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O que fazer quando os idosos recusam ajuda?

O que fazer quando os idosos recusam ajuda?

A maioria dos idosos não gostam muito de receber ajuda dos familiares. Podem encarar a situação como uma interferência na sua vida, ou uma invasão de privacidade.

Alguns idosos podem mesmo recusar-se a aceitar que estão a ter dificuldades, mesmo quando se deparam com situações graves obvias e preocupantes, sobretudo se estiverem relacionadas com questões de segurança e bem-estar.

No entanto, esta situação pode ser complicada, porque tende a suscitar emoções difíceis tanto para os idosos como para os seus familiares.

Muitos idosos não recebem ajuda necessária em atividades simples como tomar banho, vestir, fazer compras e a gestão dos medicamentos.

Muitas vezes, o problema são os próprios idosos porque são frequentemente resistentes a receber assistência dos outros.

Ter um familiar idoso que rejeita qualquer tipo de assistência pode ser muito frustrante, especialmente quando há evidências de que precisam realmente de ajuda.

Eventualmente, haverá um ponto de rutura em que não haverá outra escolha senão convencê-los a aceitar ajuda.

Como os idosos assumem a sua independência?

Quando sua identidade é ameaçada, os idosos podem tornar-se agressivos, às vezes até se podem envolver em comportamentos perigosos para provar as suas capacidades e reforçar a sua própria identidade.

De acordo com alguns especialistas geriátricos, os idosos podem utilizar quatro estratégias para recuar contra o sentimento de se sentirem marginalizados:

Rispidez

Argumentos dados sem rodeios são uma maneira comum de os idosos expressarem sua frustração por serem categorizados como velhos ou frágeis. Os idosos tentarão convencer os outros de que não são tão velhos ou incapazes quanto parecem.

Provar a si próprios

Por vezes os idosos desafiam algumas razões especificas para receber ajuda, como por exemplo, ajuda com as tarefas na cozinha, fazendo eles próprios as tarefas e depois vangloriarem-se do que fizeram.

Exclusão dos outros

Por vezes, os idosos excluem os outros ou os familiares de algumas circunstâncias, como por exemplo as consultas médicas, para reforçarem a sua capacidade de tomar decisões e não dependerem de outras pessoas.

Esconder indiscrições

Em alguns casos os idosos concordam com as recomendações de aceitar ajuda para determinadas tarefas, mas na realidade continuam a fazer as tarefas eles próprios. Como por exemplo, anuir à recomendação de parar de conduzir, mas continuar a conduzir às escondidas.

O que fazer para convencer os idosos a aceitar ajuda?

Geralmente, as pessoas não respondem bem a insistências e chamadas de atenção, quer sejam reais ou apenas mal-entendidos.

A longo prazo, poderá ser uma melhor estratégia deixar de insistir com os idosos para fazerem determinadas tarefas como atualizar o telefone, participar numa aula de atividade física ou completar outras tarefas benéficas, mas não essenciais.

Em vez disso, é melhor determinar quais são as questões mais prementes e concentrar a atenção nelas, pelo menos na fase inicial. Mas, algumas questões devem ter a prioridade máxima, como é o caso das questões relacionadas com a segurança dos idosos.

No entanto, é importante não bombardear o idoso com todas as questões ao mesmo tempo, ainda que sejam absolutamente válidas.

Estas são algumas das estratégias que se podem adotar:

Ter uma conversa com os idosos

O principal objetivo de uma conversa inicial é introduzir a ideia deque é necessário obter ajuda.

Escolher as palavras com cuidado, já que muitos conflitos podem ser evitados se se levar algum tempo a enquadrar uma proposta da forma correta.

Evitar também enfatizar as fraquezas do idoso e proibir a realização de certas atividades.

Cada pessoa dá um valor diferente a qualidades como respeito, autoconfiança e um sentido de propósito. Desta forma, uma melhor abordagem será apelar aos valores mais importantes aos idosos e salientar a vontade de permitir que mantenham a independência que ainda têm.

Antes da conversa fazer uma preparação do que se vai falar, sobre as mudanças no estilo de vida do idoso que vai ser necessário fazer.

Torna a conversa mais suave quando se tem tempo para pensar com antecedência sobre como responder a perguntas e tópicos que os idosos provavelmente irão perguntar.

Além disso, pesquisar soluções antecipadamente para potenciais problemas antes do tempo permite partilhar depois as opções disponíveis. O que ajuda a reduzir a incerteza, o medo, e o stress para todos os envolvidos.

