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Escoliose lombar ou dorsal: tratamentos e sintomas

30 de Dezembro de 2019
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Sabia que a escoliose é uma doença bastante comum que afeta pessoas de diversas idades? A escoliose causa um desvio na coluna e, com o passar do tempo, pode afetar outras partes do corpo, como as pernas, provocando limitações durante a caminhada ou noutras atividades do dia a dia.

Existem vários tipos como a escoliose infantil, a escoliose lombar ou dorsal e a escoliose idiopática. Cada escoliose pode ter uma causa e gravidade distinta, desde casos congénitos até problemas causados por má-postura, por exemplo.

Conheça o caso da Joana que tem 15 anos e há cerca de 1 mês começou a sentir dores de cabeça e a nível das costas, com formigueiro na mão direita. Foi ao médico que fez exame físico e detetou ombros e ancas assimétricas. Após vários exames confirmou o diagnóstico de escoliose lombar.

Nas lojas Mais que Cuidar pode encontrar produtos de apoio como coletes ortopédicos, e cuidados de saúde domiciliários, como a fisioterapia que poderão dar uma ajuda importante no tratamento da escoliose.

Descubra qual o tratamento para a escoliose, se tem cura e quais os graus. Confira quais os exercícios que podem ajudar em caso de escoliose neste guia completo gratuito que elaborámos para si.

O que é escoliose?

o que é escoliose

A coluna vertebral tem curvaturas naturais e anatómicas. A escoliose é uma curvatura lateral,  não natural, da coluna vertebral, deformidade esta que pode ser causada por várias razões como mochilas pesadas ou mau posicionamento e que geralmente provocam dores. Geralmente esta curvatura é em forma da letra  “C” ou “S”.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é uma patologia que afeta cerca de 2 a 4% da população e é frequentemente detectada na adolescência sendo a sua incidência maior nas raparigas do que nos rapazes.

Na escoliose a coluna vertebral desvia-se para a direita quando a curvatura lateral está na parte superior das costas. Se esta surgir na parte inferior das costas a coluna tende a desviar-se para a esquerda. Assim pode observar-se o desnivelamento dos ombros (um ombro mais alto que o outro) e o mesmo se passa com os quadris. O tórax pode ficar com uma forma assimétrica.

Coluna vertebral

A coluna vertebral é composta por 33 vértebras, que se prolongam do crânio até à região da pelve. Existem vértebras móveis (lombares, torácicas e cervicais) e outras que se encontram fundidas (sacro e cóccix).

As vértebras encontram-se divididas em:

  • Vértebras cervicais: da C1 à C7
  • Torácicas: da T1 à T12
  • Lombares: da L1 à L5
  • Sacro: da S1 à S5
  • Cóccix: vértebras fundidas

Tipos de escoliose

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Existem vários tipos de escoliose que dependem da parte da coluna vertebral afetada, grau da curvatura e origem. Cada um dos tipos se comporta de uma maneira diferente em termos de evolução.

Escoliose Lombar ou dorsal   

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A localização da escoliose pode ser em diferentes pontos da coluna vertebral mas é mais frequente a nível lombar. 

Este tipo de escoliose tem causa desconhecida e não está associado a má postura, uso inadequado de mochilas entre outras causas. É mais frequente em adolescentes do sexo feminino.

A escoliose lombar pode ser:

Toracolombar:

Quando a deformidade surge na região compreendida entre as vértebras torácicas e as lombares.

Lombar:

Quando a deformidade ocorre nas vertebras lombares.

Lombossacras:

Quando a deformidade surge entre a região lombar e o sacro.


Os tipos de escoliose mais comuns são a congénita (de nascença), neuromuscular e idiopática.

Escoliose congénita

Associada a malformação da coluna vertebral durante a gestação ou no recém-nascido. Representa 10% dos casos de escoliose diagnosticados e é menos comum do que a escoliose que surge no adolescente.

Escoliose neuromuscular       

Várias doenças do foro neurológico e muscular podem ser a causa deste tipo escoliose. É frequente, neste tipo de escoliose, a deformação assumir uma curvatura  em forma “C”.

Está associada a situações como sequelas de doenças neurológicas (ex: paralisia cerebral), fraqueza muscular, distrofia muscular, entre outras situações neurológicas graves.

Este tipo de escoliose tendem a ser progressivas no seu agravamento. É comum tratar-se de deformidades graves que podem comprometer severamente a qualidade de vida do indivíduo dificultando, por exemplo, a capacidade de se manter na posição ereta ou mesmo posicionamento numa cadeira (mesmo que adaptada).

