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Degeneração macular: o que é e qual o tratamento?

Degeneração macular: o que é e qual o tratamento?

A degeneração macular é a principal causa de perda de visão. Esta doença é também designada por vezes como degenerescência macular relacionada com a idade.

A mácula é uma zona que faz parte da retina, é a área na parte de trás do olho que transforma imagens em sinais que vão para o cérebro para serem interpretadas.

Permite ver claramente pequenos detalhes. Quando a mácula começa a decompor-se, tem dificuldade em ver as coisas mais detalhadamente.

Por exemplo, talvez seja possível ver o contorno de um relógio, mas não se consegue ver os seus ponteiros.

A doença afeta mais pessoas do que as cataratas e o glaucoma combinados. As pessoas com mais de 60 anos são as mais diagnosticadas com degeneração macular.

Esta doença degenerativa da área central da retina conduz a uma diminuição muito grande e irreversível da visão central, mas não afeta a visão periférica.

A sua incidência e a prevalência têm vindo a aumentar, o que resulta do envelhecimento geral da população, do aumento das situações que podem provocar o seu aparecimento e, também, da melhoria da capacidade de diagnóstico em geral.

A degeneração macular é a principal causa de cegueira nos países ocidentais. Em geral, a doença manifesta-se depois dos 55 anos, é progressiva, aumentando a sua prevalência com o avançar da idade.

Em Portugal, cerca de 12% das pessoas com 55 anos ou mais sofrem de degenerescência macular.

No seu estádio inicial afeta cerca de 85% a 90% das pessoas e não apresenta sintomas evidentes.

Os estádios mais avançados e graves da doença são responsáveis por 10% a 15% das ocorrências e podem provocar perda grave e irreversível da visão central ou da capacidade de leitura.

Estima-se que em Portugal existam cerca de 310 mil pessoas com a doença num estádio inicial e cerca de 45 mil com a forma tardia, sendo que o risco e a gravidade tendem a aumentar com a idade.

O que é?

A degeneração macular é uma doença ocular que se agrava com o tempo e é a principal causa de perda grave e permanente da visão em pessoas com mais de 60 anos de idade.

Acontece quando a pequena porção central da retina, chamada mácula, se desgasta. A retina é o tecido nervoso sensível à luz na parte de trás do olho.

Como a doença acontece à medida que se envelhece, é frequentemente chamada de degeneração macular relacionada com a idade. Normalmente não causa cegueira, mas pode causar graves problemas de visão.

Existe ainda uma outra forma de degeneração macular, chamada doença de Stargardt ou degeneração macular juvenil, que afeta crianças e jovens adultos.

A doença pode manifestar-se, normalmente, em 3 fases que se distinguem através do tamanho e número de lesões na retina. Estas lesões podem existir só num dos olhos, ou existir nos dois olhos com fases diferentes da doença.  

Fase inicial

Nesta fase existem apenas pequenas lesões de tamanho muito pequeno. Nesta fase, não há sintomas nem perda de visão.

Fase intermédia

As pessoas que têm esta fase da doença apresentam grandes alterações no pigmento da retina e lesões na mácula. Estas alterações são normalmente detetadas através de um exame oftalmológico.

Nesta fase continuam a não haver sintomas, mas poderá haver alguma perda de visão.

Fase avançada

Na última fase da doença já existe perda de visão evidente e lesões evidentes na mácula.

Estão identificados 2 tipos de degeneração macular na fase avançada da doença:

Degeneração macular seca

Este tipo da doença ocorre em cerca de 90% dos casos de degeneração macular e tem, geralmente, um prognóstico mais favorável. Neste caso não há derrame na retina de sangue e fluido.

No entanto, ocorre uma degradação gradual das células sensíveis à luz que existem na mácula e que são responsáveis pela informação visual que chega ao cérebro, fazendo parte do tecido de suporte a esta zona do olho.

Surgem depósitos amarelos, chamados drusas, na mácula. Algumas pequenas drusas podem não causar alterações na visão. Mas à medida que ficam maiores e mais numerosas, podem escurecer ou distorcer a visão, especialmente durante a leitura.

À medida que a condição se agrava, as células sensíveis à luz na mácula tornam-se mais finas e acabam por morrer. Esta degradação causa a perda de visão.

Degeneração macular húmida ou exsudativa

Neste tipo de degeneração macular, vasos sanguíneos anormais crescem debaixo da retina e podem derramar fluido e sangue, o que pode provocar inchaço e danos na mácula.