Em alguns casos, pode ser útil falar com o médico assistente para obter o seu contributo e algumas recomendações.

Em alguns casos, ter um médico a recomendar assistência de cuidados pode ser uma influência suficiente para encorajar os idosos a ouvir e a estar mais abertos à ideia.

Escolher um lugar calmo e livre de distrações para ter a conversa, para que os idosos se sintam calmos e possam concentrar-se no que se está a debater.

O ideal seria que a discussão acontecesse pessoalmente num momento neutro e sem incidentes e não durante um momento mais significativo, como umas férias ou jantar de família.

A maioria das pessoas precisa de tempo para processar os seus pensamentos e sentimentos, pelo que, desta forma, ajuda a estabelecer a expectativa de que as decisões não precisam de ser tomadas de imediato.

Durante a conversa é importante manter o foco, ouvir e concentrar nos benefícios que a ajuda por ter. A necessidade de ajuda é um assunto sensível porque os idosos sentem muitas vezes que a sua independência está em perigo.

Desta forma, é importante ter empatia e tentar perceber o ponto de vista dos idosos, ouvir as suas preocupações e medos e considerar as circunstâncias e as suas emoções.

Conversar no sentido de mudar a perspetiva do idoso sobre a obtenção de ajuda de cuidados em casa, apontando e focando nos benefícios.

Falar sobre como obter ajuda nas tarefas diárias básicas pode beneficiar dando mais tempo e energia para gastarem com a família e amigos ou em hobbies e interesses pessoais.

Além disso, focar na ideia de que aceitar ajuda em casa ajuda realmente o idoso a manter a sua independência.

Ser apoiado dentro da sua casa permite continuar a viver o seu estilo de vida familiar e habitual, mas sem os desafios diários com que se debatem no momento.

Depois da conversa é importante manter a paciência e ter uma atitude positiva. Num mundo ideal, os idosos aceitariam ajuda em casa sem qualquer resistência ou argumentos.

Mas, a realidade não é assim tão simples. Uma mudança tão significativa como esta não pode acontecer de repente, é necessário algum tempo de adaptação e acomodação a uma nova realidade.

Enquanto os idosos levam tempo a aceitar a necessidade destas mudanças, é importante permanecer num estado de espírito paciente e positivo.

Manter a discussão sobre potenciais opções e ouvir atentamente o que têm a dizer, e compreender as suas preocupações ajuda a encontrar soluções que sejam mais apelativas.

Evitar argumentos que possam levar a mais resistência por parte dos idosos, como interromper frequentemente, levantar a voz, recusar a ver ou ouvir a sua perspetiva, entre outros.

Tratar os idosos como adultos

Embora possa parecer que os idosos regrediram à infância, por vezes, ajudar os idosos que recusam ajuda é mais fácil quando são reconhecidos e tratados com respeito.

Desta forma, deve-se evitar infantilizar os idosos. Lidar com um idoso teimoso não é o mesmo que lidar com uma criança teimosa, as pessoas mais velhas devem ser autónomas e a sua autonomia deve ser reconhecida.

Ter em mente que o objetivo principal é ajudar os idosos a receber os melhores cuidados possíveis.

Tratar os idosos como os adultos que são, aplica-se a tudo e também a tarefas simples, tais como ajudar a lembrar de tomar os medicamentos, e a tarefas mais difíceis, como ajudar a obter tratamento para uma doença.

Evocar que recebam ajuda pela familia

Se os idosos não estiverem dispostos a mudar o seu comportamento por eles próprios, talvez o façam por um familiar ou pelos netos.

Outra abordagem para ajudar os idosos que se recusam a receber ajuda é explicar diretamente sobre como isso afeta a sua própria saúde e realidade.

Comunicar as preocupações da família aos idosos e explicar como as preocupações podem ser eliminadas se o idoso seguir os conselhos dados.

Incluir os idosos em planos para o futuro

A inclusão do idoso em planos futuros pode ajudar a encontrar motivação para receber os cuidados necessários.

Mesmo que os idosos não tenham sido diagnosticados com a doença de Alzheimer ou demência, viver com qualquer tipo de perda de memória pode ser muito difícil de lidar, ou mesmo reconhecer que existe.

Ajudar os idosos a lembrarem-se de datas importantes alivia a ansiedade e antecipar uma celebração familiar a que queiram assistir, pode ser uma boa motivação.

