resultados deste exame com um sujeito saudável da mesma idade e dimensão corporal. Em ambos os casos, os resultados são contextualizados por um médico radiologista, podendo ser ainda ser interpretados por profissionais de outras especialidades.

Assim, a densiometria vai classificar o doente em:

  • Normal – se a densidade mineral óssea está idêntica ao valor médio para um adulto jovem;
  • Osteopenia – se houver entre 1 e 2,5 desvios padrão relativamente ao valor médio para um adulto jovem;
  • Osteoporose – se o desvio padrão for superior a 2,5.

A densitometria óssea foca-se, sobretudo, em duas zonas: a anca e a coluna vertebral. Caso não seja possível a análise destas áreas o exame é aplicado ao antebraço. Estas áreas podem dar ao médico uma boa ideia sobre se há, ou não, a probabilidade de o paciente vir a ter fraturas.

Em muitos casos, apesar da densidade mineral óssea se encontrar ainda acima do limiar referido, a doente apresenta já um aumento marcado do risco de fractura osteoporótica devido à presença de alguns daqueles factores que contribuem para a deterioração da qualidade do tecido ósseo, justificando por isso a instituição de terapêuticas adequadas.

Qual o tratamento da osteoporose?

Tratamento osteoporose

O objectivo do tratamento da osteoporose é evitar o aparecimento de fracturas de fragilidade e consiste na adopção das medidas para a prevenção da osteoporose, às quais se associam terapêuticas farmacológicas.

Perante uma osteoporose instalada e adequadamente diagnosticada, é necessário, na maioria das vezes, recorrer a medicamentos, coadjuvados de cálcio e vitamina D, podendo estes elementos vir da dieta ou de suplementos.

Os medicamentos vão actuar em diferentes mecanismos do metabolismo ósseo e a maioria dos medicamentos vai inibir a reabsorção/perda ósseas, mas existem outros fármacos que vão estimular a formação óssea e ainda outros que, eventualmente actuam sobre ambos os mecanismos.

Além do mecanismo de acção, também estes medicamentos podem ser administrados de forma diferente: oral, diária, semanal, mensal ou injectável diária ou anual. Ou seja, estão disponíveis várias hipóteses de tratamento farmacológico para a osteoporose.

Estas terapêuticas podem diminuir a perda de massa óssea e/ou aumentar a densidade mineral óssea através de diferentes mecanismos de acção.

A decisão de utilização de um fármaco é tomado pelo médico em conjunto com o doente, tendo em conta a gravidade da osteoporose, a existência de fracturas prévias e a existência de outras doenças que possam interferir com o tratamento.

Por isso, os doentes com osteoporose devem manter um seguimento regular no seu médico, de modo a vigiar a evolução da doença e a resposta ao tratamento instituído.

De uma forma geral, o doente com osteopenia deve ser aconselhado a modificar o seu estilo de vida com:

  • Optar por uma alimentação rica em cálcio e vitamina D ou usar suplementos – cálcio 1200 mg/dia, vitamina D 800 UI/dia.
  • Realizar atividade física regular – caminhadas e musculação.
  • Deixar de fumar.
  • Moderar o consumo de álcool, pois estas substâncias são tóxicas para os osteoblastos.
  • A mulher pós-menopáusica deve efetuar tratamento hormonal para combater o défice de estrogénios (se não houver contraindicações).

Quais as complicações da osteoporose?

Complicações da osteoporose

A osteoporose constitui um grave problema de saúde pública com consequências muito sérias, pois verifica-se um aumento da mortalidade após a ocorrência de fracturas vertebrais ou da anca.

Associa-se também a uma morbilidade significativa como por exemplo: dor crónica, perda de autonomia, deformidades e depressão. Além disto a osteoporose apresenta um peso financeiro substancial relacionado com os custos directos e indirectos associados à doença.

No conjunto, a doença acarreta dor e perda de qualidade de vida, sendo que as possíveis consequências da osteoporose são:

  • Fracturas da anca, do pulso e das vértebras
  • Diminuição da qualidade de vida
  • Dor prolongada
  • Dificuldade em manter-se de pé; necessidade de recorrer a auxiliares de marcha
  • Diminuição da estatura e curvatura das costas
  • Degradação do estado geral
  • Redução da autonomia; dependência de terceiros

Como vimos anteriormente, numa fase avançada da osteoporose, o doente pode apresentar complicações que podem levar a limitações da mobilidade e que podem condicionar as suas atividades de vida diária como por exemplo, os cuidados de higiene, o vestir, o andar em casa e na rua e a limpeza e as rotinas da casa.