Tendo em conta a complexidade da condição de saúde e física do indivíduo, o plano de tratamento é difícil.

Escoliose idiopática

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A definição de idiopática refere-se a um tipo de escoliose em que não é possível determinar a origem ou causa do desvio da coluna, sendo estas atribuídos a múltiplas causas.

Estima-se que 80% dos casos de escoliose estão associados a crianças e adolescentes saudáveis e sem antecedentes pessoais de malformações ou patologias da coluna.

Este tipo de escoliose está dividido de acordo com a idade em que a patologia surge:

Infantil:

Desde o nascimento até aos 2 anos de idade. Situação rara. Está associada a posição do nascimento e posição que a criança dorme.

Juvenil:

Entre os 3 e os 9 anos de idade

Adolescente:

Entre os 10 e os 18 anos. Ocorre igualmente tanto em meninos como meninas mas as situações mais graves são em meninas (1 rapaz para cada 4 meninas com escoliose). Este é o tipo de escoliose idiopática mas também o mais comum de todos os tipos de escoliose.

Adulto:

Após os 18 anos de idade. Surge após a formação completa dos ossos, também denominada por Escoliose Idiopática do Adulto (EIA)

Vários autores indicam que existe uma predisposição genética para a escoliose idiopática assim como uma maior incidência no sexo feminino.

Escoliose pós-traumática

Surge a partir de doenças do tecido conjuntivo e/ou anomalias cromossómicas.

Escoliose degenerativa do adulto       

Quando é causada pela degeneração de discos da coluna vertebral e das suas articulações como resultado, em especial, do avanço da idade.

Escoliose Graus

escoliose graus 10 20 30 40 50

Os graus de escoliose são determinados em 5 níveis:

0 a 10 graus:

Sem necessidade de tratamento. Requer vigilância durante o crescimento e é recomendada a prática de exercícios físicos com vista a reforçar a musculatura associada à coluna vertebral assim como melhorar a sua flexibilidade.

10 a 20 graus:

Escoliose com necessidade de tratamento fisioterapêutico. Também exige uma vigilância evolutiva da escoliose assim como é aconselhada a prática de exercício físico.

20 a 30 graus:

Escoliose com necessidade de tratamento fisioterapêutico e utilização de colete ortopédico, com o objectivo de travar o agravamento da deformidade com o crescimento.

30 a 40 graus:

Escoliose que necessita de utilização de colete ortopédico correctivo.

40 a 50 graus:

Escoliose que requer tratamento cirúrgico, pois têm tendência para agravar na fase adulta do indivíduo e são frequentemente bastante dolorosas e incapacitantes

Além das classificações acima, a escoliose precisa ser classificada de acordo com sua origem ou agente desencadeador, pois independente da localização ou grau de desvio, pode-se dividir a condição em estrutural e funcional.

Escoliose Sintomas   

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Se a escoliose for avançando ao longo do tempo, pode levar ao aparecimento de dores intensas, deformidades marcadas e dificuldade respiratória.

  • Dor muscular: de intensidade leve ou alta, a depender de cada caso.
  • Cefaleias
  • Um lado do tórax ou uma perna pode parecer menor que a outra
  • Ombros ou ancas assimétricos
  • Omoplata proeminente
  • Parestesias
  • Coluna vertebral encurvada: é frequente o tronco inclinado para um dos lados, com um desvio da coluna vertebral em forma de “S”.   

Colete para escoliose na coluna

Causas da escoliose

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A maioria dos casos de escoliose tem causa desconhecida. As curvaturas anormais da coluna podem começar a desenvolver-se no início da puberdade, em rapazes e raparigas considerados saudáveis.

Contudo, a escoliose também pode ter causas conhecidas, como a paralisia cerebral, malformações nas vértebras, distrofia muscular, Síndrome de Marfan ou ainda a presença de tumores.

Às vezes, a escoliose só é identificada na idade adulta. No início, começa com curvaturas discretas na fase de crescimento, que vão se agravando se não houver tratamento.

Diagnóstico

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A escoliose pode ser diagnosticada após um exame físico da coluna vertebral, costelas, ancas e ombros.

Pode ser solicitado ao doente que se incline para a frente para ver se todas as áreas estão particularmente proeminentes. Por exemplo, um dos ombros pode ser maior do que o outro ou pode haver uma protuberância nas costas.

O exame inicial geralmente é realizado por um médico de clínica geral. Se há suspeita de escoliose, o doente pode ser encaminhado para um médico especialista, como o fisiatra ou ortopedista (um especialista em condições que afetam o esqueleto) para mais exames e para discutir o tratamento.