A visão é distorcida e as linhas retas começam a parecer onduladas. Pode também haver ângulos mortos e perda da visão central. Estes vasos sanguíneos e o seu sangramento acabam por formar uma cicatriz, levando à perda permanente da visão central.

Estes danos podem surgir de forma rápida e ser graves, apresentando-se em cerca de 10% dos casos e sendo responsável por 90% dos casos de cegueira resultantes da doença.

Quem tem degeneração macular, terá de monitorizar cuidadosamente a visão e consultar regularmente o oftalmologista.

Não causa cegueira total. Mas pode tornar as atividades comuns, como a leitura e o reconhecimento de rostos, em tarefas difíceis.

Sem tratamento, a visão pode piorar. Isto pode acontecer gradualmente ao longo de vários anos, ou rapidamente ao longo de algumas semanas ou meses.

Quais os sintomas?

O início da doença poderá não ter quaisquer sinais percetíveis de degeneração macular, podendo mesmo não ser diagnosticada até se agravar ou afetar ambos os olhos.

Os sintomas de degeneração macular podem incluir:

  • Má visão ou menos clara, pode estar desfocada, e pode ser difícil de ler as letras pequenas ou conduzir
  • Presença de áreas escuras e desfocadas no centro da visão
  • Perceção das cores distorcida
  • Dificuldade para ler, ver televisão, conduzir ou reconhecer rostos
  • Ver linhas retas como onduladas ou tortas
  • Objetos surgem com aspeto mais pequeno que o normal
  • Cores que parecem menos brilhantes do que o normal
  • Ver coisas que não estão lá, alucinações
  • A doença não é dolorosa e não afeta a aparência dos olhos

Qual é o tratamento?

O tratamento da degeneração macular está sempre dependente da fase em que o doente está.

Tratamento na fase inicial

Nesta fase não é aplicado qualquer tratamento.

A maioria das pessoas não manifesta qualquer sintoma e não tem perda de visão.

Apesar disso, é importante manter a vigilância médica e fazer um exame oftalmológico pelo menos 1 vez por ano.

Tratamento na fase intermédia

Nesta fase também não é geralmente aplicado um tratamento, mas a vigilância médica periódica e mais frequente, é essencial, porque a doença pode progredir de forma rápida.

Tratamento na fase avançada

Nesta fase o tratamento vai ser aplicado de forma diferente, caso se trate de um tipo de degeneração seco ou húmido.

Tratamento degeneração macular húmida

Neste tipo o médico vai aplicar um conjunto de diferentes tratamentos para impedir a progressão da perda de visão. No entanto, os tratamentos não constituem uma cura da doença e esta pode mesmo assim progredir e agravar-se.

Injeção de antigénicos

Uma opção para retardar a progressão da perda de visão é injetar fármacos no olho. Antes de cada injeção, o olho é anestesiado e esterilizado com antisséticos.

 Habitualmente, são necessárias várias injeções para que este tratamento tenha sucesso.

Para reduzir o risco de infeção, pode ser administrado um antibiótico em forma de gotas.

Terapia fotodinâmica

Neste tratamento é aplicado um laser em certas áreas da retina. O tratamento consiste na aplicação de um medicamento por injeção no braço.

Este medicamento é transportado através dos vasos sanguíneos e é absorvido por novos vasos sanguíneos.

De seguida, o oftalmologista coloca um feixe de laser no olho para ativar o medicamento nos novos vasos sanguíneos anormais, poupando os normais.

Uma vez ativado, o fármaco bloqueia os novos vasos sanguíneos, atrasa o seu crescimento, e diminui a taxa de perda de visão.

Cirurgia a laser

Este tratamento também utiliza o laser, que é aplicado nos vasos sanguíneos anormais para os destruir. Este laser é diferente do que é utilizado na terapia fotodinâmica.

Existe uma maior probabilidade de ser usado este tratamento quando o crescimento dos vasos sanguíneos é limitado a uma área compacta do olho para longe do centro da mácula, que pode ser facilmente orientada com o laser.

 No entanto, este tratamento também pode destruir algum tecido saudável circundante, resultando num pequeno ponto de cegueira em consequência de cicatrizes na retina.

Em alguns casos, a visão, imediatamente após a cirurgia pode ser pior do que era antes. Porém, a cirurgia também pode ajudar a prevenir a perda de visão mais grave que possa vir a ocorrer mais tarde.

Tratamento da degeneração macular seca

Neste tipo de tratamento o médico pode sugerir a substituição da lente natural do olho por um telescópio do tamanho de uma ervilha. Isto torna as imagens maiores para que as partes saudáveis da retina as possam ver com uma miniatura implantável de telescópio.

