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Tratamento da Anemia: é possível receber uma transfusão de sangue em casa?

Anemia em pessoas adultas

A anemia é uma das doenças mais comuns em todo o mundo. De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, estima-se que 30% da população mundial tem anemia, sendo que, pelo menos um terço das mulheres em idade reprodutiva e as crianças com menos de 2 anos são anémicas, embora a doença também possa surgir nos homens e nos idosos.

Cerca de 27% da população, sobretudo os grupos com menor capacidade económica, sofrem de deficiência de ferro.

Em Portugal, de acordo com um estudo realizado pelo Anemia Working Group Portugal, cerca de 20% da população, ou 1 em cada 5 portugueses adultos têm anemia. No entanto, existe um grande desconhecimento no país sobre a doença, dado que mais de 80% das pessoas diagnosticadas com anemia, não sabem que têm a doença.

Para isso, contribui muito o facto de a anemia ser uma doença silenciosa, sobretudo no início e não apresentar uma sintomatologia muito marcada.

A falta de literacia e o desconhecimento contribuem para a amplificação do número de doentes em Portugal e para o agravamento dos sintomas, em muitos casos.

Em casos clínicos em que o doente com anemia grave, esteja a recuperar em casa e tem prescrição médica de administração de sangue (transfusão sanguínea), a Mais que Cuidar dispõe de um serviço privado de enfermagem 24 horas/dia, no distrito de Lisboa e do Porto que assegura todos os procedimentos médicos e legais necessários à administração de sangue no domicílio.

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Descubra o que é a Anemia, quais os tipos, as causas, os sintomas e o tratamento neste guia completo.

O que é Anemia?

Anemia o que é

A anemia é uma doença que se carateriza por níveis baixos de hemoglobina, um componente dos glóbulos vermelhos, que é responsável pelo transporte de oxigénio dos pulmões para todo o corpo e pelo transporte do dióxido de carbono dos tecidos do organismo de volta aos pulmões para ser eliminado pela expiração.

Assim, a anemia está presente quando há níveis baixos de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina nestas células, levando a uma deficiente distribuição de oxigénio pelo organismo.

Para que seja possível ao organismo produzir glóbulos vermelhos e hemoglobina é necessária a ingestão de ferro e vitamina B12, entre outros nutrientes.

Quando a hemoglobina não é suficiente afeta todo o organismo, embora cause mais esforço para os músculos, coração e sistema nervoso.

A insuficiência de hemoglobina pode ser aguda quando há perda de sangue ou a destruição dos glóbulos vermelhos por doença, ou crónica, quando ocorre de forma lenta, podendo ter várias causas.

Que tipos de anemia existem?

Tipos de anemia

Existem duas grandes categorias na anemia, dentro dessas categorias encontramos vários tipos da doença.

Assim, a anemia pode ser hereditária ou adquirida.

A anemia hereditária está relacionada com alterações genéticas que ocorrem na produção dos glóbulos vermelhos, afetando a hemoglobina e proteínas.

Exemplos desta categoria da doença são a talassemia, que afeta sobretudo as pessoas com ascendência italiana, portuguesa e libanesa e a anemia falciforme, que afeta maioritariamente indivíduos de ascendência africana.

A anemia adquirida pode ocorrer por diferentes razões: carência de nutrientes, alterações na medula óssea, onde são produzidos os glóbulos vermelhos, ou por uma outra doença que causa a anemia.

A leucemia é um exemplo de uma doença que pode causar anemia, já que afeta a medula óssea. Por outro lado, a insuficiência renal crónica é um exemplo de uma doença que pode causar anemia.

Os vários tipos de anemia são diferenciados pelas suas causas:

Anemia hemolítica

Neste tipo da doença, o mecanismo de destruição dos glóbulos vermelhos atua antes do tempo normal, não dando tempo à medula óssea para fazer a reposição.

Tem uma causa autoimune, o sistema imunológico identifica erroneamente os próprios glóbulos vermelhos como corpos estranhos e desenvolve anticorpos que destroem prematuramente os glóbulos vermelhos.

Anemia de células falciformes

É uma doença hereditária, onde os glóbulos vermelhos se encontram alterados, com uma membrana que se rompe facilmente, causando assim a anemia.

Anemia sideroblástica

Ocorre pela má absorção de ferro. Embora possa haver grandes quantidades de ferro no organismo, este não é absorvido na totalidade e causa uma produção ineficaz de hemoglobina. Pode ser hereditária ou resultante de problemas na medula óssea.

Anemia aplástica

Anemia aplástica

É uma forma rara da doença e resulta da destruição da medula óssea, que não consegue produzir a quantidade suficiente de glóbulos vermelhos e outras células, como os glóbulos brancos e plaquetas.

