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Cancro da próstata: causas, sintomas, prevenção e tratamento

cancro da prostata

Alguns tipos de cancro apenas afetam os indivíduos de um género em particular. O cancro da próstata é uma das doenças que encaixa nesta categoria e só afeta os indivíduos do sexo masculino.

Nesta doença o tumor maligno desenvolve-se na próstata, uma glândula situada abaixo da bexiga, e é a segunda maior causa de morte por cancro nos homens.

Segundo a Associação Portuguesa de Urologia (APU) é o problema oncológico que mais afeta quem tem mais de 50 anos.

Em 2012 representou cerca de 24% de todos os tumores na Europa. A maioria dos tumores na próstata surge por volta dos 66 anos em homens sem uma reconhecida predisposição genética para a doença e muitas vezes sem apresentarem um historial deste tumor na família.

Os casos que apresentam um vínculo familiar representam cerca de 9% das ocorrências da doença e surge normalmente antes dos 66 anos de idade.

Até ao momento não foram identificados nenhuns fatores ambientais que contribuam para o aumento do risco do cancro da próstata, neste sentido não estão indicadas quaisquer medidas específicas de caráter preventivo nesta área.Na Mais que Cuidar pode encontrar produtos de apoio e serviços de cuidados de saúde ao domicílio, que poderão dar um contributo importante como complemento no tratamento do cancro da próstata.

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Com este artigo vai ficar a saber mais sobre esta doença, as suas causas e sintomas, bem como os possíveis tratamentos. Acompanhe-nos!

O que é o Cancro da Próstata?

Cancro da próstata o que é

Um tumor maligno desenvolve-se na próstata, uma glândula situada junto à bexiga. Este cancro deve-se a uma anomalia no processo de crescimento e divisão das células glandulares.

Em tecidos saudáveis estas anomalias não acontecem e as células crescem e dividem-se para formar novas células, neste processo algumas das células morrem e são substituídas por outras.

Quando existe a presença de um tumor neste sistema todo este processo de vida celular é alterado, levando as células a multiplicarem-se de forma descontrolada e a um ritmo mais acelerado, ao mesmo tempo que as células velhas não morrem constituindo assim um tumor que vai crescendo à medida que estas células se vão acumulando.

O cancro da próstata tende a evoluir de forma silenciosa e lenta sendo que os sintomas só se expressam, normalmente, em estados avançados da doença.

Para que serve a Próstata?

Para que serve a próstata

A próstata é uma glândula com uma forma arredondada com 3 cm de altura, 4 cm de comprimento e 2 cm de largura em média.

Localizada abaixo da bexiga, no interior da próstata passa a uretra, que é o canal que escoa a urina da bexiga para o pénis, ali passam também os canais que transportam os espermatozóides produzidos pelos testículos.

A principal função da próstata é produzir um líquido, designado por líquido prostático, que protege os espermatozoides. Este líquido que corresponde a cerca de 30% do volume do esperma expelido na ejaculação, é o responsável por dar ao esperma a sua aparência leitosa.

O líquido protege os espermatozoides do ambiente ácido da vagina e preserva o seu DNA, tornando-os mais móveis e prolongando a sua vida.

Durante a ejaculação a próstata contrai-se e liberta o líquido misturando-se com o líquido seminal que contém os espermatozoides. Ao contrair empurra o esperma para o pénis e fecha a ligação com a bexiga evitando assim a passagem de urina durante a ejaculação.

Apesar de a próstata ser um órgão importante, não constitui um elemento essencial para a vida e em casos de cancro em que seja necessária a remoção cirúrgica, este fator não implica transtornos consideráveis na vida dos pacientes.

Quais os tipos de cancro da próstata?

Tipos de cancro da próstata

Os tumores na próstata têm um espectro muito largo, podendo ocorrer tumores de baixo risco ou tumores disseminados com um risco mais elevado. Podem ocorrer também situações com características benignas.

 Embora o cancro da próstata implique o aumento de volume da glândula, nem sempre o aumento de volume está relacionado com um tumor maligno. No caso de um aumento de volume benigno, os pacientes podem ser tratados com menos risco de complicações.

 Neste caso estamos perante uma Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP), uma situação comum que afeta metade dos homens com mais de 50 anos e mais de 80% dos homens com mais de 80 anos. Caracteriza-se pelo aumento de volume da próstata e pela obstrução à passagem da urina.