Mas este tratamento não é indicado para todas as pessoas, incluindo pessoas que tenham sido operadas a cataratas.

Muitos dispositivos de alta tecnologia podem ajudar a ultrapassar as dificuldades na vida quotidiana provocadas pela doença.

Também pode ser colocado um telescópio nos óculos para que se possa ver as coisas ao longe. Um software de computador pode transformar as palavras num ecrã em discurso que se pode ouvir.

E uma lupa de televisão em circuito fechado permite ver algo como um livro ou uma agulha num ecrã de televisão.

Por outro lado, também se pode administrar uma mistura de vitaminas C e E, e dois tipos de antioxidantes.

Um estudo do National Eye Institute of the National Institutes of Health, chamado AREDS (Age-Related Eye Disease Study), mostra os benefícios de se tomar uma fórmula de suplemento que tenha vitaminas C e E, betacaroteno, zinco e cobre.

De acordo com a investigação, o risco de perda de visão diminui para algumas pessoas com degeneração macular seca intermédia e avançada.

Os antioxidantes luteína e zeaxantina, estão em vegetais de folhas verdes, ovos e outros alimentos, e ajudam a filtrar comprimentos de onda azuis de alta energia de luz que podem prejudicar as células dos olhos. Não vão curar a doença, mas podem retardar a sua evolução.

Mudanças de estilo de vida

Não existe uma cura para a degeneração macular, mas através de opções saudáveis, é possível contribuir para a desacelerar e evitar que os sintomas piorem. É importante fazer exercício regular, proteger os olhos do sol com óculos de sol e parar de fumar.

Comer uma dieta saudável rica em vegetais de folhas verdes e peixe. Manter a tensão arterial e os níveis de colesterol sob controle também são passos fundamentais que podem ajudar.

A perda da visão pode ter um grande efeito na vida das pessoas afetadas pela doença, implicando mudanças na forma como são realizadas as tarefas diárias, como cozinhar ou ler.

Tudo isto pode trazer situações depressivas. Conversar com alguém ou encontrar um grupo de apoio na comunidade pode ajudar a gerir as emoções e ultrapassar alguns desafios causados pela doença.

Quais são as causas?

A causa exata da doença ainda é desconhecida. Alguns estudos apontam ligações ao consumo de tabaco, à tensão arterial elevada, ao excesso de peso e a haver um historial da doença na família.

A degenerescência macular pode também ter a ver com fatores genéticos, já que há um risco maior de desenvolver a doença, caso haja algum caso anterior na família.

Outros fatores que têm sido associados à doença são também um colesterol elevado, obesidade, consumo exagerado de gordura saturada, ser de pele clara, ser mulher, e ter uma cor de olhos clara. Estes são alguns fatores de risco associados.

Como é feito o diagnóstico?

Um exame oftalmológico de rotina pode detetar a degeneração macular. Um dos sinais iniciais mais comuns são as drusas, que são pequenas manchas amarelas sob a retina, ou um aglomerado de pigmentos.

O oftalmologista pode verificar a existência destas lesões quando examina os olhos.

O médico pode também pedir ao doente para olhar para uma grelha Amsler, um padrão de linhas retas que se assemelha a um quadro de controlo.

Algumas das linhas retas podem parecer à pessoa afetada pela doença, como linhas onduladas, ou pode reparar que algumas das linhas estão em falta. Estes podem ser sinais de degeneração macular.

Se o médico encontrar degeneração macular, poderá ter de executar um procedimento chamado angiografia.

Neste exame, o médico injeta corante numa veia do braço e vai tirando fotografias à medida que o corante corre pelos vasos sanguíneos da retina.

Se existirem novos vasos ou vasos a derramar fluido ou sangue na mácula, as fotografias mostram a localização exata e o seu tipo de lesões existentes. É também possível ver fluido ou sangue por baixo da retina sem utilizar o corante, através de outro tipo de exame.

É muito importante consultar o oftalmologista regularmente para encontrar sinais de degeneração macular precocemente. O tratamento atempado pode retardar a condição ou torná-la menos grave.

Como fazer a prevenção?

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico da degeneração macular, maior será a hipótese de o tratamento ajudar e ser mais eficaz.

Consultar o oftalmologista se existirem quaisquer sintomas da doença, e manter um regime regular de exames oftalmológicos, são passos importantes para uma boa prevenção.

Outras estratégias de prevenção são:

Verificar a visão todos os dias olhando para uma grelha Amsler, um padrão de linhas retas que é como um tabuleiro de xadrez. Este exercício pode ajudar a detetar alterações na visão.