A medula é substituída por gordura e perde capacidade de produção normal de células, pode ter origem em situações de autoimunidade, sendo desencadeado por infeções, exposição a produtos químicos tóxicos, ou outras doenças autoimunes. Pode levar à morte e apresenta manifestações e intensidades diferentes em diferentes indivíduos.

Anemia ferropriva

Resulta da deficiência de ferro no organismo e é responsável por cerca de 90% de todos os casos de anemia.

Este mineral atua no desenvolvimento dos glóbulos vermelhos e a cor do sangue é resultado da reação química entre o ferro e o oxigénio que se dá na hemoglobina.

Este tipo de anemia ocorre devido a uma absorção deficiente de ferro por parte dos glóbulos vermelhos, levando à diminuição da produção, tamanho e componentes da hemoglobina.

Anemia perniciosa

É uma condição autoimune, que pode ser derivada de fatores hereditários, que implica a ausência de produção pelo organismo da proteína “fator intrínseco”.

Anemia megaloblástica

Ocorre devido à carência da vitamina B12 e ácido fólico que são nutrientes importantes para o sistema nervoso.

Qual o tratamento para a Anemia?

Tratamento da anemia

O tratamento da anemia está sempre dependente das suas causas e do tipo, implica a reposição dos níveis normais de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos, através de tratamentos que incluem a toma dos nutrientes em causa.

Se a doença ocorre devido a perdas de sangue é necessário identificar a origem dessa perda através de exames complementares. Por vezes a adoção de uma dieta equilibrada e ajustada é suficiente para reverter a doença, mas apenas o médico pode indicar qual o tratamento mais adequado, com a dosagem e duração ajustadas a cada caso.

Tipos de tratamento:

Vitamina B12

Quando a anemia é provocada por deficiência de Vitamina B12, o tratamento implica a toma de suplementos de ácido fólico e ajustamentos à dieta para aumentar a ingestão de alimentos com este nutriente.

Caso existam dificuldades de absorção da vitamina através dos alimentos, como no caso da doença de Crohn ou da doença celíaca, pode ser necessária a administração de injeções de vitamina B12.

Quais os melhores alimentos para aumentar os níveis de vitamina B12?

Alimentos ricos em vitamina B12 no tratamento da anemia

Os alimentos de origem animal são os mais indicados, como peixe, carne, ovos e lacticínios, que ajudam na manutenção do metabolismo do sistema nervoso e na produção de glóbulos vermelhos.

Exemplos de alimentos que podem melhorar os níveis da vitamina B12 são:

  • Bife de fígado
  • Marisco
  • Sardinhas
  • Arenque
  • Leite
  • Queijo
  • Frango
  • Atum
  • Carne
  • Vegetais de folha verde

Quais os melhores alimentos para aumentar os níveis de Ferro?

Anemia alimentos ricos em ferro
  • Carne vermelha
  • Fígado
  • Marisco
  • Pão
  • Coentros
  • Feijão
  • Lentilhas
  • Linhaça
  • Ovos
  • Atum

Quais os melhores alimentos para aumentar os níveis de Vitamina C?

Anemia alimentos ricos em vitamina c

Consumir alimentos ricos em vitamina C é também importante porque ajudam no processo de absorção de ferro no organismo. Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são:

  • Laranja
  • Tangerina
  • Abacaxi
  • Limão
  • Morangos
  • Acerola
  • Kiwi
  • Pimentão
  • Papaia
  • Batata doce
  • Goiaba
  • Melão
  • Tomate
  • Manga
  • Brócolos
  • Couve flor
  • Melancia

Suplementação

A suplementação de nutrientes no tratamento da anemia pode ser feita através de injeções ou comprimidos.

A suplementação pode ser de ferro, ácido fólico ou vitaminas, as doses recomendadas e a duração do tratamento variam de acordo com a idade do doente e a gravidade da doença.

Os nutrientes mais utilizados na suplementação são o sulfato ferroso, folato e vitamina B12. Nos casos das anemias provocadas por doenças autoimunes, pode ser recomendada a toma de imunossupressores.

Transfusão sanguínea

Transfusão de sangue anemia

Este procedimento é utilizado em casos mais graves de anemia, em que é necessário aumentar os níveis de glóbulos vermelhos de forma mais rápida e eficaz.

Nas situações em que a anemia é provocada por perda de sangue, devem ser feitos exames complementares para determinar a sua causa e determinar o tratamento mais adequado.

Quando a perda de sangue se deve a períodos muito intensos nas mulheres, pode ser recomendada a adoção de métodos contraceptivos para ajudar a diminuir o fluxo sanguíneo durante a menstruação.