 No caso de situações malignas na próstata, há essencialmente dois tipos de situações cancerosas:

Carcinoma ou sarcoma

As células tumorais vão para além dos limites da próstata e invadem órgãos próximos, originando aí novos tumores ou metástases, ou ainda chegando aos ossos e músculos na área circundante.

 Adenocarcinoma

Um tumor maligno derivado de células glandulares em que as células cancerígenas se libertam do tumor e viajam através do sistema linfático ou na corrente sanguínea originando tumores noutros órgãos, designados por metástases, podendo alcançar órgãos mais distantes e até quase todos os órgãos do corpo.

Este tipo de tumor pode afetar até 80% dos homens que chegam aos 80 anos.

O que causa o Cancro da Próstata?

Causas do cancro da próstata

Foram identificados vários fatores que podem contribuir para o aumento da probabilidade do desenvolvimento de um tumor maligno na próstata. Entre eles encontram-se os seguintes:

  • Idade: homens com mais de 50 anos correm maior risco de desenvolver a doença.
  • Histórico familiar: o risco aumenta caso haja ou tenha havido um caso na família com um tio, pai ou irmão, sobretudo se ocorreu antes dos 60 anos.
  • Obesidade: um estilo de vida mais sedentário associado à ingestão de gorduras saturadas e elevado consumo de carne vermelha com consequente peso elevado, pode aumentar o risco de desenvolver a patologia.
  • Origem étnica: o tumor é mais frequente em indivíduos de etnia afro-americana.
  • Testosterona: alterações hormonais, sobretudo ao nível da testosterona, podem contribuir para o desenvolvimento da doença.
  • Exposição e contacto com produtos tóxicos.
  • Consumo de tabaco.

Sintomas do cancro da próstata

Sintomas do cancro da próstata

O cancro da próstata desenvolve-se ao longo do tempo sem manifestar sintomas, embora possam surgir alguns indícios, assim os sintomas variam consoante o estado de evolução da doença.

Os sintomas iniciais podem também ser semelhantes ou mesmo iguais aos sintomas de outras doenças, por isso torna-se extremamente importante procurar a ajuda de um médico especialista que possa ajudar a fazer um diagnóstico mais preciso.

Assim, numa fase inicial os sintomas mais comuns estão relacionados com o aparelho urinário, podem não se manifestar de todo e podem ser também muito diversos:

  • Dificuldade para urinar
  • Demora no começo e no final do ato de urinar
  • Sangue na urina
  • Necessidade de urinar mais frequentemente durante o dia ou durante a noite
  • Ardor ao urinar
  • Jato de urina fino
  • Dor ou sensação de peso abaixo do umbigo
  • Necessidade de realizar esforço para urinar
  • Sensação de não esvaziar completamente a bexiga quando urina
  • Pingar urina após ter urinado

Podem ainda ocorrer sintomas menos frequentes como:

  • Sangue na urina
  • Dores lombares
  • Retenção urinária aguda ou urina presa
  • Infeção urinária
Veja também: Infecção Urinária é recorrente, com sangue? Conheça os sintomas, tratamentos e causas.

No estado mais avançado da doença surgem outros sintomas:

  • Dores ósseas
  • Emagrecimento
  • Cansaço ou falta de força
  • Fraqueza e alteração de sensibilidade dos membros inferiores
  • Dor lombar muito intensa causada por metástases vertebrais
  • Alterações intestinais
  • Fraturas ósseas patológicas

Como é feito o diagnóstico?

Diagnóstico de cancro da próstata

Para fazer a avaliação da próstata e identificar uma possível patologia é necessário antes de mais procurar um médico especializado em urologia, ou seja, um urologista.

O rastreio à doença deve ser feito por todos os homens a partir dos 50 anos, mas caso haja algum antecedente familiar convém prestar uma atenção redobrada ao aparecimento de qualquer sintoma inicial.

Os exames de diagnóstico permitem verificar a existência de um tumor antes do aparecimento de sintomas, sendo possível avaliar a progressão e caracterização do tumor.

Exames à prostata

Toque rectal

Palpação da próstata verificando o seu tamanho e formato para detetar a existência de nódulos ou áreas irregulares, com consistência dura.

Análise do PSA

Um exame sanguíneo que mede a quantidade de uma proteína, o Antígeno Prostático Específico). Níveis elevados de PSA podem ser uma indicação de presença da patologia.

Quando há suspeitas da existência de um tumor são realizados outros exames complementares, tais como:

Ecografia da Próstata Transrectal

Consiste numa ecografia à próstata realizada por via supra púbica.