Parar de fumar, comer uma dieta equilibrada que inclua vegetais de folhas verdes escuras, e proteger os olhos com óculos de sol que bloqueiam os raios ultravioleta que são nocivos para os olhos.

Suplementos com antioxidantes como o zinco podem diminuir as probabilidades de contrair a doença.

Para quem tem mais de 65 anos, os exames da visão devem incluir testes para a degeneração macular.

Embora não haja cura, o tratamento pode retardar a doença e impedir que se tenha uma perda grave de visão. O melhor é falar com o médico para desenhar um plano de prevenção ou de tratamento que seja mais adequado.

Algumas pessoas com a forma seca da doença podem desenvolver a forma húmida.

Para quem tem a forma seca a prevenção passa por manter uma verificação da visão. Realizar um exame oftalmológico por semana, testando cada olho separadamente.

Seguir as instruções de utilização de um gráfico de grelha Amsler, que pode ser colocado no frigorífico, ou pode ser visualizado num tablet ou computador.  O médico deve ser informado caso haja alguma alteração.

Para quem tem a forma húmida da degeneração macular e mesmo que tenha sido tratada, a prevenção da progressão da doença não pode ser descurada.

A visão deve ser testada para ver se algum ponto de cegueira cresce ou se aparece algum novo ponto cego. Novos vasos sanguíneos podem emergir meses ou anos após terem sido aplicadas injeções ou tratamento com laser.

Se a doença estiver presente apenas num olho, o médico fará exames regulares a ambos os olhos para verificar se há sinais de novos problemas.

A prevenção possível está sempre relacionada com os fatores de risco mencionados como o tabagismo, a hipertensão, as carências alimentares e a exposição às radiações ultravioleta.

Por isso a prevenção tem sempre que passar pela adoção de um estilo de vida saudável que poderá evitar o aparecimento, não só da degenerescência macular, mas também de outras doenças.

Assim, nunca é demais repetir que não fumar, usar óculos de sol devidamente certificados para proteger os olhos dos raios UV, usar chapéu de pala para criar sombra nos olhos, reduzir as gorduras saturadas e o colesterol na alimentação, são importantes.

Assim como o consumo de álcool, manter a tensão arterial baixa, evitar o excesso de peso, praticar exercício físico, consultar o médico oftalmologista pelo menos uma vez por ano, fazer uma alimentação rica em fruta e legumes, com alimentos ricos em antioxidantes.

Alguns exemplos são a cenoura, couve, couve-de-bruxelas, espinafres, milho, brócolos, ervilhas, feijão verde, tomate, alface, grelos e nabiças, estes alimentos são importantes na prevenção da doença.

Conclusão

As pessoas raramente perdem toda a sua visão devido à degeneração macular. Podem ter uma visão central deficiente, mas mesmo com a doença na sua forma avançada ainda será possível ver coisas com a visão periférica, fora da linha de visão direta.

Este fator ajuda as pessoas a serem capazes de fazer muitas das suas atividades diárias regulares.

Com a forma mais grave da doença, a visão central pode diminuir para menos de 20/200  de diâmetro em ambos os olhos, mesmo que exista ainda visão periférica, estas condições de visão são consideradas pela Organização Mundial de Saúde como uma grave deficiência visual ou cegueira.

A forma seca de degeneração macular é muito mais comum e tende a piorar mais lentamente, permitindo manter a maior parte da visão.

Nem todas as pessoas que têm degeneração macular na fase inicial irão progredir para a forma avançada da doença.

Algumas pessoas, cerca de 5%, que se encontram na fase inicial da doença num dos olhos, mas não apresentam sinais da doença no outro olho, irão desenvolver degeneração macular avançada após 10 anos.

Por outro lado, as pessoas que têm degeneração macular em ambos os olhos, cerca de 14% vai desenvolver a forma mais avançada da doença em pelo menos um olho após 10 anos.

Com a deteção e diagnóstico precoces, é possível aplicar procedimentos médicos e alterações no estilo de vida, que podem ajudar a reduzir o risco de perda de visão.

Por vezes, mesmo depois de ser aplicado o tratamento a doença pode voltar. Testar regularmente a  visão e seguir as recomendações do médico, são alguns dos passos mais importantes para prevenir a doença ou o seu agravamento e assim garantir uma melhor saúde dos olhos.

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Referências:

  • Instituto Português de Retina
  • Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
  • NHS Health
  • Mayo Clinic
  • Organização Mundial de Saúde

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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