Exames

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Raio-X   

As imagens de raios-X também poderão ajudar a determinar a forma, direção, localização e ângulo da curvatura. O termo médico para o ângulo das curvas da coluna é conhecido como o ângulo de Cobb.   

Tomografia computadorizada   

Ressonância magnética   

Avaliação postural

Escoliose tem cura?

escoliose tem cura

O tratamento para a escoliose depende da idade e do grau de escoliose que o doente possui, mas em muitos casos é possível atingir a cura com o tratamento adequado.

Quando a escoliose é diagnosticada ainda em bebé e em crianças é considerada grave. As opções de tratamento normalmente incluem a utilização de um colete ortopédico, sob a orientação e prescrição de um ortopedista pediátrico, mas em muitos casos a cirurgia à coluna pode ser indicada, além da fisioterapia.

Quando é identificada em adolescentes ou adultos, muitos podem beneficiar da fisioterapia que pode ser uma grande ajuda. No entanto, nos casos considerados muito graves, quando a pessoa tem mais de 40 graus, a cirurgia pode ser considerada a melhor opção.

A escoliose é considerada problemática quando é maior que 10 graus, havendo necessidade de tratamento com colete e fisioterapia. Quando a pessoa apresenta graus inferiores pode beneficiar com a prática de natação e Pilates Clínico para fortalecer todos os músculos principalmente das costas, contribuindo para a correção postural.

Tratamentos

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Coletes para escoliose

Ortótese Tipo Arnês para Escoliose – Kallabis

O arnês Kallabis é indicado na escoliose pediátrica é fabricado em tecido anelado e algodão TERRY aveludado, com fechos de velcro. Permite que a criança se levante e possa andar.

A ortótese é constituída por uma banda na zona do ombro, um suporte inferior situado ao nível da articulação da anca (ambos localizados no lado côncavo da curvatura da escoliose), um suporte contra lateral no convexo (entre a axila e a zona inferior da caixa torácica). Estes suportes estão ligados por tiras de veludo com fechos de velcro, para permitir o ajuste da tensão pretendida.

Colete Duplo Bivalvo

Colete torácico sacrolombar fabricado com polietileno de baixa densidade com quatro milímetros de espessura e forrado com um tecido acolchoado que pode facilmente ser removido, permitindo assim a lavagem e uma higiene adequada enquanto que protege em simultâneo o doente.

Fisioterapia

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A fisioterapia pode ajudar no tratamento da escoliose de 10-35 graus de curvatura e pode ser feita através de exercícios terapêuticos, exercícios de Pilates Clínico, técnicas de manipulação vertebral, osteopatia e exercícios de reeducação postural.

Medicamentos

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Analgésicos podem ser recomendados para ajudar a aliviar a dor que pode estar associada à escoliose. Medicamentos analgésicos, tais como o paracetamol, são frequentemente recomendados inicialmente.

O doente deve consultar o seu médico se estes medicamentos não funcionarem. Podem ser prescritos analgésicos mais fortes ou o doente poderá ser encaminhado para uma unidade da dor.

Em alguns casos, corticosteróides ou anestésicos locais podem ser injetados nas costas para aliviar a dor causada pelos ossos em sua compressão da coluna ou nervos próximos irritados.

No entanto, estas injeções apenas funcionam a curto prazo e muitas vezes são úteis para descobrir a origem da dor.

Se o médico suspeitar que a osteoporose da coluna está a contribuir para os sintomas, o doente pode receber medicação e suplementos para fortalecer os ossos (como suplementos de cálcio e vitamina D).   

Exercícios para escoliose

exercícios para escoliose

Fortalecimento e exercícios de alongamento podem melhorar postura e flexibilidade, e podem ajudar a controlar qualquer dor nas costas.

Os exercícios também podem ajudar a manter um peso saudável, o que pode reduzir a pressão sobre as costas. Algumas pessoas podem beneficiar de fisioterapia, onde são ensinados exercícios específicos a serem realizados.

Pilates

pilates para escoliose

O método Pilates surge como uma opção muito eficaz no tratamento da escoliose porque consegue trabalhar grupos musculares profundos e que estão diretamente relacionados com a estabilização da coluna vertebral.

Um dos princípios do Pilates consiste na centralização da força. Com o fortalecimento da coluna o principal músculo alcançado é o transverso do abdómen, que é considerado a base para o tratamento do reforço e estabilidade da coluna.

Ioga

ioga para escoliose

Existem vários tipos de Ioga. Basicamente, a maioria dos métodos de Ioga procuram fortalecer os músculos através de alongamentos, posicionamentos e exercícios respiratórios. Alguns sistemas de ioga também incluem meditação. 

