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Envelhecer em casa é a melhor opção?

O processo de envelhecimento não acontece de um dia para o outro, pelo contrário, é feito de fases, e muitas vezes apanha as pessoas de surpresa pelas mudanças de vida que traz.

Uma das questões que gera mais ponderação é a decisão de escolher ir para um lar ou ficar em casa o máximo de tempo possível durante o processo de envelhecimento.

Pensar em longevidade implica também pensar em qualidade de vida e qual será o melhor contexto para viver a velhice.

Independentemente da decisão de ir para um lar ou ficar em casa, há sempre dois aspetos que têm que ser considerados: a mudança de hábitos e a aprendizagem de coisas novas.

 Outros fatores a considerar são, as mudanças necessárias no ambiente circundante, e como obter ajuda sempre que necessário.

Assim, quando a decisão é ficar em casa, todos estes aspetos têm que ser pensados em concordância:

Mudança de hábitos e aprendizagem de coisas novas

O primeiro passo é a aceitação de se está a envelhecer e que há coisas que devem ser feitas de forma diferente, se os idosos quiserem ficar na sua própria casa o máximo de tempo possível.

Isto implica reconhecer que é necessário pedir ajuda quando for preciso, e o compromisso de manter o corpo e mente saudáveis, para que o envelhecimento seja vivido de forma autónoma e independente o máximo que se conseguir, durante o maior tempo possível.  Por outro lado, todo este processo implica pensar, e planear bem a longevidade.

As mudanças a fazer estão diretamente relacionadas com a idade e têm como objetivo principal melhorar a qualidade de vida. Estas mudanças incluem:

Saber utilizar um smartphone pode ser uma grande ajuda, não só para manter os contactos sociais, mas também para ajudar com algumas tarefas do dia a dia. Como fazer compras online para serem entregues em casa, por exemplo.

Manter a atividade física é fundamental para atrasar o declínio característico do avançar da idade e manter os músculos ágeis.

Todas estas alterações visam sobretudo manter a autossuficiência dos idosos e minimizar a dependência de outras pessoas, mantendo a sua qualidade de vida o mais possível.

 Alterações ao ambiente e na realização de tarefas

Esta é a segunda parte do processo para aumentar as chances de ter um envelhecimento saudável em casa. O que implica algumas alterações na própria casa para a tornar mais segura e criar um sistema de ajuda externa, como um serviço de limpeza ou serviço de enfermagem ao domicílio.

Este processo pode provocar alguma resistência nos idosos, porque aceitar ajuda pode ser interpretado como falta de independência, o que pode ser difícil de aceitar, sobretudo numa fase inicial.

Alterar a casa pode trazer algum distúrbio emocional, mas se for entendido como uma mais valia que vai trazer qualidade de vida e ajudar a completar as tarefas do dia a dia mais facilmente, de uma forma rápida e mais eficiente, pode fazer a diferença na aceitação destas alterações.

Tudo isto facilita o processo normal de envelhecimento, reduzindo a quantidade de atividade física que os idosos terão que executar para realizar as tarefas.

Importa salientar que é importante reconhecer que mesmo estes tipos de mudanças podem não ser suficientes para algumas pessoas. Mesmo com o envelhecimento em curso, alguns idosos necessitam do apoio adicional de uma instituição de cuidados a longo prazo.

Outros podem ficar bem durante algum tempo, mas acabam por ver diminuídas as suas capacidades mais rapidamente do que o esperado, não sendo já viável a opção de ficar em casa.

Cada situação tem as suas exigências específicas. No entanto, quanto mais cedo forem feitas as alterações e as melhorias em casa, maior será a possibilidade de o idoso poder permanecer lá por mais tempo.

Quais são as razões que fazem ficar em casa uma melhor opção?

Custo

Fazer todas estas alterações pode parecer um investimento caro, mas convém analisar os custos de um lar e o tratamento dado lá, em relação com a satisfação do idoso, comparando com o que será a sua situação ficando em casa. Por outro lado, as alterações feitas em casa podem ajudar a aumentar o seu valor no mercado.

Conforto e Familiaridade

Se o idoso for forçado a mudar para um lar, isso significa que terá que deixar para trás tudo o que sabe e conhece, perda de privacidade e independência, restrições de horários para comer e outras atividades.

Muitos seniores acabam por sentir desorientação e depressãoEnvelhecer em casa permite manter o idoso num ambiente familiar, com rotinas familiares e confortáveis, e mais controle sobre o que fazem e como vivem.

Saúde mental e contacto social

Alguns estudos mostram que os idosos que mantêm fortes ligações sociais abrandam o seu declínio cognitivo em 70% comparando com os que se sentem sozinhos e isolados.

O contacto social pode prolongar a esperança de vida, e reforçar a qualidade de vida dos seniores.

Muitas vezes, quando as pessoas mais velhas se afastam dos bairros que conhecem e dos contatos de longa data, e vão para um novo local, acabam por se sentir mais sozinhos, ainda que tenham um número maior de pessoas à sua volta.

O envolvimento social é um fator extremamente importante. Outro fator a ter em conta, é que a permanência em ambientes familiares pode ajudar a desencadear memórias e permitir que os idosos permaneçam ligados cognitivamente, aumentando a sua esperança de vida.

Covid-19 e outras doenças

A Covid trouxe ao de cima algumas questões sobre a vivência dos idosos nos lares.

Mas, mesmo antes do surgimento desta doença, os lares já tinham que gerir a contenção ou o surgimento de surtos virais nas suas instalações, porque as condições nestes locais são férteis para a reprodução de bactérias e vírus.

Este é mais um fator a ter em conta na escolha do local de residência para os idosos.

Conclusão

Para muitos idosos, o envelhecimento em casa é, em princípio, uma melhor opção, proporcionando geralmente tanto aos idosos como aos familiares, uma maior paz de espírito.

Independentemente da fase em que o idoso se encontra no processo de envelhecimento, vale sempre a pena tentar fazer, pelo menos, algumas alterações para melhorar o espaço envolvente do idoso, com o objetivo de ajudar a criar mais conforto e aumentar a sua qualidade de vida.

Outra questão importante é perceber o grau de dependência do idoso de forma a planear serviços de suporte e assistência em casa como por exemplo, o serviço de apoio domiciliário que pode ser uma ajuda fundamental para garantir todo o apoio necessário nas atividades de vida diárias, sobretudo nas pessoas já com algum grau de dependência.

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Referências:

  • Liveinplacedesigns.com

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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