Nesta fase pode ser necessário o suporte de um serviço de apoio domiciliário que será adaptado às necessidades da pessoa de forma a ajudá-la a cuidar da sua higiene, nas refeições, na limpeza da casa, no apoio à locomoção e na prevenção de fraturas devido à fragilidade dos ossos.

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Pode também ser importante, uma avaliação da mobilidade em casa por um técnico especializado da Mais que Cuidar de forma a identificar os problemas e as limitações do doente e a recomendar vários produtos de apoio que vão ajudar a adaptar a casa para que a pessoa tenha uma maior segurança, um maior conforto, uma melhor mobilidade e qualidade de vida.

Dez Produtos de Apoio para uma pessoa com Osteoporose

Produtos de apoio para osteoporose

Assim, apresentamos dez produtos de apoio selecionados pela nossa equipa de profissionais de saúde (enfermeiros, fisioterapeutas, médico fisiatra e ortoprotésicos) que podem ajudar a cuidar de uma pessoa com Osteoporose.

Cama Articulada Elétrica

Cama articulada osteoporose

Oferece uma ajuda importante nos momentos de descanso e do sono. Hoje em dia existem modelos de camas que permitem a regulação da altura do estrado ao chão o que facilita a entrada e saída da pessoa da cama, evitando esforços, dores e quedas que podem levar a fraturas graves.

Descubra a gama completa de camas articuladas elétricas

Colchão Ortopédico

Colchão ortopédico osteoporose

Tal como a cama, um bom colchão ortopédico proporciona grande conforto e bem estar à pessoa com osteoporose pois as espumas de alta resiliência e com viscoelástico adaptam-se perfeitamente à anatomia do utilizador.

Conheça os vários modelos de colchão ortopédico

Poltrona Reclinável

Poltrona reclinável osteoporose

É outro produto de apoio essencial para proporcionar o melhor conforto e comodidade nos momentos de descanso ao longo do dia. Como se sabe, deve evitar-se ao máximo passar muitas horas deitado na cama durante o dia pelas complicações que isso pode trazer à pessoa.

Desta forma, nas pessoas com problemas de mobilidade reduzida provocados pela osteoporose recomendamos a utilização de uma poltrona reclinável elétrica que ajuda a pessoa a sentar-se e a levantar-se de forma a evitar dores, desconforto e risco de queda.

Andarilho

Andarilho osteoporose

O andarilho sem rodas ou com rodas, pode ser muito útil em situações em que o doente com osteoporose e com problemas de mobilidade tenha dificuldade em andar. Deve ser escolhido de acordo com as necessidades e características do utilizador de forma a facilitar a marcha e a evitar quedas.

Bengala

Bengala osteoporose

Tal como o andarilho é uma ajuda técnica importante em pessoas com dificuldade em andar.

Conheça a nossa gama de bengalas.

Muletas ou Canadianas

Muletas canadianas para osteoporose

Como o andarilho e a bengala, as canadianas são um produto de apoio essencial em pessoas com problemas em andar.

Cadeira de rodas

Cadeira de rodas osteoporose

Em situações em que o doente com osteoporose apresenta grande limitação da mobilidade e no andar, pode ser indicado a utilização temporária ou definitiva de uma cadeira de rodas manual, de conforto ou elétrica.

Descubra a gama completa de cadeiras de rodas.

Almofada para cadeira de rodas

Osteoporose almofada para cadeira de rodas

É também importante sempre que se utilizar uma cadeira de rodas, uma almofada especial que ajude no posicionamento correto do utilizador e a evitar feridas ou dores provocadas por longos períodos de tempo sentados na cadeira de rodas.

Cadeira de Banho Rotativa para Banheira

Osteoporose cadeira de banho para banheira

Pessoas com limitações na mobilidade e que tenham dificuldade em entrar e sair da banheira, podem utilizar uma cadeira de banho rotativa que facilita o banho na banheira e proporciona segurança e conforto (o utilizador pode tomar banho sentado nesta cadeira).

Cadeira de Banho para poliban

Cadeira de banho para poliban

Caso a pessoa que sofra de osteoporose apresente limitações na mobilidade e tome banho no poliban, pode ser indicado uma cadeira de banho anti-derrapante ou uma cadeira de banho com rodas.

Osteoporose tem cura?

Osteoporose cura

Considerada como quadro fisiológico do envelhecimento, a osteoporose não tem cura depois de instalada, mas pode ser evitada, conforme resultados dos estudos científicos que investigam possíveis soluções para o problema.

Portanto, a osteoporose não tem cura, mas com o tratamento adequado é possível melhorar a massa óssea e fortalecer cada vez mais os ossos, para diminuir os riscos de fraturas ou lesões.

Por isso, o principal objetivo dos recursos terapêuticos é diminuir a perda de massa óssea e fortalecer as estruturas saudáveis, o que significa que um diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de um tratamento direcionado à prevenção de novas lesões.