Avaliar a situação

Antes de apresentar sugestões, reservar um tempo para observar como os idosos estão. O que ainda são capazes de fazer e quais os problemas que têm.

Conhecer os pontos fortes e fracos e quais estão ligados à identidade de cada idoso pode ajudar a descobrir o que realmente precisam em termos de ajuda e como melhor prestar a assistência que necessitam concretamente.

Recolher e verificar os fatos sobre a situação, verificando sinais específicos que o idoso precisa de ajuda ou não vive de forma segura.

Poderá parecer que se percebe e sabe o que está a acontecer na vida do idoso, mas, na maior parte das vezes, as suposições iniciais podem estar erradas ou incompletas.

É por isso que é importante, antes de fazer qualquer outra coisa, tentar recolher informações que irão ajudar ou não a confirmar que preocupações são justificadas.

Alguns dos sinais a ter em atenção são:

  • Sinais de problemas com memória e pensamento
  • Indícios de problemas com tarefas de vida quotidiana e segurança
  • O que outros membros da família se apercebem sobre a situação do idoso
  • Quaisquer outros sinais alarmantes que indicam que é urgente intervir
  • Ajudar outras pessoas a verificar se há sinais preocupantes

Fazer um esforço sistemático para reunir todas as informações ajudará a família a ter uma imagem mais clara dos problemas e preocupações.

Médicos e especialistas de saúde também irão precisar de detalhes sobre o que está a acontecer na vida do idoso, seja para fazer um diagnóstico ou apenas perceber que tipo de apoio e medidas de segurança serão necessárias.

Obter a perspetiva dos idosos

Para que se possa entender como os idosos veem a situação e o que é importante para eles, é importante, antes de fazer mais tentativas para os levar a fazer alterações.

As famílias costumam conversar com uma pessoa idosa em declínio com a intenção de a fazer entender ou aceitar que surgiram problemas e que certas medidas devem ser tomadas para as manter seguras e bem.

Embora seja uma boa intenção e compreensível, tende a ser contraproducente e muitas vezes leva a frustração e ao conflito.

Desta forma, é necessário adotar uma abordagem diferente para estas conversas. Tendo a intenção de ouvir e ajudar os idosos a se sentirem ouvidos.

Ao mesmo tempo, deve evitar-se discutir, corrigir ou tentar convencer à força ou a qualquer preço. Quando os idosos se sentem compreendidos, mais fácil será aplicar uma mudança que pode ser muito benéfica para eles.

Proceder desta forma, pode ajudar a suavizar a resistência e a melhorar as chances de sucesso. Outro benefício que surge desta atitude é o ganho de capital de relacionamento, ou seja, em que pode melhorar o relacionamento entre o idoso e a família.

Obter uma avaliação médica

Este passo será necessário caso as questões de segurança ou de bem-estar do idoso estão a ser causados ​​ou agravados por um problema de saúde.

Saber o que pode estar a causar os sintomas observados, os medicamentos podem ser um problema, ou existem problemas de memória ou de cognição evidentes, entre outros.

O médico pode procurar causas subjacentes ao comprometimento cognitivo que o idoso apresenta.

Ao fazer esta avaliação pode ajudar-se a suavizar a resistência do idoso e melhorar as chances de sucesso em possíveis tratamentos e assistência.

A abordagem ideal também envolve tomar medidas para lidar com preocupações imediatas de segurança e ajudar os idosos com as tarefas da vida diária com as quais se deparam.

Requisitar a ajuda de profissionais de apoio domiciliário pode ser muito útil para avaliar as necessidades cuidados e encontrar um plano mais adequado para cada idoso.

Estes profissionais também dar apoio com preocupações comuns de segurança do idoso, dificuldades de condução ou problemas para gerenciar as finanças ou medicamentos.

Por último, mas não menos importante, a aplicação de certas mudanças no estilo de vida pode ajudar um idoso a manter a melhor saúde física possível e também pode diminuir o declínio cognitivo.

A importância de não desistir

Implementar um plano de ação e não desistir. Depois de tomada da decisão em fazer alguma coisa para convencer os idosos a receber ajuda, é importante persistir.

Certificar que se está a usar as melhores capacidades de comunicação e considerar problemas que possam surgir, se apropriado. Não manter o foco na boa comunicação e na importância da capacidade para resolver os problemas, pode causar problemas mais tarde.