Em casos mais extremos pode ser necessário um transplante de medula óssea, caso esta não consiga produzir células sanguíneas saudáveis.

A administração de sangue é realizada normalmente em ambiente hospitalar. No entanto, hoje em dia já é possível receber uma transfusão de sangue em casa, desde que exista uma prescrição médica e a administração seja feita por uma empresa de cuidados de saúde domiciliários profissional e credenciada como é o caso da Mais que Cuidar.

A equipa de enfermagem da Mais que Cuidar tem os conhecimentos, a experiência e todos os equipamentos para que a administração de sangue ao paciente em casa seja feita de forma confortável e segura e mantendo todos os procedimentos legais necessários.

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Quais as principais causas de Anemia?

Principais causas de anemia

A anemia é uma doença multicausal, ou seja, as suas causas são muitas e variadas. O que determina a sua ocorrência é a incapacidade do organismo para produzir ou utilizar os glóbulos vermelhos necessários para transportar o oxigénio pelo corpo.

Algumas das causas mais comuns são:

Carência de ferro

É a causa mais comum e pode ser consequência de perdas de sangue no organismo, como acontece nas úlceras do estômago ou gastrites resultantes do uso de anti-inflamatórios.

O aumento da necessidade de maior quantidade de ferro também pode causar anemia, como acontece durante a gravidez ou em fases de crescimento rápido, como na adolescência. Uma dieta desequilibrada e pobre em ferro é também um fator que contribui para a deficiência deste nutriente.

Carência de vitamina B12 e ácido fólico

Quando os níveis destes nutrientes estão baixos contribuem para o desenvolvimento de uma anemia do tipo megaloblástica.

Doenças crónicas

Algumas doenças crónicas causam interferências na produção de glóbulos vermelhos e podem provocar anemia crónica, como é o caso da artrite reumatoide, cancro, insuficiência renal ou infeção pelo VIH/SIDA.

Distúrbios na medula óssea

Se a medula óssea não funcionar normalmente devido a doença ou outra condição, não pode produzir glóbulos vermelhos normais, o que pode levar ao surgimento da anemia. Esta situação pode ser causada pela existência de linfomas, infeções ou após a utilização de determinados fármacos.

Doenças do estômago ou intestino

Estas doenças podem afetar a absorção de nutrientes o que leva a um aumento da probabilidade de desenvolvimento de anemia.

Atividade física muito intensa

O impacto repetido de movimentos decorrentes de atividade física muito intensa pode levar à destruição dos glóbulos vermelhos, o que vai desencadear a anemia.

Fatores hereditários

Alguns tipos de anemia têm causas hereditárias, como a talassemia e a anemia falciforme, em que os indivíduos nascem já com uma capacidade reduzida para produzir glóbulos vermelhos.

Dieta pobre e desequilibrada

Uma alimentação com baixas quantidades de ferro, vitamina B12, ácido fólico e vitamina C aumenta o risco de desenvolvimento de anemia.

O consumo de alimentos de origem animal, como carne vermelha ou peixe, bem como leguminosas e vegetais de folha verde, como o espinafre, podem ajudar a prevenir ou a colmatar a anemia.

Outras causas

Menstruação com fluxo de sangue muito intenso ou gravidez, no caso das mulheres, ou cirurgias de remoção do estômago ou duodeno, que diminuem a capacidade de absorção do ferro e da vitamina B12.

Quais os sintomas da Anemia?

Sintomas da anemia

Muitas vezes a anemia desenvolve-se sem apresentar sintomas e pode ser uma doença silenciosa por bastante tempo, chegando a ser confundida com a fadiga.

Quando os níveis de nutrientes ainda não estão muito baixos, os pacientes podem notar apenas algum cansaço quando realizam algum esforço físico. Algumas pessoas apenas descobrem que têm anemia quando fazem análises de rotina ao sangue.

Numa fase mais avançada da doença, este são alguns dos sintomas:

  •  Falta de força
  • Cansaço mesmo quando em estado de repouso
  • Palidez
  • Dores de cabeça
  • Irritabilidade
  • Alterações do sono
  • Tonturas
  • Dificuldades de concentração
  •  Tensão arterial baixa
  • Ritmo cardíaco acelerado
  • Desmaio
  • Unhas quebradiças
  • Perda de apetite
  • Mãos e pés frios
  • Falta de ar

Alguns fatores de risco podem também contribuir para o desenvolvimento da doença:

  • Mulheres com fluxo intenso na menstruação ou com miomas
  • Grávidas
  • Crianças e adolescentes em fase de crescimento
  • Indivíduos com doenças que causam perda de sangue
  • Indivíduos com doenças crónicas
  • Regimes alimentares desequilibrados
  • Idade avançada

Como é feito o diagnóstico de Anemia?