Como se previne a osteoporose?

Osteoporose como se previne

O provérbio “mais vale prevenir do que remediar” aplica-se perfeitamente à osteoporose, uma vez que é possível fazer alguma coisa para a evitar a doença em todas as fases da sua vida, mas principalmente na infância com hábitos de vida saudáveis, pois é na infância que a massa óssea se forma paralelamente ao crescimento do esqueleto.

Na idade adulta, têm de ser tomadas uma série de medidas destinadas a desacelerar a diminuição da massa óssea, sendo particularmente importante nas mulheres após a menopausa.

Assim, a adoção de hábitos de vida saudável permitem adquirir um pico de massa óssea nos primeiros anos de vida e evitar a diminuição da mesma na fase adulta, medida particularmente importante nas mulheres após a menopausa.

A ingestão suficiente de cálcio e de vitamina D, bem como a prática de exercício físico, assumem uma importância vital para a saúde dos seus ossos em todas as etapas da nossa vida.

Assim, destacam-se como medidas de prevenção:

A prática regular de exercício físico

Principalmente actividades com carga (como caminhadas, corrida ou aeróbica) ou exercício com resistência (com pesos por exemplo) estão associadas a um aumento da densidade mineral óssea e à diminuição do risco de fracturas.

O exercício deve ser adaptado à gravidade da doença, sendo que os doentes com densidade mineral óssea muito baixa ou com história de fracturas de fragilidade devem evitar exercícios mais exigentes.

A natação é um óptimo exercício para o reforço muscular, contudo não é um exercício eficaz para o aumento da densidade óssea, não sendo por isso recomendada para a prevenção da osteoporose.

A adopção de uma dieta equilibrada com ingestão adequada de cálcio e de proteínas

alimentos ricos em cálcio para osteoporose

O cálcio, elemento essencial para o normal metabolismo do osso, está presente em maior quantidade no leite e derivados, mas também pode ser encontrado noutros alimentos, como os legumes verdes (brócolos e espinafres por exemplo), alguns frutos secos (como a linhaça ou o grão de bico) e em alguns peixes (como a sardinha).

O organismo humano tem mais facilidade em obter o cálcio a partir dos lacticínios do que de outros alimentos, pelo que estes devem ser preferidos como fonte de cálcio.

A exposição solar frequente

Exposição de face, braços e mãos 15-20 minutos diários, sem protetor solar, de modo a estimular a produção de vitamina D, essencial para a absorção de cálcio nos intestinos e uma correcta mineralização do osso. Os níveis desta vitamina devem ser avaliados e corrigidos com aumento da exposição solar e através de suplementos se necessário.

A avaliação e prevenção do risco de quedas

É outra medida que deve ser implementada, principalmente nos idosos: é importante remover obstáculos como tapetes ou fios eléctricos, iluminar adequadamente as divisões, utilizar calçado adequado (com sola de borracha), evitar medicação sedativa, corrigir perturbações da visão ou audição, entre outras medidas pontuais.

Sendo fatores de risco para o desenvolvimento de osteoporose, é também fundamental a cessação tabágica e o consumo de álcool com moderação.

Conclusão

osteoporose conclusão

Não é uma doença do envelhecimento, apesar de afetar, maioritariamente, pessoas com mais de 50 anos. A principal causa da osteoporose é a perda de massa óssea, resultante de alterações hormonais, mas também do desequilíbrio entre as células que reproduzem a substância óssea e as que a destroem.

Apesar de tudo é uma doença que pode ser prevenida e tratada e nunca é demasiado cedo para prevenir nem demasiado tarde para tratar.

Uma alimentação saudável e equilibrada, com cálcio e vitamina D em quantidade suficiente é fundamental para a saúde dos ossos, mas também o exercício e a actividade física são importantes para que tenha uns ossos mais fortes e uma melhor qualidade de vida.

Quando instalada a osteoporose tem diferentes tipos de tratamento que reduzem o risco de fractura, a principal consequência da doença.

Com o aumento da longevidade, estima-se que haverá um aumento significativo das fraturas osteoporóticas nos próximos anos, mas já actualmente têm uma incidência anual superior aos enfartes de miocárdio; acidentes vasculares cerebrais e ao cancro da mama.

Na Mais que Cuidar pode encontrar serviços de cuidados de saúde domiciliários como a fisioterapia, a enfermagem, o apoio domiciliário e o médico fisiatra que podem dar um contributo importante no tratamento da osteoporose.

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Além disso, pode encontrar vários produtos de apoio como colchões ortopédicos, camas articuladas, poltronas reclináveis, bengalas, andarilhos e cadeiras de rodas que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do doente com osteoporose.

Referências

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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