Com base em como as coisas vão progredindo, poderá ser necessário, ajustar a abordagem e provavelmente tentar novamente. Quase sempre não é algo que se consiga atingir à primeira tentativa e implica alguma experimentação.

É normal que seja um processo de avanços e recuos à medida que se vai tentando superar certos obstáculos ou descobrir a melhor abordagem para conseguir falar ou ajudar os idosos.

Por isso, é importante aprender a persistir e tentar algumas abordagens diferentes enquanto se tenta ajudar os idosos a superar os obstáculos mais comuns, como por exemplo, quando recusam a ir ao médico.

Poderá ser também benéfico procurar ajuda de outras pessoas que passaram pelo mesmo, ou ajuda em instituições dedicas às questões ligadas à velhice.

Não importa o que acontece em todo o processo, é essencial considerar e reconhecer o progresso que se vai fazendo e os objetivos alcançados.

Se se seguirem as etapas necessárias e persistir, as chances são muito boas de conseguir que os idosos colaborem ativamente no que precisam para os seus cuidados e segurança, ao mesmo tempo que poderão desenvolver uma melhor tolerância e aceitação das alterações.

Por outro lado, também é definitivamente possível fazer todas as coisas certas, mas ainda assim ter a sensação de não se alcançou o que se queria. É uma sensação muito comum e existem opções adicionais a serem consideradas, além do que já foi feito.

Por exemplo, pode ser apropriado considerar esperar atentamente ou até mesmo procurar medidas de última hora, para ter uma ação mais assertiva, como tomar medidas do foro legal ou médico.

Mas é importante verificar sempre se é realmente necessário e se não haverá alternativas, já que o respeito pela dignidade e autonomia do idoso deve ser a primeira solução. E as medidas mais drásticas devem ser sempre um último recurso.

O novo normal da vida do idoso pode acabar por se tornar mais habitual, o que raramente é exatamente o mesmo do que era antes, permitindo alguma estabilidade. Ou as coisas poderão estar no modo de ajuda ativa por um longo tempo. Ambas as situações são muito comuns.

Qualquer que o caminho percorrido nesta fase da vida do idoso, para o próprio idoso e para os seus familiares, a abordagem mais suave através de um processo atencioso e com cuidado, fará com certeza uma grande diferença na experiência do idoso.

Na verdade, os idosos precisam acima de tudo, durante esta fase de mudança para eles, em que deixam de ser completamente autónomos e passam a precisar de alguma assistência, da presença e conexão com os outros, os familiares e eventualmente os cuidadores.

Embora não se possa controlar tudo e provavelmente não sendo possível obter todos os resultados mais seguros que se desejam. A ajuda pode ser dada e o melhor possível será feito e será possível acompanhar o idoso no seu caminho próprio de envelhecimento.

O mais importante é não desistir e manter em mente o objetivo principal que é dar ao idoso o melhor cuidado possível e uma melhor qualidade devida.

Conclusão

O apoio aos idosos traz uma série de desafios, e uma boa comunicação é essencial. Geralmente os idosos apresentam muita resistência e teimosia em seguir conselhos ou obter ajuda nas tarefas diárias.

O envelhecimento é um processo difícil para praticamente toda a gente. Muitas pessoas idosas vivem com demência ou problemas de saúde mental, incluindo ansiedade e depressão ou doenças crónicas.

Aprender como dizer a um idoso que precisa de ajuda através da incorporação dos seus sentimentos na conversa pode ajudar a comunicar melhor com eles.

Perceber que a autonomia é importante para eles também pode ser benéfico e identificar as causas profundas do comportamento dos idosos pode ajudar a identificar a melhor forma de fazer mudanças positivas.

Embora se possa ter o melhor interesse dos idosos em mente, a realidade é que são eles próprios que controlam a sua própria vida e as suas opções de cuidados e têm o direito de tomar decisões sobre a sua própria vida.

É essencial ouvir as necessidades dos idosos. Embora haja sempre as melhores intenções, a autonomia dos idosos para tomar decisões deve ser respeitada.

Ter conversas abertas, e estabelecer um meio-termo onde todos se sintam à vontade, assegurando ao mesmo tempo que a pessoa idosa no centro da conversa compreenda que existe cuidado e preocupação por parte dos outros.

Prestando atenção às necessidades dos idosos e também procurando os conselhos dos profissionais de saúde, pode tornar as coisas menos stressante para todos os idosos que se recusam a receber ajuda.

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Referências:

  • Better Health While Aging
  • Daily Caring
  • A Place for Mom
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