Diagnóstico da anemia

O diagnóstico é realizado pelo médico de clínica geral ou por um hematologista, tendo em conta a observação física do doente e os resultados de exames laboratoriais ao sangue, que avaliam os níveis e as caraterísticas dos glóbulos vermelhos, a presença de ferro e hemoglobina no sangue ou a deficiência de vitaminas.

Outros exames complementares podem ser necessários para identificar outras causas, por exemplo quando são detetadas perdas de sangue, são necessários exames ao aparelho digestivo, ou rins.

Pode também ser efetuada uma colheita de medula óssea para despiste de problemas neste tecido líquido-gelatinoso.

Anemia tem cura?

Cura da anemia

As anemias adquiridas têm uma incidência mais alta de cura, sobretudo a anemia mais comum que resulta da insuficiência de ferro, ou da absorção deficiente de vitamina B12. Neste caso, uma dieta adequada e suplementos podem erradicar a doença.

A anemia provocada por outras doenças, pode ser curada através do tratamento efetuado para a doença que a provoca, como é o caso das doenças de rins ou reumatológicas.

No caso dos tipos de anemia que são provocados por problemas de medula óssea ou fatores hereditários, podem transformar-se em anemia crónica e neste caso, a cura não existe, embora os tratamentos específicos para estas condições possam colmatar os seus efeitos de forma eficaz.

Quais as complicações de Anemia?

Complicações da anemia

Quando a anemia não é tratada pode causar outro tipo de doenças e as complicações podem ser mais ou menos específicas, de acordo com a causa que deu origem à doença.

Algumas complicações são:

Fadiga extrema: a insuficiência de oxigénio no organismo exige um esforço complementar, o que leva ao cansaço. Quando a anemia é grave, este cansaço pode transformar-se numa fadiga extrema, que tem impacto na qualidade de vida e nas atividades diárias do doente.

Complicações na gravidez: quando as mulheres grávidas têm anemia por deficiência de ácido fólico, têm mais probabilidades de sofrer um parto prematuro.

Crianças: se a anemia se desenvolver na infância ou na adolescência, pode desencadear atrasos de crescimento, perturbações do desenvolvimento cognitivo, dificuldade de aprendizagem, problemas de coordenação motora, falta de atenção e baixa resistência a infeções.

Problemas cardíacos: a insuficiência de oxigénio exige um maior esforço ao coração, o que pode levar à insuficiência cardíaca.  Outra complicação é a existência de arritmias, dado que a anemia pode provocar batimentos cardíacos muito rápidos ou irregulares.

Morte: quando a anemia não é tratada pode levar à falência de órgãos, por causa da falta de oxigénio e eventualmente à morte.

Como se pode prevenir a Anemia?

Como prevenir a anemia

Para uma boa prevenção do aparecimento da anemia é fundamental adotar uma alimentação saudável e equilibrada, onde devem estar presentes a carne, o peixe, frutas e vegetais, sobretudo os vegetais de folha verde escura como os espinafres.

É importante também, a ingestão de vitamina C, que pode ser encontrada nos citrinos e tem um papel essencial no processo de absorção de ferro.

Em alturas em que há maior necessidade de ferro, como na infância ou adolescência, durante a gravidez ou aleitamento, uma boa medida de prevenção é a toma de suplementos de ferro de acordo com as recomendações do médico.

Conclusão

Anemia médico

Muitas vezes silenciosa, a anemia é uma doença com uma sintomatologia que pode ser confundida com outras doenças, levando muitas vezes a um diagnóstico tardio.

Com causas muito variadas, pode ser uma doença crónica que implica um ajustamento ao longo da vida para os doentes. Uma insuficiência de oxigénio no organismo, causada pela anemia provoca um esforço extra no organismo, que leva à necessidade de tratamentos regulares ou sazonais.

Uma alimentação equilibrada que deve incluir vegetais de folha verde escura, carne, peixe, frutas e legumes, conjugado com visitas regulares ao médico de medicina geral, são algumas das medidas mais eficazes para a prevenção da doença.

Nos casos em que a anemia é resultado de outras doenças com graus diferenciados de incapacidade, pode ser importante ter o suporte temporário de um serviço de apoio ao domicílio para assistência nas atividades de vida diária.

Em situações em que a pessoa com anemia, esteja doente em casa e tem prescrição médica de administração de sangue (transfusão sanguínea), a Mais que Cuidar dispõe de um serviço privado de enfermagem 24 horas/dia que assegura todos os procedimentos médicos e legais necessários à administração de sangue no domicílio.

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Referências

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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