Ressonância Magnética Nuclear (RMN)

Permite a visualização dos órgãos internos do corpo humano através de imagens.

Tomografia Axial Computorizada (TAC)

Exame não invasivo que permite observar órgãos e tecidos do corpo humano através de radiação.

Biópsia prostática

É feita uma recolha de pequenos fragmentos de tecido prostático que são posteriormente analisados em laboratório. É este o exame que confirma o diagnóstico da existência de um tumor na próstata.

Quais são os valores PSA normais?

Valores do PSA

Como foi referido anteriormente, o exame do PSA é realizado através de uma análise ao sangue em que se avaliam os níveis circulantes desta molécula, que é produzida na próstata. Os valores alterados desta glicoproteína podem indicar a presença de um tumor, o que faz do PSA um excelente marcador tumoral.

PSA Total

O PSA total consiste num marcador tumoral do cancro da próstata, mas não é exclusivo desta doença. Também não é exclusivo da próstata, embora nos outros órgãos onde se encontra (algumas glândulas) esteja presente em quantidades muito reduzidas. Sendo um dos melhores marcadores tumorais existentes, não é contudo específico, pelo que o seu aumento não corresponde necessariamente à presença de um cancro da próstata.

O valor encontrado de PSA deve ser enquadrado numa série de outros parâmetros, que cabe ao urologista avaliar, no caso de cada doente.

Classicamente, um valor de PSA acima de 4,0 (a unidade de doseamento é ng/ml, ou seja, nanograma por mililitro) era considerado suspeito.

Um valor inferior a 4 não mereceria biópsia, um valor superior a 10 era francamente suspeito e considerava-se que um valor entre 4 e 10 se situava na chamada “zona cinzenta”.

Hoje em dia não é assim, e o valor encontrado deve ser enquadrado numa série de outros parâmetros, que cabe ao urologista avaliar, no caso de cada doente.

O mesmo valor de PSA, em pessoas diferentes, pode condicionar uma atitude diferente, em função de outras variáveis – por exemplo, a presença de um nódulo palpável no toque rectal, que é um exame fundamental.

PSA Livre

No cancro da próstata existe uma maior percentagem de PSA do que na hipertrofia benigna da próstata (HBP). Inversamente na HBP a percentagem de PSA livre é maior que no cancro da próstata.

Se, para valores entre 2-20 ng/ml, a Relação PSA Livre/PSA-ACT for inferior ao limiar de 0,23 deverá investigar-se a possível existência de cancro da próstata.

Se, para valores entre 2-20 ng/ml, a Relação PSA Livre/PSA-ACT for superior ao limiar de 0,23 deverá investigar-se a possível existência de HBP.

PSA em função da idade

Nesta avaliação, adapta-se o valor do PSA à idade do doente (uma vez que se sabe que o PSA aumenta com a idade, tal como o tamanho da próstata).

De uma forma geral os valores de referência para o PSA Total são:

  • Até 59 anos: PSA total até 4,0 ng/ml;
  • Entre 60 e 69 anos: PSA total até 4,5 ng/ml;
  • A partir dos 70 anos: PSA total até 6,5 ng/ml.

Cancro da Próstata tem cura?

Cancro da próstata tem cura

Quanto mais cedo for detetada a patologia melhor o prognóstico de cura.

No entanto, dado que é uma doença silenciosa e pode aparecer em idade avançada, alguns cancros da próstata não são detetados e os pacientes morrem por outras causas associadas à idade.

A maioria dos doentes com cancro da próstata, cuja doença é detetada atempadamente têm grande probabilidade de cura.

Como em todas as questões relacionadas com a saúde humana, a prevenção e uma boa vigilância são fatores determinantes para alcançar a recuperação e a cura.

Qual é o tratamento para o cancro da próstata?

Tratamento cancro da próstata

O tratamento para o tumor na próstata está sempre dependente da fase da doença em que é feito o diagnóstico.

Alguns tumores crescem tão lentamente que devido à idade avançada do paciente, pode não ser necessário fazer tratamento. Noutros casos a doença pode crescer tão rapidamente que se torna imperioso avançar para um tratamento o mais rápido possível.

O início da terapêutica pode depender do estado de evolução do tumor, da sua gravidade ou da necessidade de outros exames complementares para saber mais informação sobre o próprio tumor. No entanto, o tratamento deverá começar logo a seguir ao diagnóstico.