O quanto isso pode ajudar no tratamento dos problemas de escoliose não está provado, mas aqueles com dor nas costas podem ser beneficiados. A saúde geral também pode melhorar.

Cirurgia

cirurgia para escoliose

É indicado para curvas geralmente acima de 50º para adolescentes e adultos. A cirurgia pode ser indicada para curvas menores caso a deformidade prejudique a auto-estima do doente ou na presença de sintomas associados em doentes adultos. 

Os objetivos do tratamento cirúrgico são: corrigir a deformidade e evitar progressão da deformidade. Isto geralmente consegue-se colocando implantes de metal na coluna que se prendem a hastes, corrigindo assim a curvatura e mantendo-a nesta posição até que haja a consolidação da artrodese ou seja, até que as vértebras se “colem” umas nas outras, formando um bloco de osso único.

Complicações

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Se o doente não for seguido convenientemente por um médico e se não tiver um tratamento adequado, a escoliose poderá evoluir e causar dores intensas nas costas, no pescoço ou no final da coluna, além de contraturas musculares.

Quando a inclinação é grande pode haver outras complicações como a hérnia discal, espondilolistese, que é quando uma vértebra escorrega sozinha para frente ou para trás, pressionando estruturas importantes da coluna e também pode haver falta de ar (dispneia) porque o pulmão não consegue expandir-se o suficiente.   

Em alguns casos de escoliose, particularmente aquelas que afetam adultos, os ossos na coluna comprimem os nervos próximos. Em casos graves, isto pode causar problemas como:

  • Dor nas costas e pernas
  • Dormência ou fraqueza nas pernas
  • Perda de controle da bexiga (incontinência urinária)
  • Perda de controle do intestino (incontinência intestinal)
  • Em homens, uma incapacidade de obter ou manter uma ereção (disfunção eréctil)

Prevenção

como prevenir a escoliose

Não se corrige a escoliose, mas manter uma boa postura ajuda a evitar dores, seja a curvatura da coluna mais ou menos acentuada. São geralmente recomendados alguns cuidados, nomeadamente:

  • Se passa grandes períodos de tempo sentado, mantenha a coluna na vertical, bem alinhada, de forma a não promover a tensão dos músculos cervicais e lombares;
  • Quando transportar objetos pesados, garanta que distribui uniformemente o peso entre os dois ombros e braços;
  • Procure o acompanhamento de um profissional qualificado (personal trainer) durante a prática de exercício físico.
  • Manter o peso corporal dentro dos padrões ideais para a altura e idade. A obesidade representa um risco para o aparecimento dos desvios da coluna, pois o excesso de peso não só altera a posição de equilíbrio do corpo, como provoca o desgaste das articulações e pode levar à calcificação das vértebras;
  • Evitar o sedentarismo. A prática regular de exercícios físicos, desde que bem orientados, representa um recurso importante para fortalecer a musculatura das costas, das ancas e do abdómen e dar sustentação à coluna;
  • Adotar uma alimentação saudável e variada, rica em cálcio, mineral essencial para a saúde dos ossos;
  • Escolher cuidadosamente o tipo de calçado e a altura dos saltos, para evitar os que podem comprometer a marcha e forçar as estruturas da coluna vertebral. Já está provado que saltos excessivamente altos provocam alterações no centro de gravidade do corpo, que alteram o posicionamento da coluna;
  • Procurar assistência médica é medida indispensável diante de qualquer alteração que possa sugerir um desvio patológico da coluna.

Conclusão

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A escoliose é uma alteração estrutural tridimensional da coluna, caracterizada principalmente por um desvio lateral, mais comum em mulheres.

Considerada um desvio anormal da coluna vertebral, o problema pode ter diversas causas, desde casos congénitos, em que a pessoa nasce com uma vértebra mal formada, até situações aparentemente banais do dia a dia, como sedentarismo ou muitas horas em frente ao computador com postura errada, bolsas e mochilas pesadas, e uso excessivo de salto alto.   

O diagnóstico precoce da escoliose, promovendo uma intervenção adequada, pode condicionar a progressão da doença, aumentando a qualidade de vida e, potencialmente, diminuindo não só a necessidade de cirurgia em adolescentes com esta patologia, mas também as despesas em saúde.

Na Mais que Cuidar poderá encontrar uma gama de produtos de apoio como os coletes ortopédicos e serviços de saúde ao domicílio como a fisioterapia e o treino personalizado que poderão dar um contributo importante no tratamento da escoliose.

Referências

*Atenção: O Blog Mais que Cuidar é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

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