É importante debater com o médico as opções disponíveis e os efeitos que o tratamento possa ter no corpo e na vida do paciente, já que este poderá incluir diferentes técnicas e diferentes especialidades médicas como a urologia, radioterapia e a oncologia.

Enquanto que numa fase inicial da doença em que o tumor foi detetado atempadamente, o tratamento tem um objetivo de cura da patologia e a eliminação do tumor, numa fase mais avançada o objetivo é uma atuação paliativa, em que os tratamentos podem contribuir para impedir a progressão da doença e oferecer uma melhor qualidade de vida aos doentes.

Assim alguns dos tratamentos que podem ser aplicados a esta doença são:

Vigilância ativa

Utilizada para tumores pequenos de crescimento lento e pouco agressivos. Serve para evitar ou atrasar a terapia agressiva e é especialmente útil para os homens que não apresentam sintomas.

Prostatectomia Radical

É feita a remoção da próstata, das vesículas seminais e dos tecidos adjacentes por via cirúrgica. O procedimento implica o uso de anestesia e um período de internamento. Após a cirurgia, quando o doente regressa a casa, pode ser necessário o apoio de enfermagem para vigilância da ferida cirúrgica e da função urinária.

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Radioterapia

É utilizada para matar ou retardar o crescimento das células cancerígenas. Este tratamento pode substituir a cirurgia, ou pode ser usada depois da cirurgia em casos de retorno do tumor ou quando este não foi completamente removido cirurgicamente. Pode ser combinada com a terapia hormonal.

No tratamento com radioterapia podem ser feitas duas abordagens:

Radioterapia externa: um feixe de fótons de radiação é enviado a partir de um aparelho externo para a próstata. Esta pequena quantidade de radiação é administrada diariamente durante várias semanas.

Braquiterapia ou radiação interna: a radiação à próstata é feita dentro do corpo através da colocação de material radioativo na próstata com agulhas e tubos. Este tratamento é realizado em bloco operatório com a utilização de anestesia e implica um curto internamento.

Crioterapia

É o congelamento controlado da próstata. O processo de congelamento e descongelamento mata as células cancerígenas. O tratamento é feito com anestesia geral e realizado com agulhas especiais designadas por “criosondas”, que são colocadas através da pele e orientadas com a ajuda de radiografia.

Terapia hormonal no cancro da próstata

Terapia hormonal no cancro da próstata

Faz uso de fármacos para bloquear ou diminuir a testosterona e outras hormonas sexuais que podem estar a estimular o crescimento do tumor. As células cancerígenas da próstata utilizam a testosterona para se alimentarem e crescerem, ao bloquear a produção desta hormona as células não sobrevivem.

Esta terapia pode ser obtida também por meio cirúrgico através da remoção dos testículos, já que são estes que produzem a testosterona.  Este tratamento hormonal pode durar por muitos anos, no entanto a doença pode conseguir contornar este procedimento e neste caso estamos perante um cancro resistente a castração.

Quimioterapia

Usa substâncias farmacológicas para matar células cancerígenas em qualquer lugar do corpo. É utilizada em estados avançados da doença, quando há metástases espalhadas pelo organismo e em conjunção com outros tratamentos.

Imunoterapia

Esta terapêutica tem como objetivo principal estimular o sistema imunológico para que seja ele próprio a encontrar e aniquilar as células cancerígenas.

Quais os possíveis efeitos secundários após o tratamento do cancro da próstata?

Efeitos secundários do tratamento do cancro da próstata

Dado que as terapêuticas utilizadas para o tratamento desta patologia são variadas, os efeitos secundários que resultam destes mesmos tratamentos também podem variar, no entanto assumem relevância dois efeitos em particular:

Disfunção erétil

A disfunção erétil designa a incapacidade para manter uma ereção durante o tempo suficiente para alcançar a satisfação sexual. Esta condição resulta muitas vezes do tratamento por radiação ou por cirurgia, neste caso se os nervos que sustentam a ereção não tiverem sido atingidos cirurgicamente, a capacidade para manter a ereção pode voltar ao longo de vários meses. Mesmo sem ereção é possível ter orgasmos.

No caso de não ser possível a recuperação podem ser administrados comprimidos por via oral, bombas de vacum, injeções no pénis e próteses penianas para ajudar a recuperar a função erétil.

Incontinência urinária

A incontinência urinária ou a perda involuntária de urina é outro dos efeitos secundários de uma cirurgia ou radiação à próstata em virtude da presença de um tumor.

A perda involuntária de urina pode ocorrer devido a esforço, por exemplo como resultado de tosse ou espirros, ou por sensibilidade excessiva de bexiga que leva à vontade súbita de ir à casa de banho mesmo quando a bexiga não está cheia.

Normalmente esta incontinência é temporária, mas pode durar entre 6 a 12 meses até voltar ao normal. Sendo a incontinência a longo prazo um evento raro que acontece em menos de 10% de todos os casos cirúrgicos.

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A fisioterapia focada nos músculos pélvicos pode ajudar a recuperar o controlo da bexiga. Em casos mais drásticos poderá ser necessário fazer outra cirurgia para resolver o problema.

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Qual o prognóstico do cancro da Próstata?

Prognóstico do cancro da próstata

Graças ao desenvolvimento de melhores opções de tratamento e rastreios mais eficazes, muitos homens acabam por ficar curados e 99% dos homens que apresentam um tumor da próstata localizado podem viver pelo menos 5 anos após o diagnóstico.

Nos tumores localizados a taxa de sobrevivência a 5 anos atinge entre 98% a 100% dos afetados e são atingidos 90% a 95% dos doentes com uma taxa de sobrevivência a 10 anos.

Nos tumores avançados, a perspetiva de cura está mais dependente do estado de disseminação da doença pelo corpo e da eficácia dos tratamentos. 

A terapia hormonal pode proporcionar uma melhor qualidade de vida e uma capacidade de sobrevida razoável, embora dependa da idade do paciente, da dimensão do tumor e da existência ou não de outras patologias em simultâneo. No entanto, a esperança de vida é reduzida se o tumor conseguir contornar a terapia hormonal e se tornar resistente à castração.

Assim o prognóstico varia de acordo com a fase e o estádio de evolução do tumor, tendo particular importância a realização do diagnóstico precoce no aumento da esperança de vida dos doentes.

Como prevenir o cancro da próstata?

Prevenir o cancro da próstata

Dado ser uma doença com fatores de risco genéticos estabelecidos não há a possibilidade de fazer prevenção ativa relativamente a estas causas.

Neste sentido ganha especial importância a realização de rastreios clínicos anuais, sobretudo para os homens acima dos 50 anos.

Estes rastreios feitos através de exames físicos com toque retal, que possibilita a identificação de possíveis anomalias de tamanho e formato na próstata, associado ao exame sanguíneo para aferir os níveis de PSA, são fundamentais para uma deteção precoce da doença e consequente prevenção de estados mais avançados.

Uma postura mais saudável como uma alimentação equilibrada para prevenir a obesidade com redução do consumo de gordura e carne vermelha, a prática de exercício físico e a abstenção do uso de tabaco, são também outras formas essenciais de prevenção do cancro da próstata.

Conclusão

Cancro da próstata conclusão

Receber o diagnóstico do médico a informar que tem cancro da próstata é sempre uma situação chocante e causadora de grande angústia, no entanto esta doença tem uma evolução lenta e hoje em dia com exames médicos e análises laboratoriais regulares a deteção precoce deste tumor aumentou o que levou também a maiores taxas de sucesso na recuperação e cura.

Os tratamentos disponíveis também são vários e vão depender da situação em que se encontra o doente, como os fatores relativos à idade, o nível de gravidade do tumor e os possíveis efeitos secundários.

Como os cancros da próstata são muito diferentes entre si e com prognósticos muito diferentes, pode acontecer não chegar a ser necessário fazer um tratamento, já que alguns tumores na próstata se desenvolvem muito lentamente e podem não chegar a aumentar de volume.

No entanto a vigilância é fundamental para a existência de um diagnóstico precoce que vai possibilitar um tratamento mais atempado e por consequência mais eficaz.

A adoção de um estilo de vida saudável com a prática de exercício físico e uma alimentação sem gorduras e carne vermelha é essencial.

Para além disso, as visitas regulares ao médico, sobretudo para os homens com idades acima dos 40 anos, para fazer rastreios que passam pelo exame físico à próstata, análises ao sangue para verificar os níveis de PSA e eventualmente a realização de biópsia anual da próstata, são tudo medidas importantes para a deteção precoce da doença.

Nos casos de tratamentos mais agressivos, algumas terapias complementares podem também ser uma ajuda preciosa para colmatar os efeitos secundários dos tratamentos.

Na Mais que Cuidar pode encontrar produtos de apoio e serviços de cuidados de saúde ao domicílio como por exemplo o serviço de enfermagem, que poderão dar um contributo importante como complemento no tratamento do cancro da próstata.

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Referências:

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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